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| Manual
de sobrevivência na selva das cidades (editorial)
(1) Carlos Fernando de Souza Leão Andrade |
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| Carlos Fernando de Souza Leão Andrade é arquiteto e presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil, Departamento do Rio de Janeiro |
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Prezado
Congressista, Inicialmente,
queremos externar nossa alegria em recebe-lo em nosso estado. Por isso,
gostaríamos que você tivesse uma chegada tranqüila já que são muitos e
variados os horários e locais pelos quais o Rio se liga ao resto do país.
Assim, estamos mandando este manual de sobrevivência na selva, que servirá
também durante sua estadia aqui. Você verá que a nossa selva, ao contrário
de ser um local hostil é, principalmente, o paraíso da biodiversidade.
Tenha uma boa e produtiva estadia. Chegada Normalmente,
se chega ao Rio por três lugares: Aeroporto
Santos Dumont: É um aeroporto simpático que fica no Centro da Cidade,
algo que só se tornou possível por ter sido executado, nos anos 20, um
aterro com material oriundo do desmonte do morro do Castelo. Antes de
pousar, o avião faz uma volta linda sobrevoando a baía. É quase impossível
a gente não se lembrar de Tom Jobim. Deixe-se levar e cante: "minha
alma canta, vejo o Rio de Janeiro"... Deve ter sido a inspiração
do maestro, portanto, aproveite-a. Quem chegar por lá, deve observar o
prédio do terminal - dos irmãos Roberto, do início do Modernismo em nosso
país - e o jardim em frente, considerado a primeira intervenção de Burle
Marx. A saída desse aeroporto é facilitada, pois há táxi comum e especial.
O comum resolve muito bem a vida e custa cerca de R$15,00, para chegar
à Zona Sul da cidade. Aeroporto
do Galeão: na verdade, este é o nome do aeroporto antigo, hoje base
militar. O novo aeroporto homenageia Tom Jobim (após uma campanha popular
para a alteração do nome, no trecho acima, você já entendeu porque) mas
na verdade o nome Galeão permaneceu. O prédio inicial (Terminal 1) remonta
ao período militar e recentemente recebeu outro módulo, o Terminal 2,
onde normalmente descem os vôos nacionais. A maneira mais prática, para
se sair daí, é tomar um táxi com preço pré-combinado. Há quiosques no
interior do saguão para isso. O aeroporto é longe da cidade, fica numa
ilha (Ilha do Governador) e a viagem é um pouco cara. Se você precisar
fazer uma economia, prefira o “frescão”, nome dado pelos autóctones aos
ônibus com ar refrigerado. Eles ficam parados um pouco mais à direita,
na pista de saída. Há duas linhas da viação Real: uma que vai para o Santos
Dumont, de onde se pode tomar um táxi mais barato, e outra para a Zona
Sul (chama-se Alvorada). Os ônibus saem com intervalo de 30 minutos e
custam R$4,50. Se você está indo para o Rio Centro, beleza, pois Alvorada
é o Terminal de ônibus da Barra da Tijuca, próximo de onde será o Congresso.
Caso você esteja indo para o IAB, se credenciar previamente, ou para um
hotel da Zona Sul, tome esta linha, mas pergunte se vai pelo Aterro (pois
nesse caso só há parada em Copacabana) ou pela Praia do Flamengo. Neste
caso, desça no ponto da Rua Dois de Dezembro, facilmente localizável pois
na esquina há um dos poucos testemunhos dos prédios ecléticos de final
de século, hoje transformado em centro cultural. Por razões que facilmente
você entenderá, peça para ficar no ponto do “Castelinho”, no Flamengo.
A sede do IAB, onde será o cadastramento no dia 29, está a uma quadra
da praia. Nos demais dias de Congresso tudo funcionará no RioCentro. No
trajeto observe a Linha Vermelha, a Cidade Universitária, com seus prédios
modernistas - projeto de Jorge Moreira, as favelas urbanizadas pelo Projeto
Rio e a intervenção recente do Conjunto da Maré. Daí o ônibus seguirá
para o Centro pela Av. Rodrigues Alves, onde estão os antigos armazéns
do porto - que hoje abrigam os barracões das escolas de samba, pela Praça
Mauá e pela Av. Rio Branco. Tente observar, na esquina das duas, o edifício
“A Noite”, um arranha céus da década de 20, e, do outro lado da rua o
“RB1”, o último construído na Av. Rio Branco, nos anos 90. Nesta última,
veja os antigos prédios do Banco Central, e das Docas de Santos, últimos
remanescentes dos edifícios construídos na época da inauguração da avenida.
