Menção
honrosa – Trabalho nº 18 – IAB/RJ
Mauro César de Oliveira Santos, Ubiratan da Silva Ribeiro de Souza,
Luiz Fernando de Almeida Freitas, Ana Carolina Amaral Martins,
Luciana Mota Beck
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Perspectiva
mostrando a implantação do conjunto |
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Apresentação
do projeto
O
Projeto de habitação de interesse social ora proposto objetiva
atender a parcela da população manauara, especialmente aquele
segmento com renda familiar mensal de até três salários mínimos,
como parte das políticas e ações públicas governamentais e em
parceria com a iniciativa privada, voltadas ao atendimento das
demandas habitacionais locais.
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Variação
tipológica do projeto |
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Procuramos
expressar o respeito ao meio ambiente natural, patrimônio de toda
a Humanidade, e aos processos histórico-culturais da urbanização
do município de Manaus.
Reconhecendo
o rico potencial dos assentamentos edificados pelos variados segmentos
sociais, o projeto proposto ressalta a possibilidade de diálogo
e a comunhão entre o meio antrópico, no qual a sociedade traça
as suas necessidades e desejos, e o meio natural, biótico, este
tão singular e generosamente manifestado pela exuberante floresta
e pelas águas serpenteantes do Rio Negro.
Conceitos
O
conceito de sustentabilidade, marco referencial básico para as
complexas e diversificadas atividades humanas, abriga a perspectiva
estratégica de realização coletiva de um desenvolvimento que satisfaça
as necessidades das gerações presentes, sem comprometer a possibilidade
de satisfação das gerações futuras, o que significa focar a satisfação
de tais necessidades humanas básicas, a equidade inter e intragerações,
o desenvolvimento econômico e a conservação do capital ambiental.
O
projeto baseia-se filosoficamente nos princípios geradores da
cultura local, combinados com concepções de sustentabilidade,
oferecendo aos moradores um habitat saudável, como direito fundamental
de todos, preconizado pela nossa Constituição Federal.
Partiu-se
do pressuposto de que a expressão da vontade do morador será tanto
mais efetiva quanto mais diversas forem as opções de apropriação
dos espaços e ambientes no interior das unidades, no terreno individual
e no entorno.
Buscaram-se
soluções inovadoras objetivando a qualidade ambiental da habitação,
um menor impacto no seu entorno e na comunidade, e a racionalização
do projeto através de um sistema flexível, garantindo a valorização
dos aspectos estéticos, a socialização dos espaços e a preservação
da individualidade de cada unidade.
A
racionalização do sistema construtivo manifesta-se com a conjugação
de materiais convencionais ofertados pelo mercado local, de técnicas
construtivas tradicionais e de custo compatível com as características
da habitação popular.
A
conjugação e articulação do potencial das tipologias habitacionais
e o sistema construtivo propostos permitem estabelecer diferentes
plantas internas, de maneira a participação dos usuários no desenho
e redesenho de suas habitações de acordo com suas necessidades
e vontades, expressando sua individualidade, no interior e no
exterior, especialmente na volumetria e nas fachadas e na ocupação
e apropriação das áreas remanescentes do lote, sem comprometimento
da qualidade do ambiente resultante.
O
projeto baseou-se nos elementos constitutivos do desenho sustentável
nas categorias de desenvolvimento urbano bioclimático, na ventilação
natural, nas condições de insolação, nas características e peculiaridades
dos regimes de chuvas e em uma geometria que garanta a permeabilidade
da estrutura de urbana.
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Croqui
mostrando ventilação e insolação |
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A
unidade interage com o meio e intensifica a ventilação natural
através de uma implantação com afastamento lateral de 2 metros
a cada 2 casas. Diante da possibilidade de implantação em orientações
diversas, apresenta aberturas variáveis, proteções solares e especificação
criteriosa de materiais especialmente no envelope da edificação.
Buscou-se
ainda tirar o máximo proveito do potencial climático da região
obtendo as maiores contribuições no uso eficiente e na racionalização
da energia, sem deixar de garantir conforto aos usuários. Assim
como na arquitetura, este processo compõe-se de diversos outros
mecanismos, também determinantes, como o uso racional da energia
na edificação entre eles estão: o aquecimento solar da água, a
captação e utilização da água das chuvas.
O
reuso do esgoto secundário, as águas do chuveiro, lavatório e
tanque, poderia ser promovido por meio de sistema integrando um
conjunto de unidades habitacionais, visando o barateamento nos
processos de instalação e manutenção, ao invés de sistemas domésticos
individuais, mais caros e de difícil controle sanitário.
