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architexts ISSN 1809-6298


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SILVA, Kleber Pinto. A idéia de função para a arquitetura: o hospital e o século XVIII – parte 6/6. Função, um conceito?: aprendendo com Tenon e considerações finais. Arquitextos, São Paulo, ano 02, n. 019.05, Vitruvius, dez. 2001 <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/02.019/823>.

Através do exposto na parte anterior deste estudo, vimos que o raciocínio de Tenon sobre o espaço foi inteiramente concebido com base na observação dos gestos e dos movimentos durante a execução de tarefas, tendo por objetivo primordial a realização ideal e integral dos cuidados no serviço hospitalar, qual seja a vinculação do usuário no serviço: paciente ou pessoal. Além dos compartimentos destinados aos pacientes, ele detalhou também as salas de uso restrito ao pessoal, assim como o respectivo mobiliário e os utensílios necessários aos diversos serviços. Ele se esforçou também em descrever os procedimentos ligados aos cuidados para os pacientes.

O trabalho por ele realizado, por todos os motivos e elementos expostos, recolheu elogios de diferentes profissionais ao longo de diferentes épocas. É por este motivo que os trabalhos de Tenon são muitas vezes adjetivados como “modernos”, não sem razão pois em seus estudos ele alçou o hospital ao centro da atividade médica ao mesmo tempo em que o tratava como um equipamento público urbano no sentido contemporâneo.

Do lado da arquitetura, com suas recomendações sobre as características formais do espaço hospitalar, ele fornece um rol precioso de recomendações. Catherine Fermand (2) chega mesmo a afirmar que Tenon seria o responsável pela renovação da arquitetura dos hospitais, comparecendo como uma espécie de fundador da arquitetura hospitalar. Sua modernidade, entretanto, vai além do que normalmente é dito sobre ele, pois além dos planos, das plantas e das recomendações apresentadas, que podemos ver na obra citada por ele editada, podemos perceber que há um raciocínio especial e é por este motivo que também podemos considerá-lo como moderno. Vejamos.

Para que ele pudesse efetuar suas análises, foi necessário que Tenon estudasse, como foi dito, os gestos e os movimentos durante a realização das tarefas. Exatamente neste ponto que se desvela o raciocínio de um ergonomista que procurava identificar um certo universalismo a partir do desenrolar das atividades que se escondem por trás da realização concreta das tarefas e que colocam em relação direta os utensílios, o mobiliário, os usos e, finalmente, o homem.

Tenon desenvolveu, com seus trabalhos, um método extremamente pertinente de “leitura” do espaço a partir da observação das atividades do homem durante a execução de tarefas. Seu trabalho é importante exatamente por este motivo, uma vez que antes da elaboração do projeto arquitetônico existe toda uma etapa de programação que não deverá jamais ser arbitrária. Programação esta que deverá ser tributária do usos, que será percebida ou construída somente a partir de uma análise aprofundada das atividades.

Em suma, Tenon nos fornecerá recomendações (dados?) diretas para a concepção projetual, mas não somente, nos fornecerá também uma metodologia analítica que nos auxiliará a compreender os hospitais, assim como toda e qualquer tipologia arquitetônica, não mais como um fato consumado ou como um simples objeto formal mas como um processo que poderemos decodificar por aproximações sucessivas. Eles nos fornecera a “ferramenta” indispensável para que possamos ver além da forma. A partir desse raciocínio, poderemos dizer que ele não fundou uma arquitetura hospitalar, mas um novo olhar sobre a arquitetura, especialmente no que concerne a concepção projetual – sua preocupação de base. E nesta perspectiva, o trabalho de Tenon poderá ser compreendido como sendo complementar ao de Boullée (na obra mencionada anteriormente), em especial sobre suas reflexões a propósito da arquitetura e da composição ou da concepção projetual, pois nesta obra Boullée não desenvolveu questões relacionadas à categoria das funções.

É inegável que na medida em que Tenon desenvolveu suas pesquisas no intuito de explicar o hospital pelo viés das atividades, ele tenha trabalhado com a categoria das funções. Nós podemos mesmo afirmar que a preocupação com esta categoria orientava seu percurso de pesquisador. Poderemos afirmar também que ele tinha uma preocupação de ordem funcionalista (3) em relação ao espaço pois ficou claro que em seu raciocínio sobre o hospital ele tentava colocar em relação direta o conjunto das variáveis ligadas ao trabalho ou ao uso do espaço, sob os pontos de vista – simultaneamente – dos médicos, da equipe ligada aos cuidados diretos aos pacientes, dos pacientes, em suma, do conjunto da população ligada ao hospital.

Associada a esta idéia sobre o “trabalho” ou uso, comparecia também uma inquietação permanente com a economia do espaço, isto é, uma visão que procurava desvelar os minima espaciais ou a melhor solução para um compartimento, por exemplo, considerando as menores dimensões admissíveis para a boa execução das atividades e os mais baixos custos de execução do edifício assim como os mais baixos custos para sua manutenção.

