|
|
 |
|
Camillo
Sitte and the birth of modern city planning. George R. Collins
e Christiane Crasemann Collins. Columbia University / Random |
| |
|
|
| |
|
|
Adalberto
da Silva Retto Júnior: Foi amplamente demonstrado que alguns conceitos
chaves, como aquele de cidade-jardim, foram transformados durante o processo
de planificação urbana em algumas cidades. Por questões da cultura nacional
ou cultura profissional, o modelo sofre uma adaptação às “questões - urbanas”
já regionalmente consolidadas. Como se dão esses processos de transformações,
ou declinações?
Christiane
Crasemann Collins: A extensão e a transformação da cidade-jardim.
A adaptabilidade deste conceito inglês de planificação às regiões geográfica,
cultural, e climaticamente diversas foi verdadeiramente notável, particularmente
porque na maioria de casos conserva características reconhecíveis. A difusão
mundial da cidade-jardim provavelmente deriva do fato que responde a um
desejo e a uma esperança humana universal de possuir uma moradia cercada
por natureza e de viver próximas a outras pessoas com o mesmo modo de
pensar.
Nos
Estados Unidos da América a cidade-jardim assumiu a forma de subúrbio-jardim,
disseminando as implicações sociais do conceito original inglês. O subúrbio-jardim
Americano freqüentemente incluiu um centro cidadão com comércio, uma escola,
e um edifício administrativo ou uma igreja em torno a um "village
verde" ou praça. Foi este modelo que foi difundido em outros países
nas Américas e mesmo na Europa. Passei minha infância em uma cidade-jardim
genuína na periferia de Viña del Mar, Chile. Foi fundada por um homem
de negócios inglês. As ruas levavam nomes de árvores e as casas, de tamanho
modesto, tinham referências das “cottages”.
|
próxima
página
|
|