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architexts ISSN 1809-6298


abstracts

português
Usando o conceito de paisagismo de forma conscientemente anacrônica, o autor demonstra como a paisagem construída pelos ameríndios aztecas podem ser tomadas como excepcionais obras paisagísticas

english
Using the concept of landscape design despite the anachronism, the author show how he landscape built by the aztec natives civilizations can be seen as a magnificent work

español
Usando el concepto de paisajismo aunque parezca anacrónico, el autor muestra como el paisaje construído por los amerindios aztecas pueden ser considerados como trabajos excepcionales


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BARTALINI, Vladimir. Paisagismo asteca. Arquitextos, São Paulo, ano 06, n. 063.03, Vitruvius, set. 2005 <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/06.063/433>.

Ainda que soe estranho o emprego do termo paisagismo no âmbito das culturas indígenas americanas – pois esta palavra e o conceito que ela representa certamente não existiam na América e tampouco na Europa à época dos Descobrimentos – ele se justifica conquanto várias realizações, notadamente as dos astecas, revelam valores, interesses e mesmo um gosto que as aproximam do que mais tarde veio a constituir o núcleo central do paisagismo (1).

Têm pouquíssima divulgação entre nós os trabalhos de recuperação desta memória. Os mais conhecidos livros de história dos jardins dirigem o foco para a tradição ocidental, mesmo que, no afã de chegar às origens, tenham que voltar o olhar para o Oriente Médio. Outros tantos se dedicam aos jardins tradicionais da China e do Japão. Raros os que se referem ao que se poderia chamar, com as ressalvas já feitas, de paisagismo na América antes da chegada dos europeus. Quando o fazem, como o The landscape of man, de Geoffrey e Susan Jellicoe (2), tratam da paisagem construída pelos ameríndios sob uma perspectiva genérica o suficiente para incluir, de uma forma talvez um tanto abusiva, realizações como Teotihuacan e Monte Alban.

De fato, por mais que estes centros políticos-religiosos, até por suas dimensões, possam constituir paisagens, não compartilham das características que permitiriam classificá-los na mesma categoria do sempre citado jardim tebano do século XV A.C., dos jardins suspensos da Babilônia, dos jardins de uma villa renascentista, de um Versalhes, de um Stowe. Prevalecem neles os vínculos com o cosmos, enquanto as relações com a natureza terrestre ficam em plano secundário, ao contrário do que ocorre nos jardins, mesmo nos religiosos. Nem contam com os mesmos predicados das intervenções que, não obstante voltadas à finalidade prática de reprodução das condições materiais da existência, produziram paisagens cuja beleza reside numa apropriação decidida, mas sensível, da natureza, como os arrozais do sudeste asiático, os vinhedos lígures, ou os terraços agrícolas incaicos que Jellicoe, por sinal, cita apenas de passagem.

No entanto, os povos que habitavam o vale central do México construíram jardins, ou parques, muito próximos de como hoje os entende o senso comum. Além disto, formaram “paisagens produtivas” resultantes de uma criativa e sutil adequação da natureza do sítio em que se estabeleceram.

Mais perecíveis que o comum dos artefatos, pelos próprios materiais que as constituem, estas obras, em geral, quase não deixaram vestígios concretos. As principais fontes de informação são relatos do século XVI, como o Código Florentino, de frei Bernardino de Sahagun, a Descoberta e Conquista do México, de Bernal Diaz Del Castillo, e também as cartas que Cortés enviou ao rei da Espanha.

Parques e jardins

Um dos jardins mais importantes do império asteca foi Huaxtepec, criado para Montezuma I, em meados do século XV, a sudeste da então Tenochtitlan (hoje engolida pela cidade do México). A propriedade, cujo perímetro era de aproximadamente 10 km, situava-se numa área colinosa e contava com vários cursos d’água que foram represados de modo a formar um lago. Diversas espécies vegetais, muitas delas trazidas de grandes distâncias como tributo ao governante, foram plantadas ao redor do lago e das nascentes. Diaz del Castillo testemunhou ser este jardim “de tal beleza, com edificações tão refinadas que, de tudo o que vimos na Nova Espanha, é o que mais vale a pena contemplar. É certamente o pomar de um grande príncipe” (3).

