Menção
Honrosa – Projeto: PR 1033 – São Paulo SP
Equipe: Héctor Vigliecca, Luciene Quel, Ruben Otero, Lílian Hun, Ana
Carolina Penna, Ronald Werner Fiedler e Gabriel Azevedo Farias
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Implantação
geral |
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“....
as cidades são o ambiente da existência, sabemos que a relação positiva
ou negativa com o ambiente determina a saúde física, psíquica e moral
dos indivíduos e dos grupos sociais”
Giulio Carlo Argan
Conceitos
gerais
Cidades
não permanentes: Cidade é a superposição da construção simultânea
e instável de contraditórios interesses sincréticos, e onde irremediavelmente
predominam as disputas no marco de uma cultura predominantemente mercantilista.
Cidades
competitivas: Construções urbanas, são repetidamente pensadas para
desencadear competições patrimoniais, valores territoriais e espaciais,
públicos e privados, que ficam intimamente associados à resultante da
relação custo-benefício.
Materialização
de um objetivo urbano: Ações efetivas do poder público, simultaneamente
sobre áreas privadas e públicas, são motores de transformação, pois
arriscam e demonstram que o planejado e desejado é viável e vantajoso.
A
escala: As transformações de uma grande metrópole, com exceção das
ações rodoviárias de macro escala, somente são possíveis através de
ações pontuais de pequena e mediana escala e com recortes definidos,
as quais inexoravelmente vão contaminar e determinar o todo, e não ao
contrário, que se demonstra totalmente ineficaz para as ações concretas.
Os
investimentos: Investimentos nestas intervenções pontuais só se
mostram possíveis e convenientes com a somatória de pequenos, médios
e grandes investidores, participação que terá como contrapartida a valorização
do próprio investimento, e no fim, a qualificação da própria cidade.
Ética:
No âmbito da cultura descrita acima, nos cabe o desafio de tentar restabelecer
questões intrínsecas à urbanidade, sem desconhecer, no entanto, os modelos
de mercado onde estamos inseridos de modo indissociável e que fazem
possível estas operações.
O
valor do desenho: Leis ordinárias não garantem os melhores espaços
urbanos. A legislação e as normativas que se constituem a partir de
conceitos abstratos, restrições e coeficientes, não representam qualidades
morfológicas e espaciais, as quais como arquitetosnos interessam.
Paisagem
urbana: Não existe o paisagismo urbano como técnica autônoma. O
paisagismo está, ou deve estar, incluído em qualquer raciocínio sobre
as questões urbanísticas e arquitetônicas. A confusão estabelecida pelo
modernismo, onde a paisagem e arquitetura formam uma dicotomia, manifesta-se
culturalmente numa irrelevante atitude maniqueísta.
Questões
essenciais
Como
construir cidadania?
Pela
auto-estima que se manifesta por meio de uma identidade, legibilidade
e condições ambientais: os espaços vazios, o parque, o museu, os passeios,
a bienal do paisagismo conceitual, os espetáculos ao ar livre.
Como
recuperar valores intrínsecos da urbanidade?
Através
do desenho, e da recuperação de valores morfológicos arcaicos.
Como
construir um roteiro de etapas que nos permita comprometer um destino
físico desejável sem cair no urbanismo fatal dos projetos virtuais que
“engessam” o futuro?
O
motor da transformação corresponde à criação inicial de um elemento
qualificador emblemático, que conecta diversas situações e morfologias,
e se verifica como gatilho de um processo irreversível.
Como
encontrar instrumentos de trabalho, sobre uma cidade em velocidade constante
de construção, decadência e demolição?
Pela
identificação e construção visível de uma infra-estrutura de
suporte como determinante do desenho. Evidenciando a geografia subjacente
e sua capacidade topológica de desdobramentos. Estabelecendo diferentes
escalas de investimentos e gerindo uma somatória propositiva.
Como
assegurar através de uma normativa simples as qualificações volumétricas
adequadas?
Pela
“formatação” da legislação, e a construção de uma tipologia
crítica (“formalização híbrida”). Legislação propositiva
sem restrições, um instrumento claro de negociação, sem as perdas dos
direitos estabelecidos no Plano Diretor.
Como
agir e gerir uma transformação urbana sendo a cidade um local de diversidade
cultural e conflitos, mas que de homogeneidade e consenso?
Pelo
conceito de “cidade transparente”, no qual o confronto de
interesses não entra em conflito; o que cada empreendimento oferece
ao âmbito da cidade, ela o devolve acrescido.
Como
construir o bairro ideal para a cidade do futuro?
Invertemos
a pergunta: Que pode contribuir um bairro para o futuro da cidade?
Pela superposição de escalas de atividades, micros locais, locais, regionais
e metropolitanas; superposição que agrega uma visão solidária às ações
pontuais propostas.
