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A Marcenaria Baraúna atua no mercado de maneira diferenciada desde 1986, trabalhando basicamente com a elaboração de projetos especiais feitos sob encomenda, exclusivamente com madeiras brasileiras. |
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| Família Filó | ||||||
| Autoria Dimensões
(L x A x P) Peso Materiais Ano de
produção Seu desenho nasce da articulação dos três planos de contato com o corpo, numa angulação que procura oferecer conforto e boa postura no sentar. A estrutura de apoio é constituída por uma série de linhas delgadas decorrentes dos planos e que se travam através de fixações simples, utilizando-se apenas peças com seção de 2 x 2 cm, numa espécie de “less is more” às avessas, ou seja, muitos elementos mas pouca matéria. É possível a utilização de diversos tipos de madeira em sua confecção, até as de densidade mais baixa, pois mesmo com seções tão delgadas de seus elementos, a solicitação estrutural é diluída pelo travamento do conjunto. |
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| Sobre a Baraúna | ||||||
| A Marcenaria Baraúna nasceu como uma extensão do escritório Brasil Arquitetura. Em 1986, já com alguns anos de prática do projeto arquitetônico, criamos coragem para ir de encontro a uma nova aventura, atendendo a uma demanda que pulsava na cabeça dos três sócios: executar nossos projetos de mobiliário em marcenaria própria. Nosso outro sócio na época era Marcelo Suzuki, que em 1995 deixaria a sociedade. Queríamos não só projetar móveis e objetos de madeira, mas também acompanhar sua execução, experimentar diferentes soluções, tipos de encaixes e acabamentos - enfim, queríamos diminuir a distância e o tempo entre a prancheta e o produto acabado. Entramos então em outra escala de trabalho – com o obrigatório acompanhamento in loco –, sem no entanto abrir mão do projeto de arquitetura lato sensu do escritório. Ao contrário: projetávamos tudo, de cabo a rabo. E tudo era arquitetura. Era e continua sendo. Na Baraúna projetamos móveis "de arquiteto", se é que se pode dizer assim. Os raciocínios adotados nos projetos de edificação ou de urbanismo. A lógica dos materiais, do conforto da economia de meios e insumos, da essencialidade, tudo nos leva à explicitação do sistema construtivo. Móveis sem "bagaços", sem sobras, que seguem a lógica das máquinas e das ferramentas e só sobrevivem se tem um bom funcionamento, se atendem ao seu fim. Móveis que precisam durar, que tem de ser econômicos e belos ao explicitar com precisão seus propósitos, ao responder às necessidades e anseios de seu tempo. O mergulho no mundo das madeiras é fascinante. Revelam-se texturas, cores, cheiros e, o que é mais interessante, diferentes propriedades que as qualificam para múltiplas funções; peso, densidade, comprimento da fibra, flexibilidade, dureza e outras variáveis orientam a aplicação mais adequada. E, no caso específico da flora brasileira, sua diversidade apresenta um campo vastíssimo a explorar. Assim como em nossa arquitetura, ao desenhar móveis refletimos e buscamos soluções na história brasileira colonial, na experiência vernacular, nos pioneiros modernos nacionais e internacionais. Olhamos à nossa volta, no tempo e no espaço, sem no entanto fazer disso uma receita, sem preconceitos contra inovações ou novidades de onde quer que venham, mas arredios a modismos ou estilismos. Não vestimos a carapuça de inventores ou criadores originais; nem mesmo nos denominamos designers, uma vez que essa palavra, repleta de significados na língua inglesa, acabou por se banalizar no Brasil. Somos arquitetos que projetam móveis. Francisco Fanucci e Marcelo Ferraz |
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| Show-room | ||||||
| Marcenaria
Baraúna |
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