3º
lugar – Trabalho nº 24 – IAB/SP
Renata Davi da Silva, Ricardo Ribeiro da Silva, Thiago Seiji Yamaue
de Angeli, Carlos Eduardo Reinis e Bruno Silva Balthazar (estudante)

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Perspectiva |
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Sustentabilidade
arquitetônica
Neste
projeto a preocupação da racionalização energética se dá desde
a escolha dos materiais construtivos, que se baseia no baixo consumo
energético do componente desde sua produção, consumo na obra,
até seu eventual descarte.

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Diagrama
conceitual |
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Diagrama
conceitual |
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Sendo
assim, a opção pelo uso da madeira apóia-se não somente na possibilidade
de um ciclo produtivo altamente sustentável, utilizando um material
renovável e de baixo consumo energético, mas busca ao mesmo tempo,
derrubar o preconceito que restringe o uso desse material na habitação
popular, inserindo-o como elemento de qualificação.
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Estudos
de insolação |
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Em
relação à racionalização do consumo energético pelo usuário, dado
ao fato do módulo ser provido de venezianas em todas as suas faces,
as mesmas podem permanecer abertas o tempo todo e durante o dia
não será necessário o uso de iluminação artificial, pois a luz
difusa que permeará pelas aberturas será suficiente. Com isso
a ventilação natural também será otimizada, minimizando o uso
de condicionamento de ar mecânico.

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Croqui
da quadra |
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Outro
fator atenuante para o consumo de energia de rede pública, será
a implantação de conjunto de células fotovoltaicas incorporado
ao biodigestor (produção de gás metano que será usado como fonte
de energia), para agrupamento de casas, abastecendo iluminação
de rua e eventuais equipamentos públicos.

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Croquis
da fachada e da fachada com o rio no leito maior |
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O
módulo proposto conta com captação de águas pluviais individual
para cada unidade, incorporado ao abastecimento público, com capacidade
para filtrar e armazenar a precipitação diária (500 litros), proporcionando
economia no consumo fora dos períodos de estiagem.
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Croqui
do corte |
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Com
intuito de melhorar as condições de saneamento, juntamente com
o conjunto de células fotovoltaicas, haverá um biodigestor que
receberá os efluentes de agrupamento de casas e fará seu tratamento
antes que seja despejado na rede pública, podendo-se daí aproveitar
material orgânico gerado para agricultura (hortas comunitárias,
manejo ambiental, etc.), além de reuso da água para fins não potáveis.
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Perspectiva |
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Ficha
Técnica
Equipe
Arquitetos Renata Davi da Silva, Ricardo Ribeiro da Silva, Thiago
Seiji Yamaue de Angeli e Carlos Eduardo Reinis; Estudante de Arquitetura
Bruno Silva Balthazar; Eng. Carlos Eduardo Reinis

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Implantação |
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Plantas
do módulo |
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Corte
transversal |
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Corte
longitudinal
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Vistas
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Vista
lateral
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