Para
construção de uma ética operativa
- Manejos*
das oportunidades
- A
mobilidade como estrutura visível
- A
geografia como determinante histórica
- O
solo como plano suporte de valor insubstituível
- A
identificação das ações topológicas.
- A
estrutura dos espaços públicos como instrumento de interação social.
- Impacto
zero nas condições ambientais
(*)
Manejos no sentido de manobras, astúcias, artimanhas da administração
e gestão de um empreendimento. Buarque de Holanda
Solo
público
- A concepção:
o ponto de partida foi a definição de um locus urbano que seja a intervenção
emblemática de uma região. O Parque foi concebido como obra prioritária
e irreversível definida juridicamente como espaço público de uso público.
Num âmbito urbano de alta densidade e analisado na escala metropolitana,
este parque define-se como uma necessidade estrutural e social dessa
região de São Paulo. Conceitualmente este parque se configura como
uma pausa, um vazio, para conectar-se com o horizonte e a natureza,
e um lugar de encontro com outras dinâmicas. Além do valor de seu
próprio desenho ele se baseia em uma vontade pedagógica: dar valor
estético aos princípios ecológicos, como o uso das águas pluviais.
A construção de uma “ilha cultural” propõe o reequilíbrio
ambiental e a recuperação de nossa cultura com a introdução de flora
e fauna selecionadas do rico repertório endêmico brasileiro.
- A estrutura
dos espaços verdes: propõe-se as áreas verdes como um desenho de limites
claramente definidos, sem solução de continuidade, estabelecendo assim
uma estrutura integradora.
- O “tapete
verde”: a proposta explora a idéia de verde como manifestação
cultural. E não como reprodução pitoresca de uma natureza perdida.
- A “Bienal
do “paisagismo conceitual”: espaço reservado privado com
acesso público a ser administrado pela SPE e Patrocinado pela Associação
Brasileira de Arquitetos Paisagistas, para um evento nacional permanente
com rotação bi-anual destinado exclusivamente a uma mostra ao vivo
das obras dos paisagistas brasileiros.
- Praça das feiras
e Coreto: dentro do limite do parque define-se uma área específica
para o uso de eventuais feiras e um coreto para manifestações populares.
Este espaço está definido entre as áreas residenciais e as áreas esportivas
(Clube Nacional).
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Perspectiva
geral do parque |
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Solo
privado
- A concepção:
definição dos coeficientes e usos inicia-se com o estabelecimento
de um centro de gravidade, um vazio (o parque), e uma distribuição
ponderada de densidades entorno dele. Com uma clara distinção da ocupação
do solo: com taxas de ocupação máximas nos setores formalizados pela
quadrícula, em perfeito contraste ou diálogo com os grandes espaços
vazios.
- Formatação
da legislação: definimos uma morfologia básica das edificações
que chamamos de “o quarteirão híbrido”.
Os
usos serão mistos, com comércios de pequena escala sem restrições de
zona, e as relações de volumetria determinadas por uma limitação clara
de gabaritos, distanciamentos e condições de insolação.
Os
desenhos expostos são cenários do potencial de combinações. Sem perda
dos direitos estabelecidos na lei.
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Quadras
típicas |
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As
intersecções e escalas dos eventos
O
projeto define espaços para a oferta de diferentes tipos de eventos
que poderão atingir diversas escalas para a população local da região
ou da cidade como um todo, devidamente ponderadas as condições de segurança
não invadindo os territórios residenciais locais.
- O lazer.
Amplos passeios para o andar. Ciclovias, áreas de esportes e descanso.
- O museu das
Águas. Espaço destinado à educação e mostra do histórico do tratamento
dos rios e córregos de SP, com maquetes em movimento, acervo histórico
e arqueologia da geografia primordial.
- O lago.
Resultado da movimentação ponderada de terra, para reservatório de
águas pluviais e eventual caixa de retenção.
- Espetáculos
ao ar livre. O lago será o marco paisagístico para a localização
da estrutura do museu e a platéia será o plano inclinado do tapete
verde do parque.
- Os esportes.
Incentivar o Clube existente por meio de novos investimentos e incorporação
de mais áreas para gerar um equipamento de excelência em troca de
uso público livre para a população em geral.
Etapas
de implantação
Etapas
estão pensadas como fatores de estimulação da transformação, incluindo
as condições do desenho irreversíveis desde as definições infra-estruturais
até as normativas.
A
oferta de investimentos
Analisando
outras áreas semelhantes na cidade de São Paulo verificamos que os investimentos
necessários para uma transformação urbana deve viabilizar o acesso a
diversas escalas de investimentos.
Drenagem
plúvio-fluvial
Considerações
gerais
A
área relaciona-se com o rio Tietê e com dois de seus afluentes da margem
esquerda. O de jusante: Água Branca, e o de montante: Água Preta. Este
último hoje recebe apenas parte de seu “histórico” sub-afluente
Sumaré, através de tubulação que percorre a Rua Turiassu.