A
implantação e incentivo aos procedimentos de armazenagem seletiva
dos resíduos domésticos seriam articulados ao sistema público
de coleta e disposição final. No lote, unidade básica do sistema,
além disso, seria realizado o aproveitamento de parte do material
orgânico, como do material de varrição, podas, etc., e parte de
resíduos orgânicos domésticos produzidos na preparação e consumo
de alimentos, com a utilização de processos domésticos de biocompostagem
para a produção de adubo orgânico destinado ao jardim e/ou horta
caseiros. Tal sugestão requer atenção especial com o controle
sanitário, face aos riscos de contaminação dos lençóis freáticos
e do solo e subsolo, em face das características de urbanização
(como lotes de dimensões reduzidas), o elevado índice pluviométrico
e a conformação dos núcleos de vizinhança.
Na
garantia da funcionalidade e utilização da habitação pautou-se
pelos princípios do desenho universal, objetivando a acessibilidade
dos futuros moradores no seu direito de ir, vir e utilizar o meio
construído, com autonomia, conforto e segurança.

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Fachadas |
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Respeitando-se
a diversidade e as diferenças como atributos humanos, buscou-se
na simplicidade das soluções arquitetônicas valorizar a dimensão
humana de todos os elementos do ambiente construído, como preconiza
o Estatuto do Idoso e a Lei de Acessibilidade.
A
geometria e dimensionamento de todos as dependências, especialmente
daquelas situadas no pavimento térreo, estão condicionados aos
requerimentos dos usuários, considerando-se a ampla e diversificadas
características antropométricas, sensoriais e de mobilidade, seja
nos campos psicológico e emocional, dos usuários.
Tecnologia
da construção
Respeitando-se
as características sócio-culturais da população-alvo, com renda
familiar mensal de até três salários mínimos e os aspectos econômico-financeiros
inerentes, optou-se por soluções construtivas que aliam à garantia
das condições básicas de conforto, segurança e acessibilidade
aos padrões de uma habitação economicamente viável tanto na sua
produção (construção em economia de escala), quanto na sua utilização
e manutenção por parte dos futuros usuários.
Os
materiais empregados também são adequados às condições objetivas
e subjetivas geradas pela vida cotidiana das famílias usuárias.
As
fundações são em radier de concreto armado com laje dupla.
A
estrutura e todas as paredes são em blocos cerâmicos de
fabricação local, nas dimensões de 29 x 14 x 19, garantindo estabilidade
e segurança, além de comprovado desempenho térmico.
Os
tetos no pavimento térreo são em laje mista pré-fabricada
(vigotas em concreto e tijolo cerâmico com recobrimento em concreto).
No pavimento superior, optou-se pela instalação de forro ventilado
em lambris de madeira com estrutura em peças do mesmo material
e da colocação de tela de nylon tipo mosquiteiro (prevenção a
insetos e pequenos animais nocivos).
A
cobertura do corpo principal (quartos) é em telha cerâmica tipo
duplan (italiana), sobre estrutura em madeira tratada, garantindo
excelente desempenho térmico e redução dos custos da construção
e manutenção. Em toda a extensão das empenas do telhado são aplicados
cobogós tipo veneziana em concreto, garantindo a eliminação da
massa de ar quente em seu interior e, conjugado ao forro ventilado,
permite a exaustão de ar dos quartos.
Na
caixa de escada optou-se pela execução de laje mista pré-fabricada,
já que a mesma, a ser utilizada como suporte das placas do sistema
de aquecimento solar, ficam protegidas dos raios solares, garantindo
eficiente conforto térmico e simplificando e barateando os custos
de construção. A aplicação de cobogós em concreto tipo veneziana
na parte superior das paredes externas do corpo da escada permite
a exaustão (efeito chaminé) do ar quente deste e dos demais compartimentos
da habitação.
Os
pisos são em cimentado desempenado liso e coloridos, com juntas
fundidas na execução.
Todas
as esquadrias são em madeira e obedecem a um padrão modular.
As
janelas na sala e nos quartos possuem na sua porção principal
duas folhas de abrir em veneziana (externas) e duas vidro (internas).
Na parte inferior possuem duas folhas de venezianas fixas (externas)
e duas chapas em madeira prensada de abrir (interna) que também
são utilizadas nas bandeiras basculantes, possibilitando o pleno
controle da iluminação e ventilação naturais.

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Croqui
das posições do telhado pra colocação das placas de aproveitamento
de energia solar |
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No
banheiro e cozinha-copa adotou-se o sistema de basculantes com
vidro.