Quem teve muitos projetos aí foi Gastão Bahiana, nosso primeiro presidente.
Pouco
antes de chegar à Cinelândia, o ônibus passará a Escola de Belas Artes,
hoje Museu, onde funcionou a Faculdade de Arquitetura e onde foi fundado
o IAB. Em frente o Teatro Municipal e, logo a seguir, a Biblioteca Nacional.
Se estiver com tempo, descer aí e tomar um chopp no Amarelinho, tradicional
bar da Cinelândia, cujo prédio, também dos anos 20, passou por uma reciclagem
e virou prédio inteligente. Mas não demore não, que você não veio ao Rio
para isso... Fique só com vontade de voltar em outra ocasião. Mas aproveite
e dê uma olhada no Odeon, tradicionalíssimo cinema da cidade, que também
foi reformado. Ali
mesmo, na Cinelândia, existe uma estação de Metrô, pegue a direção Zona
Sul e siga até a Estação Largo do Machado - você estará pertinho do IAB.
Pergunte pela rua Dois de Dezembro (é a que tem o Mac Donald’s na esquina)
siga em direção à praia e, logo depois do Museu do Telefone (prédio familiar
para quem entrou no concurso da TELEMAR) fica a nossa sede. A entrada
é pela rua lateral, que se chama Rua do Pinheiro. Jamais pergunte pela
Rua do Pinheiro, pois rigorosamente ninguém sabe o que é isto. A orientação
é a rua Dois de Dezembro. Enquanto você espera o sinal abrir, na calçada
Mac Donald’s, observe no prédio em frente o mural pintado na empena cega. Rodoviária
Novo Rio: quem vier de ônibus, chegará no terminal de desembarque
e talvez seja o caso de comprar passagem de volta antes de sair da Rodoviária.
Neste caso, atravesse a passarela que separa os dois terminais, dirija-se
ao terminal de embarque, compre a passagem, e retorne ao terminal de desembarque.
Não tente sair pelo terminal de embarque, embora isto seja fisicamente
possível, é de todo inconveniente. Assim, uma vez tendo retornado ao terminal
de desembarque, pela mesma passarela, procure, antes de sair do terminal,
um quiosque de táxi pré-pago. São mais caros, porém, confiáveis: o preço
depende do bairro para onde se vai. Não pegue qualquer táxi, pois poderá
se dar mal, o preço da corrida pode ser qualquer coisa... O
IAB fica no Catete. O trecho onde se ele se localiza também é chamado
Flamengo e a principal referência é o Largo do Machado. O trajeto, no
entanto, é indiferente, pois o preço estará já acertado. Se o motorista,
depois da Av. Presidente Vargas, a mais larga da cidade e orgulho do Estado
Novo, subir um viaduto e entrar num túnel, não entre em pânico, é apenas
o Santa Bárbara, um dos grandes túneis da cidade, que é separada por dois
grandes maciços rochosos. Este, de onde, talvez, você já consiga ver o
Cristo, é o que separa a Zona Sul, o Centro e a Zona Norte - o maciço
da Tijuca. O outro é o da Pedra Branca, que separa o lado de cá da cidade
da Zona Oeste, principal área de expansão periférica dentro do município
do Rio de Janeiro. Ao longo do viaduto você poderá observar o Sambódromo
e o grande arco projetado por Oscar. Para
o pessoal da grana curta, que chegar de dia, a viagem de ônibus, “quentão”,
é barata (R$ 1,40) e quase confortável. Isto se você não chegar na hora
do rush que, no sentido Centro-Sul, é de manhã. Há uns ônibus normais,
das mesmas linhas “quentão”, só que com ar condicionado, custam R$1,60,
mas os horários não são disponíveis. O terminal de ônibus urbanos é bem
em frente à saída da Rodoviária. O ônibus que passa pelo IAB é o Rodoviária
- Leblon, via Jóquei. Há muitos outros, via Copacabana, mas neste caso
irão pelo Aterro do Flamengo onde, como já dissemos, não há paradas. Estes
são a melhor opção para quem vai direto para algum hotel em Copacabana.