Ações
na área foco
No
sistema de drenagem na área foco do projeto, além das captações e conduções
pluviais adequadas, haverá dois eixos de fluxo dirigidos para o rio
Tietê: Água Preta e Água Branca. Junto a cada um será implantado um
reservatório de retenção que, dada a contaminação e poluição de seus
caudais, terá, de início, apenas a função de acumulação seguida de lento
esgotamento.
Reservatório
do Córrego Água Branca: Propõe-se à montante da travessia da Av. Marquês
de São Vicente sem necessidade de aumentar suas passagens sob a Av.
Marquês de São Vicente e a Marginal Tietê.
Reservatório
do Córrego Água Preta: Propõe-se à montante da travessia da Av. Francisco
Matarazzo, evitando a implantação da galeria projetada ao longo do prolongamento
de Avenida Pompéia desde a Av. Francisco Matarazzo até a Marginal Tietê.
Águas
pluviais: As águas pluviais precipitadas em superfícies “limpas”,
(coberturas, pátios) serão conduzidas a um lago de acumulação que estará
localizado no Parque, isolado das águas vindas de montante da área e
das águas freáticas contaminadas. Parte deste reservatório será reaproveitado
para lavagem e regação, além de atuar como grande reservatório no caso
de ocorrência de chuvas centenárias.
Ações
fora da área foco
Um
estudo mais aprofundado poderá indicar a adoção de reservatórios para
o Água Preta, à montante do SESC, com os seguintes benefícios: a)diminuição
dos serviços de eventuais reforços de capacidade de vazão na galeria
do Água Preta à montante da Av. Matarazzo. b)diminuição do volume do
reservatório que se prevê no projeto eliminando a necessidade de reforço
da galeria do Água Preta à jusante da Av. Matarazzo.
Quanto
ao Sumaré, é possível que um reservatório longitudinal com vários compartimentos
ao longo da Av. Sumaré, à montante do cruzamento com a rua Turiassu,
possa trazer grande alívio não se necessitando aumentar o seu extravazamento
para o Água Preta.
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Perspectiva
do parque |
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Mobilidade
“A
maioria das pessoas pensa que a alternativa ao automóvel é o transporte
coletivo melhor, na verdade, a melhor alternativa é a urbanidade dos
bairros. Isto inclui, evidentemente, a acessibilidade, o emprego, os
serviços, o transporte público, principalmente a condição social e finalmente
o meio ambiente equilibrado e auto sustentável”.
| Desafios |
Diretrizes |
| Divisão
eqüitativa do espaço e tempo de circulação |
- Priorização
da circulação dos ônibus sobre o tráfego de automóveis
- Implantação
de espaço seguro e confortável para o transporte não motorizado
(pedestres e bicicletas)
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| Trânsito,
Infra-estrutura viária e de transportes compatíveis com os sistemas
existentes |
- Articulação
com os sistemas de transporte e circulação existentes
- Proposição
de soluções para os pontos críticos
- Atendimento
das carências viárias ou de transportes existentes
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| Transposição
/ integração / conexão física, social, ambiental e visual das barreiras
constituídas pelos sistemas viário e de transportes existentes |
- Adoção
de traçado viário que favoreça a eliminação de barreiras e do
seu caráter de fronteira
- Implantação
de novas alternativas de transposição das barreiras configuradas
pela via férrea e pelo Rio
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| Mobilidade
e acessibilidade com conforto e segurança para todos |
- Adoção
de padrões do desenho universal na concepção dos espaços de
circulação
- Requalificação
da rede de calçadas existentes
- Implantação
de Rede de Transporte Não Motorizado com conforto e segurança
- Sistema
viário que proporcione facilidades para os pedestres, desincentivando
velocidades excessivas de veículos motorizados
- Adoção
de padrões de desenho apropriados nos espaços de atividade social,
é a dominante à traffic calming
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Rede
Viária – propostas Gerais
A
proposta foi elaborada a partir de uma estimativa de produção/atração
de viagens motorizadas, particularmente no modo automóvel particular,
que, nos padrões de mobilidade paulistanos, ocupam a maior parcela do
espaço de circulação.
Para
o sistema de transporte coletivo, foram considerados os eixos estruturais
existentes ou propostos pela PMSP, que têm como principais vias de suporte
as avenidas Marquês de São Vicente, Abraão Ribeiro, Francisco Matarazzo,
as ruas Guaicurus e Clélia, além das transposições do Rio Tietê.
As
diretrizes do Plano Diretor Estratégico foram incorporadas à proposta.
Assim como as propostas que constam no Plano Diretor Regional da Lapa,
(em fase de aprovação)
Como
incentivo à integração bicicleta-ônibus e bicicleta-trem, propõe-se
a construção de estacionamentos para bicicletas de longa duração (bicicletários)
junto às estações e terminais de transporte de passageiros.
