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| Entrevistados | Como participar | |||
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Adalberto da Silva Retto Júnior: Seu ensaio “Urban Interchange in the Southern Cone: Le Corbusier (1929) and Werner Hegemann (1931) in Argentina”, publicado no Journal of the Society of Architectural Historians, em junho de 1995, fornece uma grande quantidade de informação sobre o trânsito internacional das trajetórias transatlânticas. Qual a real contribuição desses personagens num âmbito internacional? Christiane Crasemann Collins: Difusão transatlântica e intercambio urbano. Naturalmente, não foram somente os viajantes os denominados big shots. Os homens de negócios e os estudantes que ao viajarem, freqüentemente tornaram-se professores, são peças importantes nesse processo. Entretanto, nem sempre encontramos seus registros. Por outro lado, os escritores e autores freqüentemente incluíam passagens informativas sobre cidades em seus romances, poemas, e outros escritos. Além disso, os seus diários e cartas enviadas aos parentes e amigos vinham contaminadas dessas idéias. Não é por acaso que uma pesquisa dessas fontes ganha relevância. Outro ponto importante aconteceu com o advento da fotografia, que fez com que as próprias fotos e cartões postais contribuíssem efetivamente para a disseminação do fluxo de imagens urbanas através dos oceanos. ASRJ: Quais são os meios específicos de circulação dos saberes da cidade, as suas tendências, seus efeitos? CCC: Alguns dos meios que contribuíram à circulação de idéias foram mencionados acima. Além disso, jornais ilustrados, mais do que livros, tornaram-se populares entre arquitetos, urbanistas e o público em geral. As mostras e conferências tiveram um papel importante no intercâmbio internacional e freqüentemente geraram publicações documentando estes eventos. |
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