| Rosa Kliass | Meu São Roque |
Rosa
Grena Kliass é |
| viagem à minha terra | |||||||
| Rosa Kliass (3ª) em São Roque na adolescência e inscrição da lápide "Ninguém" [passar mouse sobre imagem] |
| Na manhã do dia do aniversário da cidade de São Paulo, sexta feira dia 25 de janeiro, teve início aquela que poderá vir a ser a mais significativa das minhas viagens: a que poderá recriar para mim as imagens de um São Roque que é o Meu São Roque. Em exatamente uma hora, desloquei-me corporalmente do Itaim Bibi ao Hotel Cordialle, na pequena cidade do interior de São Paulo. Porém, usando outra medida de espaço/tempo, efetivamente, fui transportada como em um passe de mágica, ao Meu São Roque dos anos 30 e 40 do século passado. No quilômetro 62 da Rodovia Raposo Tavares, logo depois do núcleo de Mailasky e do Alto da Serra, penetra-se na área urbanizada da cidade a partir do bairro do Taboão. Daí em diante foi um sucessivo e intenso relembrar: lugares, pessoas, eventos... As primeiras impressões são ligadas aos aspectos urbanísticos e arquitetônicos. Sua origem bandeirista e a função de posto de troca dos tropeiros que vindos do Sul, demandavam o planalto de São Paulo. Por outro lado, o sítio em que se implantou é encaixado entre pequenas elevações nos vales dos rios Acaraí e Carambeí, situação que a manteve isolada das influências do desenvolvimento da capital, apesar dos poucos 62 km que as separam. |