Retornemos ao percurso metodológico de Tenon. Grosso modo, em seus relatórios, ele elaborou um repertório do conjunto dos hospitais parisienses, passando em seguida a descrevê-los minuciosamente. Se observarmos seu percurso com maior acuidade, nós nos aperceberemos que primeiramente ele efetuou uma espécie de inventário dos serviços (capacidade de acolha, serviços efetivamente dispensados, utensílios, equipamentos e mobiliário utilizados), passando em seguida à interpretação desses mesmos dados a partir das técnicas médico-cirúrgicas de seu tempo. Ao mesmo tempo em que ele interpretava os dados, ele realizava uma avaliação cuidadosa do complexo: espaço, serviços, rotinas. Com base nesta interpretação e avaliação dos dados brutos, ele começou a estabelecer as mencionadas relações. Por um lado, ele criticou em profundidade os hospitais existentes apontando cada um dos erros cometidos, por outro lado, ele propôs suas recomendações, ou seja, as regras de composição arquitetônica comportando os minima espaciais, as normas para os cuidados e as normas para o pessoal.

É na parte dedicada às regras de composição arquitetônica que encontraremos a contribuição menos conhecida de seu trabalho e, talvez, a mais importante para o assunto que desenvolvemos aqui. Analisando cada um dos compartimentos do hospital e o desenrolar dos cuidados – tendo em mente uma visão precisa sobre as atividades – ele decodificou o conjunto de suas relações, estabelecendo, assim, razões algébricas para os diversos elementos observados. Ele elaborou essas razões a partir do raciocínio matemático e geométrico revolucionário da época. Foi precisamente isto que o arquiteto Poyet traduziu nos exemplos de espaços apresentados no Mémoires.

Como dissemos acima, Tenon trabalhou com a categoria das funções mas em nenhum momento de sua obra ele chegará a descrevê-las ou a conceituá-las. Em que pese esta ausência, nós poderemos desvelar – pelo seu percurso – que ele apontou em sua obra alguns elementos úteis à definição de tal conceito. É possível observar tais elementos esparsos ao longo de toda a obra mas especialmente nos momentos nos quais ele analisou diretamente o espaço, assim como nos momentos que ele propôs os minima espaciais. Vejamos.

Por entre suas análises, assim como por entre suas proposições, nós encontraremos um ponto em comum. Este “ponto” não é um conceito, mas uma idéia, um raciocínio, uma visão especial do espaço. Uma visão, tal, que procurava “reunir” arquitetura e medicina por intermédio dos usos. Para que ele pudesse realizar seu trabalho, ele escolheu um dos elementos geradores (ponto de partida e de chegada) das relações com o espaço: as atividades. Não escolheu as rotinas, nem a realização das tarefas, mas o elemento origem e fim de ambas. É através desta visão sobre as atividades que encontraremos o elemento que nos interessa em particular e que nos ajudará a construir uma idéia mais precisa sobre o termo função.

Inicialmente será necessário deixar de lado a compreensão corrente, e pejorativa, de função como elemento formal, como um “estilo”. Em segundo lugar, para melhor apreender o espaço, deixaremos de lado a tentativa de construir um conceito absoluto. Em seguida, será necessário, tal como Tenon fez, se deixar guiar no espaço tendo duas questões em mente: qual é o modo e qual é o espaço ideal no qual melhor se desenrolam as atividades previstas ou desejadas. Os dados resultantes, como resposta a este exercício, poderão ser descritos como dispondo das qualidades de funcional. Foi esta idéia, às vezes objetivo, às vezes método e elemento de pesquisa, que Tenon procurava e que nós devemos restituir como um dos caminhos essenciais para a concepção projetual. Vejamos, inútil tentar procurar mais longe, o termo função designa, então, um complexo de idéias que não poderá nunca ser compreendido como conceito objetivo ou absoluto pois se constitui em uma categoria, é portanto um dispositivo metodológico.

Considerações Finais

A partir do conjunto de observações feitas até aqui, nós constatamos que o sentido contemporâneo, correntemente associado aos vocábulos funcional e funcionalismo, não engloba os significados intrínsecos à concepção projetual com a amplitude necessária. Hoje, esses vocábulos adquiriram nuanças pejorativas, desdobramento de uma interpretação tendenciosa dos paradigmas de uma época que produziu o empobrecimento de um verdadeiro complexo de idéias, transformando-os em “palavra de ordem”, traduzindo-os como sendo uma estética determinada e datada. Resultado provável de uma leitura deformada do ideário iluminista, que produziu um gênero de arquitetura dita “fria”, “impessoal”, “pobre”. Talvez tenha chegado o momento de substituir os adjetivos “funcional” e “funcionalista” por algo mais substantivo, tal como, se nos referirmos à concepção de projetos, categoria função ou categoria das funções, reabilitando assim um conjunto de idéias fundamental à arquitetura, ao mesmo tempo em que recuperamos seu verdadeiro sentido e sua real importância.