Ainda sobre Huaxtepec, assim se pronunciava Hernán Cortés, numa carta a Carlos V:

“Estamos todos aquartelados numa sede de campo, entre os mais lindos e refrescantes jardins jamais vistos (...). Há estufas espaçadas à distância de dois tiros de besta, e resplandecentes canteiros de flores, muitas árvores com vários frutos e muitas ervas e flores docemente perfumadas. Certamente a elegância e magnificência deste jardim produzem um espetáculo notável” (4).

Além deste, vários outros parques e jardins floresceram no altiplano mexicano, em torno de Tenochtitlan e Texcoco, os dois centros urbanos mais importantes da grande laguna onde os astecas se estabeleceram. Durante o apogeu destas cidades, que ocorreu de 1420 até a chegada dos espanhóis, podem ser contados em torno de duas dezenas os retiros, parques zoológicos, jardins botânicos e reservas de caça (5) (ver mapa). Bosques plantados, renques de árvores, canteiros de flores, piscinas, lagos artificiais, esculturas, construções que abrigavam preciosidades e raridades provenientes de cidades tributárias, enfim, toda sorte de elementos que habitualmente eram encontrados nos jardins europeus ou asiáticos, estavam também presentes na América antes do descobrimento.

Do mesmo modo que nas demais partes do mundo de então, os parques e jardins eram espaços desfrutados pelas elites. À parte o espírito guerreiro e a religiosidade, com seus ritos sacrificiais (que é o que chega a nós, em geral travestido do exotismo que serve tão bem ao turismo cultural) a nobreza asteca cultivava, ela própria, o artesanato de luxo, a poesia, a horticultura e o “paisagismo”. Tanto que o nome mais destacado dentre os seus paisagistas é o de um nobre – Nezahualcoyotl (Coiote Veloz), de Texcoco – que governou de 1431 a 1472. Era reconhecido por suas habilidades como tático em política bem como pelo seu talento como poeta e paisagista. Há quem o veja como “a personalidade mais interessante da história do antigo México, cujo nome poderia ter sido muito mais divulgado se não fosse considerado tão impronunciável” (6).

Um dos primeiros projetos de Nezahualcoyotl, antes de assumir o poder, foi o parque de Chapultepec, cujas fontes naturais garantiam o suprimento de água para a população crescente de Tenochtitlan, e que é hoje a principal área verde urbana da cidade do México. Informa-nos o Código Florentino que as águas de Chapultepec eram reverenciadas pelo seu poder de purificar a alma. Pelo longo aqueduto construído por Nezahualcoyotl entre 1420 e 1430, elas eram transportadas para o consumo da população urbana, mas não antes de abastecerem as piscinas em torno do palácio que ele edificara para seus primos de Tenochtitlan. O palácio era circundado por extensos e elaborados jardins e por bosques de árvores de grande porte. Orquídeas e outras plantas, que raramente ocorreriam de modo natural naquelas altitudes, podiam ser encontradas ali. À medida em que Tenochtitlan prosperava, Chapultepec recebia mais benfeitorias e obras de arte, datando de 1460 os primeiros retratos dos governantes esculpidos em baixo relevo na encosta rochosa da colina, e que foram destruídos à pólvora, em época não tão distante, por um dos últimos vice-reis espanhóis (7).

Hoje Chapultepec é um parque público freqüentadíssimo e popular, no que repete o sucedido em todo o mundo com tantas outras áreas verdes centenárias, criadas originalmente para uso privado. A subida à colina histórica, hoje coroada por um castelo mandado construir em fins do século XVIII, é um dos programas mais comuns para quem mora ou visita a Cidade do México. Lá do alto pode-se vislumbrar a extensão dos bosques e reconhecer a importância que assumem para aquela enorme metrópole.

Em Chapultepec não restam vestígios do que poderia ter sido um “estilo” de paisagismo dos astecas, mas ele se mantém, depois de mais de quinhentos anos, como espaço em que o desfrutar das vistas, o espairecer entre as árvores, as aves, as rochas, a água, é uma das mais importantes razões para as visitas que se fazem aos milhares nos fins de semana, feriados e mesmo em dias de semana durante as férias escolares. Não há porque não tê-lo como um legado dos astecas, seja por sua materialidade como espaço verde, seja pelo requintado hábito que a fruição desinteressada de uma natureza adaptada encerra. Não custa acrescentar, sem cair em especulações esdrúxulas, que, ao abrir o Paseo de la Reforma como bulevar unindo em linha reta Chapultepec com o centro antigo da cidade do México, em pleno século XIX, o imperador Maximiliano não estava fazendo algo que Nezahualcoyotl já não pensara, e numa escala muito maior.