Aproveite
para olhar, logo na entrada do Aterro, o MAM, projeto de Reidy, e o Monumento
aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, do Marcos Konder. A tradição popular
diz que o monumento representa duas mãos erguidas aos céus, pedindo paz.
Poderemos perguntar a ele, durante o Congresso (quando ele for receber
o Colar de Ouro do IAB), mas, na dúvida, erga as suas e peça pela Paz
também, pois o mundo está bem precisado. Há
duas linhas de “quentão” para a Barra: Alvorada e Recreio (refere-se ao
Bairro Recreio dos Bandeirantes). A primeira vai pela Av. das Américas
e a outra pela orla da Barra, Av. Sernambetiba, recentemente batizada
como Lucio Costa, criador do Plano inicial de ocupação da baixada de Jacerapaguá. Outra
alternativa é o ônibus que sai do terminal de desembarque e segue direto
para a estação do Metrô Estácio. Esta estação faz a integração entre as
Linhas 1 e 2. Aí você já sabe, caso queira ir direto para o IAB, Estação
Largo do Machado, etc, ect...Para quem vai para Ipanema existe ainda a
possibilidade de, na Estação Siqueira Campos, tomar outro ônibus até a
Praça Gal. Osório. Importante: o bilhete de metrô deve ser comprado no
ônibus que sai da Rodoviária. A
área onde está a Rodoviária é horrorosa. Por favor, não se impressione,
pois terá vontade de fazer o caminho de volta, na mesma hora. Na verdade,
isto foi um truque que o Rio criou para afastar os viajantes de pouca
fé, o que certamente não é o seu caso. Tome, portanto, um dos modos de
transporte acima descritos e venha ser feliz. E não me invente de sair
por ali a pé, seja lá por que motivo for. Não
se incomode em pegar mapas ou guias na Rodoviária ou nos Aeroportos. Na
pasta do Congresso, haverá abundância de material desta natureza, fornecido
pela RIOTUR, e, inclusive, um Guia de Arquitetura bem simpático. Caso
haja algum problema, ligue imediatamente para o IAB-RJ (2557 4480/ 4192).
Até o dia 29, à noite, estamos lá. Depois disso, aguarde que forneceremos
aos inscritos um telefone de plantão. Se você ligar do seu próprio celular,
não se esqueça de colocar o (021) na frente. Ônibus
de aluguel: Fomos informados que verdadeiras caravanas rodoviárias
se organizam para chegar ao Rio. Em princípio não há problema. Indo para
a Barra, peguem a Linha Vermelha e quando chegar na cidade Universitária
(leiam aí em cima sobre o trajeto, vindo do Aeroporto Internacional)i
tome a Linha Amarela. Nesta, haverá uma praça de pedágio, portanto previna
o motorista. No Rio Centro, há estacionamento apropriado para ônibus de
turismo. Indo
para a Zona Sul, é fazer o trajeto em direção ao Centro, pelo Viaduto
da Perimetral (vista interessante sobre o porto, olhe à direita o Mosteiro
de São Bento, dos primórdios da colonização), seguir pelo Aterro do Flamego
e, rapidamente se chega a Copacabana. Lá, apesar do trânsito caótico,
há locais próprios para desembarque de turistas, na frente dos hotéis,
e estacionamento para ônibus. Os hotéis devem orientar neste sentido. Nos
hotéis Na
vizinhança do IAB há fartura de hotéis para todos os preços. Alguns ainda
guardam o fausto do tempo em que o Catete era o centro político nacional.
Outros são práticos flats. Não longe do Catete está a orla oceânica, que
começa em Copacabana e é o grande centro hoteleiro da cidade. Na Barra
também já existe um grande número de hotéis, principalmente flats. A melhor
coisa é entrar no site do Congresso (www.iabrj.org.br)
e procurar o link com a MAC turismo. Há pacotes para todos os preços.