Estimativa
de geração e atração de viagens: A estimativa de geração e atração de
viagens foi feita por setor para uma etapa intermediária, e considerando
os seis conjuntos homogêneos propostos, para um dia útil.
Premissas:
- Divisão modal
nas viagens atraídas por comércio e serviços: Automóvel particular
35%, Transporte coletivo 60%, Outros (a pé, bicicleta, etc.) 5%;
- Taxa de motorização
da população residente futura: 3 habitantes/veículo para os setores
I, II, III e IV; 2 habitantes/veículo para o setor VI;
- Média de 4 habitantes
por unidade nas áreas residenciais;
- Concentração
de 70% das viagens produzidas pelas residências.
Cenários
de ocupação: Foram avaliados ainda diferentes cenários de ocupação da
área, tendo sido considerada realista a utilização de 75% do potencial
construtivo, 1.950.000 m2. Nesse cenário, foram obtidos valores para
produção de viagens externas por automóveis na hora de pico da manhã
da ordem de 6,8 mil automóveis. Ainda no pico da manhã, estima-se a
atração de 3 mil automóveis. Outros 1,3 mil automóveis são gerados por
viagens internas.
Os
passeios públicos foram calculados segundo a classificação das medidas
de desempenho segundo a metodologia de Khisty.
A
Infra-estrutura do transporte ferroviário
Propõe-se
a localização do terminal remoto aeroportuário no lote da atual RFSSA
no setor sudeste da área com um programa de hotel, centro de convenção,
habitação e estacionamentos.
Descartamos
a opção de carregar ainda mais o terminal Barra Funda por considerá-lo
inadequado para o tipo de usuário e funcionamento específico que exige
instalação apropriada.
O
ramal existente, que segundo o Plano Diretor será transformado em via
pública, será o acesso principal ao terminal aeroportuário remoto.
A
decisão da localização do novo terminal corresponde ao eixo de intervenção
e ao início das etapas de implantação desta urbanização, aproveitando
a massa crítica que o projeto propõe para a área.
Assumimos
o cenário mais desfavorável da locação dos trilhos na situação de nível
existente transformando este fato em algo positivo para a área.
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Perspectiva
geral |
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Viabilidade
das fases de implantação
A
tabela apresentada demonstra a comparação dos investimentos públicos
versus os investimentos privados ao longo de um horizonte estimado de
quinze anos. Estes investimentos estão distribuídos em quatro etapas
de implantação, sendo que o retorno se produz a partir, aproximadamente,
dos seis anos da implantação do projeto. A tabela não considerou os
preços do mercado, mas sim valores comerciais conservadores para estimular
a transformação inicial. Foram adotados índices e parâmetros AMP que
a Prefeitura Municipal utiliza para projetos similares.
Região
de referência
Em
relação à área de referência, propõe-se uma estrutura viária pública
em continuidade com a estrutura proposta e compatível com a rede viária
local e com os usos previstos para a área de referência.
Instrumentos
jurídicos a serem utilizados na viabilização das ações públicas e privadas
Os
grupos de ação local, os micro-governos participativos, deverão estabelecer
o que definimos como formatação da legislação. Estes manuais
de referência serão a interface entre os interesses públicos e privados.
Não serão restrições, mas modelos de diálogo simples e objetivos para
facilitar seu uso e estabelecer um potencial de alternativas de ocupação
onde as “restrições” serão os elementos de caracterização
do conjunto que atuam a favor do todo.
Propostas
das atividades diferenciadas
O
projeto prevê espaços físicos específicos para o desenvolvimento das
seguintes atividades, de escala local, regional e metropolitana:
- Museu das Águas
de São Paulo;
- Grandes eventos
ao ar livre;
- Ciclovias de
lazer;
- Percursos para
caminhadas;
- Pontos para piqueniques;
- Circuito dos
pontos de interesse histórico;
- Esportes;
- Feiras;
- Coreto para manifestações
populares;
- Grande área para
exposição nacional do paisagismo brasileiro;
- Shopping Centers.
Ficha
técnica
Autores
Héctor Vigliecca, Luciene Quel, Ruben Otero, Lílian Hun, Ana Carolina
Penna, Ronald Werner Fiedler e Gabriel Azevedo Farias
Paisagismo
Rafael Dodera
Drenagem
Renato Mattos Zuccolo
Trânsito
e transportes
Francisco Moreno Neto e Eli Kimura Vazzola
Viabilidade
econômica
Fábio Maracci Formoso
Colaboradora
Heloisa Domingues Neves
Thaisa
Folgosi Fróes e Fernando Silveira Lima
Apoio
administrativo
Luci Maie e Paulo de Arruda Serra |