A
porta da sala é de duas folhas, externa em veneziana e interna
em vidro, com bandeira basculante de madeira prensada. A cozinha-copa
possui para o interior da casa uma porta em veneziana com basculante
em vidro, o mesmo ocorrendo com o banheiro, e para o exterior
porta com veneziana na parte inferior e vidro na porção superior,
com bandeira basculante em vidro. Nos quartos as portas são de
veneziana e bandeira basculante em madeira prensada.
Todas
as venezianas e basculantes voltadas para o exterior são providas
de tela de nylon tipo mosquiteiro em suporte de madeira.
As
duas caixas d’água são em fibra de polietileno, uma como reservatório
de água potável e outra que armazena a água das chuvas, após filtragem.
A
concepção
As
condições climáticas do local exigem do projeto o uso intenso
da ventilação, sendo trabalhada a ventilação cruzada em todos
os ambientes. A forma da cobertura produz um colchão de ar, diminuindo
a incidência de calor nas unidades, além de possibilitar uma volumetria
marcante. O telhado foi estruturado com o uso de cobertura leve
refletora, através do emprego de telha cerâmica não-esmaltada
sobre forro de madeira ventilado em toda a extensão e nas duas
fachadas opostas, gerando proteção eficiente para a radiação solar
incidente na cobertura.
A
intensidade e características do regime de chuvas impõem cuidados
específicos, seja quanto às características das coberturas, proteção
das esquadrias e vãos, seja quanto às instalações do sistema de
aproveitamento das águas pluviais.
O
programa
A
unidade habitacional básica é composta por 2 tipologias, casa
térrea e casa em dois pavimentos.
O
módulo básico e comum é composto por sala, cozinha e banheiro.
A
partir deste módulo temos as possibilidades de ampliação horizontal
e vertical, evoluindo de 1, 2, 3 ou 4 quartos, com inúmeras combinações,
garantindo diversidade de planta e volumetria, conforme a necessidade,
anseios e disponibilidades econômico-financeiras de seus usuários
e dos agentes financiadores.
A
implantação
O
projeto foi desenvolvido para um terreno de 8 metros de testada
por 20 metros de fundos, permitindo a implantação das unidades
habitacionais, orientadas de forma a contemplar as diversas orientações
solares.
Na
proposta de agrupamento das unidades procurou-se uma implantação
que valorizasse o espaço e a iluminação natural, não impedisse
o acesso de eventuais ventos incidentes, associada a uma organização
em fita, (vila ou rua) com todas as frentes voltadas para este
espaço de uso coletivo e público.
As
residências possuem jardins e área destinada a uma possível guarda
de veículo.
O
espaço da rua cria um ambiente que valoriza o contato social a
convivência comunitária. A vila cria espaços protegidos para as
crianças brincarem, impõe restrições ao tráfego de veículo e garante
segurança através do domínio e controle espacial.
A
unidade habitacional
Os
ambientes da unidade habitacional foram dimensionados e articulados
entre si no sentido de obter uma planta compacta, otimizando as
circulações verticais e horizontais e garantindo os espaços mínimos
necessários para a localização e utilização do mobiliário e dos
equipamentos e básicos.
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Plantas
baixas humanizadas |
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Os
vãos de portas e janelas foram posicionados e dimensionados de
modo a permitir que os moradores idosos, crianças, portadores
de deficiência ou com mobilidade reduzida, temporária ou permanente,
possam acessar e utilizar todas as dependências do pavimento térreo,
sem a necessidade de uma tipologia ou resolução projetual específica
para atender aos ditames jurídico-legais e normativos no que tange
à acessibilidade.
O
deslocamento do eixo da escada formando um ângulo de 45° com a
fachada lateral possibilitou a redução da área construída, redirecionando
os ventos e potencializando a ventilação natural das unidades
vizinhas, assim como a acomodação, em um mesmo bloco, do sistema
de placas de aquecimento solar, de sistema de ventilação cruzada
e efeito chaminé, de implantação de cisterna de água das chuvas
e sistemas de recalques e a utilização de parte da área sob o
segundo lanço da escada como copa.

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Cortes
AA e BB |
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Sustentabilidade
arquitetônica
A
utilização da sustentabilidade arquitetônica tem como maior finalidade
a racionalização do uso de energia e recurso naturais.
Projetou-se
um sistema de ventilação com vãos compatíveis aos ambientes, aberturas
na caixa da escada e a colocação de forro ventilado no segundo
pavimento, afastado das paredes, facilitando desta forma a circulação
e renovação do ar no interior da moradia.
