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The
american Vitruvius: an architects’ handbook, de Werner Hedgemann
e Elbert Peets. Hardcover, 1989 |
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Adalberto
da Silva Retto Júnior: Grande parte dos manuais de arquitetura, de
composição urbana e de projeto urbano assumiu uma perspectiva elementarista,
especialmente aqueles redigidos no clima positivista da segunda metade
até o final do séc. XIX, quando a relação entre o todo e as partes da
cidade era vista em termos menos problemáticos. Mais do que enfatizar
o clima positivista, estes manuais, já na segunda metade de 1800, assumem
um papel chave na construção do imaginário científico e social. Qual o
papel que assume atualmente a reedição do The american Vitruvius: an
architects’ handbook para o movimento que se denomina The New Urbanism?
Christiane
Crasemann Collins: Eu não posso responder a parte concernente às publicações
francesas e italianas, porque eu não tenho tanta familiaridade com elas.
Os New Urbanists inicialmente focalizaram a atenção sobre os planos
de Hegemann desenvolvidos para bairros residenciais como o de Washington
Highlands e Wyomissing Park, que refletem os conceitos da cidade-jardim
adaptada ao ambiente Americano. Vários planos e detalhes são mostrados
em The american Vitruvius. Mais recentemente, o New Urbanism
ampliou a sua preocupação levantando a bandeira da “utilização da forma
irregular” para projetar de lay-outs residenciais à civic art
(arte cívica) no centro das cidades. A inspiração vem dos exemplos ilustrados
em The american Vitruvius: civic art, e do ensaio de Hegemann sobre
“Civic Art” de Camillo Sitte, incluído como o primeiro capítulo no seu
volume.
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