Os conselheiros do COSU devem, se assim lhes couber, optar pelo hotel
Novo Mundo, onde será realizada a reunião do COSU, antes do Congresso. Os
estudantes devem entrar em contato com o pessoal da FENEA daqui, pois
os colegas providenciaram, para os estudantes inscritos no Congresso,
um acampamento na Barra da Tijuca, em um local excelente. O camping é
absolutamente em frente à Praia da Barra, própria para a prática de surf,
wind surf, body-board e outros esportes aquáticos, mas vocês não tem nada
com isso, já que estará aqui para o Congresso e, para tanto, haverá uma
linha direta de ônibus, ligando o acampamento ao RioCentro. Além do camping
existem opções de pacotes em alguns hotéis. É importante que a intermediação
seja feita pela Comissão Pró-Alojamento, para garantir os descontos. Os
contatos podem ser feitos por e-mail (alojamentoestudantes@yahoo.com.br)
ou telefone (021) 9213-1208. Nos
deslocamentos aqui Ao
menos teoricamente, você não tem que ficar se deslocando aqui no Rio,
já que tem mais é que ficar quieto no RioCentro, trabalhando. Mas, caso
você precise dar uma escapulida na hora do almoço, a Barra da Tijuca é
pródiga em shopping centers e, ao menos dois deles, estarão com atividades
voltadas para os congressistas, notadamente nos horários de almoço e de
saída do Congresso. No RioCentro existem pontos de táxi, serviços de vans
e, no Terminal Alvorada, ônibus para toda a cidade. Nos horários do Congresso
linhas de vans e ônibus passarão em locais específicos para atender aos
congressistas. No resto da cidade, além de ônibus em profusão (e confusão)
há o Metrô e táxis. Os
táxis Os
táxis comuns no Rio são os amarelos e as corridas pagas pelo taxímetro.
Depois das 21:00 horas e aos domingos e feriados, existe a bandeira 2,
fora isso é bandeira 1. Eles dão recibo para quem precisar e soem ser
bastante confiáveis. Quase todos possuem ar condicionado e manter as janelas
fechadas, no Rio, tornou-se uma prática corrente. Pequenos furtos costumam
acontecer em sinais de trânsito, mas nada que leve à péssima fama de cidade
violenta que o Rio tem. Você receberá um cartãozinho para chamar táxi,
junto com seu material do Congresso. É um serviço excelente, que mesmo
nós usamos muito, inclusive a qualquer hora da noite. O taxímetro só é
ligado quando o passageiro entra e o preço é o do táxi comum. Use-o. À
noite não é conveniente utilizar-se dos ônibus, pois estes, sim, são eventualmente
assaltados. Portanto, prefira os táxis. Restaurantes No
próprio RioCentro há dois restaurantes, que não dão conta do serviço,
mas pequenos quiosques de comida rápida estão sendo providenciados. Nas
imediações, como já se disse, há fartura e diversidade de locais para
comer, desde sofisticados restaurantes até opções teen, como o Mac Donald’s
e o Bob's. Há diversos restaurantes de comida a quilo, com diferentes
preços. A tudo isso se somam as carioquíssimas lojas de suco, com os sabores
de todo o Brasil. O açaí e a acerola disputam a preferência do momento.
Não longe, do Rio Centro está o “Quintas”, restaurante sofisticado e agradabilíssimo
e um dos mais antigos do pólo gastronômico de Vargem Grande. Seção
saúde Para
quem não dispensa as caminhadas, qualquer dos hotéis próximos ao IAB é
também próximo ao Aterro, que conta com diversas trilhas. Como em qualquer
grande parque urbano do mundo, e este parece ser o maior deles, evite
o trajeto depois de anoitecer. Acorde mais cedo, para não chegar tarde
ao Congresso, e aproveite para percorrer a obra de Reidy, maravilhar-se
com os jardins de Burle Marx e ainda fazer bem à saúde. Andar no Rio é
quase uma obsessão para a população e por isso há trajetos por toda parte
e em todas as direções. A pé, pelo aterro, você poderá chegar ao MAM,
ou na outra direção, à Urca, bairro criado artificialmente por aterros.