O
alto índice pluviométrico da região possibilitou a captação da
água da chuva. O carneiro hidráulico foi o dispositivo suplementar,
conjugado a uma bomba elétrica, para bombear a água até o reservatório
superior. Tal dispositivo é prático, barato e de pouca manutenção,
além de não necessitar energia elétrica para o seu funcionamento.
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Croqui
do esquema de capitação de água da chuva |
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Os
reservatórios estão localizados sob o telhado do corpo principal,
acima do forro ventilado, juntamente com o boiler do sistema de
água quente, racionalizando e simplificando as instalações, além
de aproximas tanto das placas quanto aos pontos finais de consumo:
banheiro e cozinha.
Aspectos
jurídicos e institucionais
A
base jurídica e institucional do projeto compreende os seguinte
diplomas: Plano Diretor do Município de Manaus, legislação edilícia
municipal, Estatuto da Cidade, Estatuto do Idoso, Lei de Acessibilidade,
Normas técnicas como a ISO 1400, demais normas edilícias e urbanísticas,
além da NBR 15220-3/2005 desempenho térmico de edificações (Parte
3: zoneamento bioclimático brasileiro e diretrizes construtivas
para habitações unifamiliares de interesse social).
Soluções
de sustentabilidades / quadro resumo
- Obtenção
de ambiente compatível com as necessidades dos usuários na maior
parte dos dias do ano sem necessidade de uso de complementos
artificiais, e altura de cômodos permitindo seu uso com eficiência
(ventiladores de teto) ou localização adequada para os aparelhos
de AC (prescritos pelo diagnóstico climático e Norma BNT NBR
15220) se, quando desejados;
- Redução
da carga térmica incidente sobre as empenas laterais, através
do processo de “geminação” e conseqüente aumento dos corredores
de ventilação interlotes;
- Uso
de paredes leves refletoras.
- Dimensionamento
e sombreamento externo das aberturas, permitindo nos quartos
a entrada de Sol seletivo higiênico até às 10 horas (depois
das 16h), necessário em clima tropical úmido;
- Complementação
com o uso de venezianas, para permitir a co-existência de obscuridade
e ventilação (uso noturno);
- Uso
de cobertura leve refletora, através do emprego de telhas cerâmicas
não esmaltadas (benefício suplementar de redução, por evaporação,
da energia solar incidente) sobre forro de madeira ventilado
em toda a extensão e nas duas fachadas opostas; gerando proteção
eficiente para a Radiação solar incidente na cobertura;
- Incremento
do acesso aos ventos externos para ventilação cruzada pela geometria
da escada, quando em condições não favoráveis de ventilação;
- Boa
ventilação permanente em toda a edificação – através das bandeiras
superiores, com possibilidade de ajuste da ventilação ao nível
do usuário nas janelas e bandeiras inferiores;
- Favorecimento
da ventilação cruzada permanente através da existência de portas-venezianas
e saídas para o forro dos principais ambientes;
- Escoamento
do ar quente pelo incremento do processo de termo-sifão gerado
pela existência de escada com saída superior;
- Aumento
do nível de iluminação no fundo dos quartos, atendendo as condições
normativas para leitura e escrita na maior parte dos dias do
ano;
- Redução
do número de horas de iluminação artificial nos quartos, através
do uso do beiral luminoso/ prateleira luminosa/light shelf;
associado à refletância das paredes e teto;
- Redução
do ofuscamento em ambientes de leitura/estudo próximo à janela
através do uso do beiral e do deslocamento do pavimento superior;
- Redução
da energia utilizada para cocção e lavagem de pratos na cozinha,
através do uso de aquecimento solar ;
- Não-utilização
de chuveiro elétrico ou aquecedor a gás, através do uso de aquecimento
solar;
- Redução
do consumo de energia elétrica para bombeamento de água, através
do uso do sistema de carneiro hidráulico para abastecimento
de caixa suplementar para consumo parcial da edificação (descarga
sanitária e torneira de jardim e lavagem geral)
- Redução
do uso de água potável tratada, pelo re-uso das águas pluviais;
- Redução
do impacto da chuva sobre o sistema de esgotamento pluvial urbano
pela re-utilização das mesmas e uso de cisterna auxiliar.
Ficha
Técnica
Projeto
Concurso Público de Anteprojetos de Habitação Popular
Local
Manaus AM
Data
do projeto
2005
Área
do terreno
160 m²
Arquitetura
Mauro César de Oliveira Santos (coordenador); Ubiratan de Souza,
Luiz Fernando Freitas, Ana Carolina Martins, Luciana Beck (arquitetos);
Luciene Gomes, Ludmila Correia e Diogo Caprio (estagiários)
Conforto
Ambiental
Claudia Barroso-Krause
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