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Werner
Hegemann and the search for universal urbanism, de Christiane
Crasemann Collins, 2005 |
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Adalberto
da Silva Retto Júnior: Sabe-se que para quem quiser conhecer a trajetória
de Heggeman, convém esclarecer, que a revisão de sua obra na historiografia
do urbanismo começa em meados dos anos setenta, com a republicação na
Itália de dois de seus textos principais: os catálogos das exposições
de 1910 e 1911 (Werner Hegemann, Catalogo delle esposizioni internazinali
di urbanística. Berlino 1910 e Düsseldorf 1911-12, Milano, Il Saggiatore,
1975). A esses, pode-se agregar o seu aporte que foi fundamental para
complementar o perfil de uma figura tão complexa como se nota no seu ensaio
“Hegemann and Peets: cartographers of an imaginary atlas”, sobre
seu trabalho nos Estados Unidos e sua colaboração com Albert Peets publicado
na introdução da reedição do The american Vitruvius: an architects’
handbook of civic art, 1988. Qual a contribuição de Hegemann para
a cultura urbanística latino americana?
Christiane
Crasemann Collins: Indubitavelmente, a publicação italiana (1975)
de trabalho de Werner Hegemann sobre as exposições de 1910 em Berlim e
Düsseldorf contribuiu a sua descoberta em muitos países, e também, até
certo ponto na Alemanha. Surpreendentemente, o nome de Hegemann ainda
hoje está na Alemanha, está ligado principalmente a Das steinerne Berlin.
Nos EUA ele é conhecido por seu The American Vitruvius: Civic Art
(1922), especialmente desde que foi re-publicado em 1988, que contribuiu
para a re-descoberta de Hegemann pelo New Urbanism Movement.
O
meu próprio conhecimento da importância de Hegemann na América Latina
é limitado à Argentina e é discutido em meu artigo (1995), "Urban
Interchange in the Southern Cone: Le Corbusier (1929) and Werner Hegemann
(1931) in Argentina". O artigo foi traduzido em espanhol e publicado
em ARQ 31,1995 (Santiago, Chile), e serviu como um alerta aos arquitetos
Chilenos da importância de Hegemann.
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