Ou ainda percorrer a trilha entre o Pão de Açúcar e o mar, que começa
na Praia Vermelha. Foi por ali que fundaram o Rio, que depois se mudou
para o Castelo, que também desapareceu no mar, portanto, embora a trilha
seja absolutamente segura, cuidado... Para
quem ficar na orla, o trajeto óbvio é ela própria. O calçadão de Copa,
Ipanema/Leblon ou da Barra, a qualquer hora do dia, fica repleto de gente
bonita e/ou saudável. Junte-se a ela mas atenção ao trânsito, pois, nos
dias úteis, a Prefeitura realiza uma operação de guerra e inverte a mão
de uma das pistas, que segue em direção ao Centro. Portanto, ao atravessar,
das 7:00 às 10:00h da manhã o carro está vindo do outro lado. Outros
passeios Além
das visitas técnicas programadas para o Congresso, como a obra de Lelé
da rede Sarah, e ao caminho Niemeyer em Niterói, estão sendo programados
diversos passeios e excursões. Desde simples passeios a pé pelo Centro
do Rio até à cidade de Petrópolis, que durante o Império e a Primeira
República era uma espécie de capital de verão do Brasil ou, ainda, passeios
de barco pelas baías de Guanabara e Itacurussá. Breve estarão na página
do Congresso na Internet ou, durante o Congresso, no stand do IAB no RioCentro. A
Mira Além
do Congresso no Riocentro que abrigará as exposições institucionais, isto
é, organizadas pelos departamentos do IAB, e a homenagem a Lelé, que empresta
seu nome ao evento, haverá cerca de trinta exposições espalhadas pela
cidade. Na pasta do Congressista você encontrará um mapa com a localização
de cada uma delas. Festas Além
do Rio ser uma festa permanente, onde a população se apropria do espaço
urbano como em nenhum outro lugar: churrasqueiras nas calçadas ou pagode
em esquinas movimentadíssimas não são difíceis de encontrar, haverá uma
programação de festas em homenagem aos Congressistas. A
rádio MPB FM está programando duas grandes festas na cidade, nas quais
os congressistas terão um considerável desconto e, ainda, um passaporte
para freqüentar, também com desconto, aos diversos shows promovidos pela
rádio. As
happy-hours nos restaurantes dos sofisticados shoppings de decoração da
Barra promoverão sessões musicais para alegria e gáudio de nossos congressistas.
A Barra é plena de locais como Hard Rock Café, Rock in Rio Café, New York
City Center e outros tantos locais de divertimento, digamos assim, globalizantes. No
Rio mais tradicional, a Lapa é hoje o principal reduto musical, onde inúmeras
casas se especializam do chorinho ao reagge e o samba de raiz avança ultimamente.
Muitas funcionam de dia como antiquários, o que para arquitetos é um encanto
a parte. É prática comum entre os jovens de grana curta não entrar em
lugar nenhum, tirar casquinha nas calçadas e comprar cerveja de isopor.
O dia amanhece com gente nas calçadas... Perto
dali, a Sala Cecília Meireles, a Escola de Música da UFRJ e, mais adiante,
o Teatro Municipal oferecem música erudita e balé. Enquanto
isso, no acampamento da Barra deve estar rolando um violão... Como
dissemos, a selva é o paraíso da biodiversidade. Chegar no Rio, como vimos,
é fácil. Já, sair... Dicas O Rio de Janeiro oferece variadas opções para o lazer noturno. Para aqueles que pretendem esticar no fim de semana ou curtir a noite carioca durante o Congresso aí vão algumas sugestões. Para os que pretendem permanecer no fim de semana, os principais jornais da cidade trazem, na sexta-feira, encarte com a programação cultural e de lazer da cidade. Restaurantes
e bares com charme carioca Nova
Capela, Av. Mem de Sá, 96 – Lapa Outras opções Pizza
Park, Cobal Humaitá / Cobal – Leblon Bares
com música Samba
e Chorinho Outros Ritmos Mistura
Fina, Av. Borges de Medeiros, 3207 – Lagoa Para dançar Melt,
Rua Rita Ludolf, 47 – Leblon Viagens Mac
Turismo, Rua México, 3/ 170 andar - Centro, Tel. 2544.6996 Telefones
úteis Polícia
Militar, 190 Nota 1 |
foto: Riotur – www.armazemdedados.rio.rj.gov.br/index.htm |
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