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UBS. Lobby. Fotografia de Nick Lehoux pela Gensler. |
Apresentação
César Sartorelli
A arquitetura
contemporânea vive há certo tempo o processo de Globalização do seu mètier,
através de escritórios que num primeiro momento tem uma clientela internacional.
Além dos clientes e concursos dos quais participam, a divisão de trabalho
entre projeto, seu detalhamento e sua realização também se divide em várias
equipes especializadas distribuídas por outros tantos países. Regra geral
se situam em cidades globalizadas, como Nova Iorque, Londres, Paris, Amsterdã,
etc.
Pensando
na importância desse métier no contexto atual e em como ele acontece,
estamos aqui entrevistando um arquiteto brasileiro que nos revela o cotidiano
e a realidade de um grande escritório globalizado de arquitetura e urbanismo
em Nova Iorque, onde trabalha.
Luca Panhota
nasceu em São Paulo em 1967 e reside nos Estados Unidos desde 1998. Formou-se
em arquitetura pelo Instituto Pratt de Nova Iorque em 2004. Apesar de
ser um arquiteto recém-formado, em curto espaço de;tempo conquistou um
lugar ao sol,;muito bom, aliás, dentro do competitivo;mercado de trabalho
de Manhattan, tendo sido premiado em 2008 pela Associação Internacional
de Design de Interiores de Nova Iorque. ;Atualmente está coordenando a
execução de seu projeto para um hotel da rede W em Amã, Jordânia dentro
do escritório de arquitetura Perkins+Will.
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Saraya.
Vista geral. Maquete eletrônica de Perkins + Will. |
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