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Arquitetos e urbanistas apostam na capacitação para atuar no mercado de trabalho

A baixa taxa de investimento no setor da construção civil tem gerado impactos negativos na atuação dos arquitetos e urbanistas no país. Para atuar no mercado de trabalho ou inovar no seu negócio, mais de 40 profissionais apostaram no curso Arquiteto Empreendedor, promovido pelo Sebrae-RJ, em parceria com o CAU/RJ, como alternativa para superar a atual crise econômica. Com carga de 84 horas/aula, mais 15 horas de consultoria, a segunda turma teve início nesta quarta-feira, 25 de julho, e a previsão de conclusão é em 6 de dezembro.

A cooperação entre Sebrae-RJ e CAU/RJ conseguiu viabilizar quatro turmas do curso Arquiteto Empreendedor este ano, sendo duas na capital fluminense e duas no interior: Cabo Frio e Campos de Goytacazes. Em Cabo Frio, as aulas terão início em setembro. Na outra cidade, a previsão é que o curso inicie entre setembro e outubro. De acordo com o coordenador do Programa de Construção Civil do Sebrae-RJ, Marcos Vasconcellos, a oferta do curso é o ponta pé de uma parceria que tem tudo para dar certo. “O Conselho é um parceiro estratégico, que pode conectar o Sebrae-RJ aos profissionais da arquitetura e urbanismo. São eles que ditam a regra da cadeia produtiva da construção civil”, afirmou.

Para o presidente do CAU/RJ, Jeferson Salazar, a formação do arquiteto e urbanista é carente de conteúdo no que se refere ao empreendedorismo. “Infelizmente, os profissionais ingressam no mercado de trabalho com pouca ou quase nenhuma informação de como abrir o próprio negócio, de contabilidade básico ou até mesmo de como comercializar o próprio serviço”, criticou.

Formada há dois anos, Sara Oliveira se matriculou no curso Arquiteto Empreendedor em busca de informações para abrir o próprio negócio. “Como as faculdades não dão a base, busco nesta iniciativa insumos para montar o próprio negócio e crescer na carreira”, disse Sara. Já a arquiteta e urbanista Carolina Melo, formada há 15 anos, saiu da primeira aula com várias informações para refletir. O objetivo é, até o final do curso, ter clara a melhor forma de como se posicionar no mercado de trabalho: “atualmente, trabalho como autônoma, mas já atuem em escritório de arquitetura e urbanismo. Com as aulas, espero encontrar a forma mais viável para garantir minha atuação no mercado”.

Facilitador do módulo Legalização e Tributação, o advogado Eduardo Navarro alerta para a tributação elevada que recai sobre os profissionais autônomos quando passam a receber uma quantia crescente de dinheiro no início do negócio.  “O imposto sobre o autônomo beira entre 40% a 50%. Ao constituir uma empresa, essa tributação fica limitada a 20% no máximo. Nesse cenário, o autônomo se torna caro para a empresa que o contrata, e ele perde competitividade”, explicou Navarro. O advogado parabenizou também a iniciativa do CAU/RJ e do Sebrae-RJ de orientar e colocar uma pulga atrás da orelha de cada arquiteto e urbanista rumo à legalização do próprio negócio.

<br />Foto divulgação


Foto divulgação

Arquiteto empreendedor

source
Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

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