Sintetizando e respondendo às questões apresentadas no início deste trabalho, nós poderemos concluir dizendo que:

“Função”, no sentido em que podemos desvelar a partir da releitura das obras e ensinamentos de Tenon, é um dispositivo metodológico que definiremos como categoria projetual.

Categoria essencial pois ela representa uma das faces mais imediatas e mais palpáveis dos objetos arquitetônicos, apreendidos pela percepção durante o uso.

No sentido de uma metodologia, podemos dizer que durante o século XVIII houve um funcionalismo na medida em que o pensamento da época se dedicava a apreender a natureza tal como nós a vemos.

A importância dos trabalhos empreendidos por Tenon é múltipla. A primeira delas, de acordo com vários autores, ele foi um dos fundadores da moderna arquitetura hospitalar. A segunda, ele nos ensinará, através de seu raciocínio e metodologia, o modo de trabalhar os objetos (temas, tipologias) arquitetônicos. Dizendo de outra maneira, ele nos fornecerá a metodologia para que possamos melhor manipular a categoria função durante o desenrolar do processo de concepção projetual.

notas

1
Uma parcela do presente trabalho foi apresentado no "Congreso Internacional: el futuro del arquitecto – Mente, Territorio, Sociedad"; UPC/DEP. Projectes d’Arquitectura; Barcelona, España, 7-11 de junio 2000 com o título L’hôpital, ou la fonction dans l’árchitecture. O estudo ora apresentado foi dividido em seis partes. Cada uma das partes poderá ser lida independentemente pois cada uma das seções trata de um assunto diferentes. Contudo, para compreensão do assunto de fundo, ou seja, a discussão da gênese de uma idéia de função particular e sua apropriação pela arquitetura, o leitor deverá ter em mente que tal assunto é desenvolvido em todas as seis partes. Na sexta e última parte são apresentadas as conclusões do presente estudo, assim como a bibliografia de apoio. As partes deste artigo são:

SILVA, Kleber Pinto. "A idéia de função para a arquitetura: o hospital e o século XVIII – parte 1/6. Considerações preliminares e a gênese do hospital moderno: Tenon e o Incêndio do Hôtel-Dieu de Paris". Arquitextos, n.009. Texto Especial nº 060. São Paulo, Portal Vitruvius, fev. 2001 <www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp052.asp>.

SILVA, Kleber Pinto. "A idéia de função para a arquitetura: o hospital e o século XVIII – parte 2/6. A gênese do hospital moderno: saberes, práticas médicas e o hospital". Arquitextos, n. 010. Texto Especial nº 060. São Paulo, Portal Vitruvius, mar. 2001 <www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp060.asp>.

SILVA, Kleber Pinto. "A idéia de função para a arquitetura: o hospital e o século XVIII – parte 3/6. Disciplina ou formação do pensamento: a Razão das Luzes, Tenon e o hospital". Arquitextos, n. 012. Texto Especial nº 070. São Paulo, Portal Vitruvius, maio 2001 <www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp070.asp>.

SILVA, Kleber Pinto. "A idéia de função para a arquitetura: o hospital e o século XVIII – parte 4/6. Disciplina ou formação do pensamento: modelar o olhar, modelar o espaço". Arquitextos, n. 014. Texto Especial nº 085. São Paulo, Portal Vitruvius, jul. 2001 <www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp085.asp>.

SILVA, Kleber Pinto. "A idéia de função para a arquitetura: o hospital e o século XVIII – parte 5/6. Função, um Conceito?: Função x Funcionalidade x Funcionalismo". Arquitextos, n. 016. Texto Especial nº 095. São Paulo, Portal Vitruvius, set. 2001 <www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp095.asp>.

SILVA, Kleber Pinto. "A idéia de função para a arquitetura: o hospital e o século XVIII – parte 6/6. Função, um Conceito?: Aprendendo com Tenon e Considerações Finais". Arquitextos, n. 019. Texto Especial nº 111. São Paulo, Portal Vitruvius, dez. 2001 <www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp111.asp>.

2
FERMAND, C., Les hôpitaux et les cliniques : architectures de la santé, Paris, Le Moniteur, 1999, p. 20

3
Lembremo-nos que aqui não se deve traduzir “funcionalismo” como sendo uma estética

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sobre o autor

Kleber Pinto Silva é arquiteto; Doutor em Arquitetura (FAU/USP, 1999); Professor Assistente-Doutor do Departamento de Arquitetura, UNESP e Pesquisador-Associado junto ao LA/A Laboratoire Architecture/Anthropologie, Ecole d’Architecture de Paris-La Villette.

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