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De: Angelo Marcos
Arruda Caro Victor Hugo Limpias, agradeço seu comentário sobre o artigo de Corumbá e comento: 1) a matéria teve como objetivo alertar o Brasil acerca da necessidade de voltar os olhos para o Centro Oeste e nesse caso o colonial brasileiro esquecido volta a tona; 2) Na questão da Bolívia e a sua posição geográfica e cultural, tu tens razão, principalmente com a chegada da EFNOB. Entretanto, do ponto de vista puramente arquitetônico, matriz do artigo, pouca é a influência boliviana no lugar. Como sabes, a grande influência européia veio via Rio de Janeiro e Buenos Aires; 3) Os sessenta anos de estrada de ferro, mais uma vez, com a importância econômica do transporte, veio tardiamente - 1947 -, coincidindo com a derrocada do transporte fluvial. Com isso, Corumbá cai numa estagnação econômica enorme e com o passar dos anos perde mais de 20 mil habitantes que migraram. Mas enfim, agradeço pela lembrança e como estou escrevendo outro material sobre a cidade, prometo comentar. Em todo o caso, visite o site www.ferroviva.org.br que trata da EFNOB em Mato Grosso do Sul Um abraço, Angelo Arruda [Angelo Marcos Arruda, autor do artigo original, é arquiteto, diretor da ABEA, mestrando em Arquitetura pela UFRGS, membro do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul, professor da UNIDERP e Secretário Executivo da ONG Ferroviva] |
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