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Vista
noturna da fachada |
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Escola
de Negócios Bridgestone Argentina
AGS Arquitectura
Arquitetos Gustavo H. Ghibaudi, Facundo Anatrella e Maximiliano
Seif
A
necessidade de um espaço educativo para os funcionários da fábrica
Bridgestone-Firestone de Argentina, localizada em Buenos Aires,
foi o pontapé inicial para um novo empreendimento arquitetônico
paradigmático.
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Demolição |
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A
idéia era aproveitar um antigo galpão, mas passados os primeiros
estudos de projeto, vimos que o programa deveria ser um pouco
mais complexo e não podíamos estar atados à configuração existente.
A proposta seria então que o novo edifício se conceberia como
um centro de capacitação e de convenções polifuncional.
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Início
da obra |
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Assim
se foi materializando o que hoje é a nova Escola de Negócios Bridgestone.
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Obras |
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Um
terreno particularmente estreito e comprido, limitado pela grande
nave de 300m de extensão do depósito de pneus e por outro lado
pela Avenida Camino de Cintura era o lugar destinado ao desafio
de criar um novo edifício, com a demolição total do galpão obsoleto.
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Croqui
da idéia da fachada |
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O
que poderia parecer um obstáculo para a implantação ao final jogou
a nosso favor, entendemos que um edifício representativo de Bridgestone
devería transmitir toda a velocidade e desenvolvimento tecnológico
da Empresa e seus pneumáticos, e estar ao lado de uma via rápida
representou uma aproximação conceitual interessante.
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Vista
aérea |
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Geramos
um volume alargado com um pouco mais de 50 metros e seção ovalada
como se a trajetória de um pneu fosse capturada e materializada
no perfil da obra; as extremidades inclinadas do edifício parecem
querer seguir em frente representando o compromisso com a inovação
e o crescimento.
As
premissas que guiaram o projeto foram a consolidação de uma nova
imagem institucional-corporativa, a contemporaneidade arquitetônica
e a flexibilidade.
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Acesso
principal |
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A
visão que se tem é a de em logo abstrato, um novo símbolo da modernização
da empresa.
A
pele exterior de painéis de alumínio Alucobond representou um
desafio técnico porque não era comum aplicar este material de
esta forma, foi estudado profundamente o detalhe sobre a cobertura
interna de chapa, já que era importante assegurar a total estanqueidade
do sistema, além disso os tetos em distintos níveis formam uma
câmara de ventilação e isolante térmico e acústico.
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Corredor |
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O
grande corpo de alumínio com aplicações de chapa perfurada com
as cores corporativas, cortado por uma língua de vidro negro com
brises metálicos que acentuam a horizontalidade, os tubos externos
que marcam o ritmo dos módulos da construção, recompõem virtualmente
a seção do edifício e enfatizam a analogia ao pneumático.
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Vista
noturna |
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O
edifício foi projetado sobre um embasamento e o acesso principal
se dá a partir de um ambiente de transição semicoberto hierarquizado.
A
recepção, que com a administração compõe o primeiro bloco funcional,
reafirma o compromisso de todo o processo de desenho, a mesma
lógica se incorpora em todos os ambientes – com as proporções,
os elementos arquitetônicos, suas formas, materiais e cores institucionais
e complementares.
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Hall
central |
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O
hall central é o articulador principal de toda a Escola, se desenvolve
em forma de arco, o que lhe permite certa privacidade quando se
está na recepção além de acentuar o sentido de recorrido linear
proposto pela exibição de imagens ao longo de este espaço, onde
o plano com chapa horizontal na cor vermelha reforça o caráter
industrial da obra.
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Vista
noturna do hall de acesso |
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No
segundo bloco se localizam as salas de reuniões, de informática
e o auditório – sala de projeção. As salas estão desenhadas para
prover máxima possibilidade de usos, painéis móveis permitem integração
entre si e com o hall central.
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Panorâmica
do auditório |
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O
auditório tem capacidade para 86 espectadores (3 espaços reservados
para deficientes físico) e está equipado com um moderno sistema
de áudio e vídeo. O escalonado permite perfeita visão para todos
os assentos e a disposição no sentido mais largo permite maior
aproximação ao tablado e à tela de projeção.
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Sala
de reuniões |
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Na
parte traseira estão os espaços de serviço, a copa (office) se
encontra dentro de um volume curvo que dialoga com a grande curva
central a partir de sua materialidade de chapa de alumínio colocada
no sentido vertical, os sanitários e a plataforma técnica terminam
de compor este setor.
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Vista
da autopista |
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Todo
foi pensado sem barreiras arquitetônicas para deficientes físico,
como os acessos, espaços preferenciais, sanitários, texturas de
referência, saídas de emergência. Maximiza-se o uso de luz natural
e se otimiza todos os sistemas energéticos e de segurança.
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Vista
diurna da fachada |
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A
nova Escola de Negócios Bridgestone plasma um conceito singular
de espaço de trabalho e educação contemporâneo, onde a única constante
é a transformação.
Ficha
técnica
Projeto
Escola de Negócios Bridgestone
Localização
Buenos Aires, Argentina
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Fachada
do acesso |
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Data
de projeto
2003
Data
de inauguração
2004
Área
680m2
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Fachada
lateral |
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Promotor
Bridgestone-Firestone Argentina
Concepção,
projeto e direção de obra
Arq. Gustavo H. Ghibaudi – MMO. Facundo Anatrella – MMO. Maximiliano
Seif
AGS Arquitectura
Colaboradora
Arq. Débora de Souza Bessa
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Corte
transversal |
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Construtor
Enobra S.A.
Revestimento
externo
CG S.A.
Pele
de vidro
Alumbra
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Cortes
transversais |
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Iluminação
Philips
Equipamento
Fenix
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Planta
baixa |
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Climatização
Brignone
Áudio
e vídeo
TodoMusica
Fotografias
Gustavo Ghibaudi
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Vista
geral |
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