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Habitação Popular – Concurso Público Nacional de Anteprojetos no Estado do Amazonas
Manaus, 10 de junho de 2005

3º lugar – Trabalho nº 24 – IAB/SP
Renata Davi da Silva, Ricardo Ribeiro da Silva, Thiago Seiji Yamaue de Angeli, Carlos Eduardo Reinis e Bruno Silva Balthazar (estudante)

Perspectiva

 

Sustentabilidade arquitetônica

Neste projeto a preocupação da racionalização energética se dá desde a escolha dos materiais construtivos, que se baseia no baixo consumo energético do componente desde sua produção, consumo na obra, até seu eventual descarte.

Diagrama conceitual

 

Diagrama conceitual

 

Sendo assim, a opção pelo uso da madeira apóia-se não somente na possibilidade de um ciclo produtivo altamente sustentável, utilizando um material renovável e de baixo consumo energético, mas busca ao mesmo tempo, derrubar o preconceito que restringe o uso desse material na habitação popular, inserindo-o como elemento de qualificação.

  Estudos de insolação
     

Em relação à racionalização do consumo energético pelo usuário, dado ao fato do módulo ser provido de venezianas em todas as suas faces, as mesmas podem permanecer abertas o tempo todo e durante o dia não será necessário o uso de iluminação artificial, pois a luz difusa que permeará pelas aberturas será suficiente. Com isso a ventilação natural também será otimizada, minimizando o uso de condicionamento de ar mecânico.

Croqui da quadra

 

Outro fator atenuante para o consumo de energia de rede pública, será a implantação de conjunto de células fotovoltaicas incorporado ao biodigestor (produção de gás metano que será usado como fonte de energia), para agrupamento de casas, abastecendo iluminação de rua e eventuais equipamentos públicos.

Croquis da fachada e da fachada com o rio no leito maior

 

O módulo proposto conta com captação de águas pluviais individual para cada unidade, incorporado ao abastecimento público, com capacidade para filtrar e armazenar a precipitação diária (500 litros), proporcionando economia no consumo fora dos períodos de estiagem.

  Croqui do corte
     

Com intuito de melhorar as condições de saneamento, juntamente com o conjunto de células fotovoltaicas, haverá um biodigestor que receberá os efluentes de agrupamento de casas e fará seu tratamento antes que seja despejado na rede pública, podendo-se daí aproveitar material orgânico gerado para agricultura (hortas comunitárias, manejo ambiental, etc.), além de reuso da água para fins não potáveis.

 

Perspectiva

     

Ficha Técnica

Equipe
Arquitetos Renata Davi da Silva, Ricardo Ribeiro da Silva, Thiago Seiji Yamaue de Angeli e Carlos Eduardo Reinis; Estudante de Arquitetura Bruno Silva Balthazar; Eng. Carlos Eduardo Reinis

Implantação

 

Plantas do módulo

 

Corte transversal

 

Corte longitudinal

 

Vistas

 

Vista lateral

 
 
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  Data da notícia: 18/06/2005 – Fonte: Equipe premiada / São Paulo SP Brasil