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Luca Panhota
jan/fev/mar 2009
ano 10, vol. 37, p. 072
  Introdução
  Tornando-se arquiteto nos EUA
  Trabalhando em Nova Iorque
  Um grande escritório
  Projetos relevantes
  Créditos
 
Banco UBS. Lobby. Fotografia de Nick Lehoux pela Gensler.

Apresentação
César Sartorelli

A arquitetura contemporânea vive há certo tempo o processo de Globalização do seu mètier, através de escritórios que num primeiro momento tem uma clientela internacional. Além dos clientes e concursos dos quais participam, a divisão de trabalho entre projeto, seu detalhamento e sua realização também se divide em várias equipes especializadas distribuídas por outros tantos países. Regra geral se situam em cidades globalizadas, como Nova Iorque, Londres, Paris, Amsterdã, etc.

Pensando na importância desse métier no contexto atual e em como ele acontece, estamos aqui entrevistando um arquiteto brasileiro que nos revela o cotidiano e a realidade de um grande escritório globalizado de arquitetura e urbanismo em Nova Iorque, onde trabalha.

Luca Panhota nasceu em São Paulo em 1967 e reside nos Estados Unidos desde 1998. Formou-se em arquitetura pelo Instituto Pratt de Nova Iorque em 2004. Apesar de ser um arquiteto recém-formado, em curto espaço de;tempo conquistou um lugar ao sol,;muito bom, aliás, dentro do competitivo;mercado de trabalho de Manhattan, tendo sido premiado em 2008 pela Associação Internacional de Design de Interiores de Nova Iorque. ;Atualmente está coordenando a execução de seu projeto para um hotel da rede W em Amã, Jordânia dentro do escritório de arquitetura Perkins+Will.

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  Saraya. Vista geral. Maquete eletrônica de Perkins + Will.
     
 
         
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