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As formas de enfrentamento da crise econômica e do desemprego no país foram pontuadas pelos sindicatos de arquitetos e urbanistas como grandes desafios para os próximos meses nesta sexta-feira (7/4.

Ao lado desse cenário, soma-se a precarização das relações de trabalho e a movimentação pelo fim da obrigatoriedade da Contribuição Sindical, o que deve exigir revisão de fontes de receita por parte do movimento sindical. “Precisamos buscar outras formas de arrecadação e saber como enfrentar essa nova realidade”, alertou a representante da FNA na Confetu, Andréa dos Santos.
Uma das estratégias de enfrentamento é a união e troca de experiências em âmbito regional. “Os sindicatos precisam estar juntos e articulados para poderem chegar até o profissional”, salientou a vice-presidente da FNA, Eleonora Mascia, que coordenou os trabalhos.  A ideia foi reforçada em manifestação do conselheiro e ex-presidente da FNA Jeferson Salazar, que pontuou a importância a união entre diferentes categorias profissionais, principalmente com aproximação entre sindicatos de arquitetos e engenheiros.
Divididos em três grupos, os estados presentes na reunião apresentaram apontamentos de suas principais fraquezas, virtudes e desafios. Porta-voz da Região Sul, o presidente do Sindarq/PR, Milton Carlos Zanelatto Gonçalves, defendeu que, apesar da falta de recursos, os sindicatos de arquitetos e urbanistas têm convicção de seus projetos. “Podemos não ter pernas para chegar lá, mas a gente sabe onde quer chegar”, reforçou.
Contudo, lembrou da escassez de recursos humanos e financeiros e das dificuldades de mobilização das bases. Gonçalves criticou a postura dos arquitetos que exploram outros arquitetos. Também lamentou o que chamou de “criminalização” da atividade sindical, o que tira credibilidade do movimento.
Outro assunto pontuado em reunião foi a importância de garantir maior aproximação dos sindicatos com as universidades e os estudantes. Uma das ideias apresentadas foi a criação de alas jovens nos sindicatos. Gonçalves alertou que a expansão dos cursos a distância cria um novo cenário desafiador onde a instituição está em um estado e os formandos pulverizados pelo país. A integração com os estudantes e a renovação contínua dos sindicatos foi pontuada pelo grupo do Sudeste. Segundo a arquiteta Alis Jein Josefides Scacino, diretora da regional, é preciso renovação que traga energia ao movimento sindical e suas federações. Ainda reforçou a importância de aproximação com o interior.
Ferramentas de Comunicação – Os novos formatos de comunicação, com ferramentas que facilitam e agilizam a interlocução, foram citados como propulsores para o movimento sindical. Para isso, destacou-se a importância de explorar essas novas tecnologias para viabilizar a integração dos profissionais. Posição reforçada pelo arquiteto e urbanista Uéslei Souza, presidente do Sindicato de Rondônia, e que apresentou os pontos compilados pelo grupo dos estados do Norte, Nordeste e Centro Oeste.  À frente do novo sindicato, ele lembrou que adotar estratégias de comunicação é essencial  neste momento. O presidente do Sindarq/RN, Vinícius Galindo, completou lembrando que as eleições do CAU em 2017 poderão ser uma oportunidade de projeção, principalmente para os sindicatos pequenos. “Achamos importante aproveitar esse movimento  para inserir os sindicatos”, reforçou. Alis ainda mencionou a necessidade dos arquitetos e urbanistas buscarem mídias alternativas, que transcendem as redes sociais, como as rádios comunitárias. 

Enfrentamento da crise exige união dos sindicatos

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Assessoria de Imprensa - FNA
João Pessoa PB

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