De fato, o paisagista asteca acabou implantando, já na segunda metade do século XV, portanto algumas décadas depois de Chapultepec, o parque Texcotzingo, numa colina situada na outra extremidade de um eixo imaginário que, originado em Chapultepec, passava pelo centro de Tenochtitlan.

O parque na colina de Texcotzingo foi para a cidade de Texcoco o que o parque na colina de Chapultepec foi para a cidade de Tenochtitlan. Susan Evans, ao lembrar oportunamente que ambos os parques distavam 5km de suas respectivas cidades e que os centros das duas aglomerações urbanas eram marcados por pirâmides, comenta que “nesta singular linha de visão as duas colinas eram as extremidades do eixo, cada uma atrás da sua cidade capital (cada capital com sua colina artificial, uma grande pirâmide), formando uma equilibrada simetria linear, uma dualidade alinhada. Uma faceando a outra através do lago, espelhando a perfeita corporificação do conceito asteca de cidade-estado, o altepetl, água-colina” (8) (ver mapa).

O retiro de Texcotzingo é considerado a obra-prima de Nezahualcoyotl. Contava com jardins de plantas exóticas e pomares implantados em terraços; piscinas; uma banheira circular, cavada na rocha, diante da qual se descortinava um magnífico panorama; pavilhões em meio aos bosques de árvores; esculturas. Tudo unido pela água, substância preciosa e sagrada para os astecas, que era conduzida, por aqueduto, desde montanhas situadas a aproximadamente 8 km de distância até o topo da colina. Dali ela descia por canais, alimentando a piscina, irrigando os jardins e os pomares, formando cascatas e fontes, até atingir a planície.

Alva Ixtlilxochitl, ao recordar o parque de sua família, informa que em Texcotzingo

“havia três piscinas de água, sendo que a do meio tinha três sapos esculpidos na rocha. De um dos lados (ao norte) havia outra piscina em que estavam esculpidos o nome e o brasão da cidade de Tula, e à esquerda, para o sul, havia outra piscina e sobre a rocha estavam esculpidos o nome e o brasão da cidade de Tenayucan, que era a capital do império Chichimeca. Desta piscina jorrava um jato d’água que respingava na pedra e ia dar num jardim repleto de todas as flores perfumadas da tierra caliente, de modo que a água que respingava na pedra parecia chuva. Atrás do seu jardim (do “rei”) ficava a banheira cavada na rocha viva” (9).

Hoje só restam ruínas do parque de Texcotzingo. Acredita-se que a sua distância da cidade do México não tenha animado a elite da Nova Espanha a recuperá-lo como espaço para o seu desfrute. Soma-se a isto a iconoclastia dos primeiros tempos coloniais, que levou o Bispo Zumárraga a estabelecer como objetivo especial de sua ação a destruição da iconografia asteca (10).

Nezahualcoyotl ainda implantou vários jardins botânicos, como os de Calpulalpan, Mazaapan, Yehualica e Acatetelco, este o maior de todos, contando com bosque, palácio, piscina e uma praia junto ao lago. Ainda em 1840 havia alguns vestígios do bosque de Acatetelco, e a eles Brantz Mayer se referiu como sendo

“uma das mais marcantes relíquias dos príncipes e da gente da monarquia de Texcoco (...). O bosque é formado por uma fileira dupla de ciprestes gigantes, cujo número gira em torno de 500, dispostos num quadrado correspondente aos pontos cardeais e encerrando uma área de aproximadamente 10 acres. Do ponto correspondente ao noroeste deste quadrilátero sai outra fileira dupla de árvores em direção a um dique, ao norte do qual há um tanque oblongo e profundo, murado e cheio de água” (11).

Acatetelco é hoje o Parque El Contador, mas são poucos os vestígios das suas feições astecas.

Os jardins botânicos funcionavam também como viveiros de plantas, que seriam empregadas em outros jardins e na arborização, seja nos parques mais retirados, seja no meio urbano, com o ahuehuetl (Taxodium):

“O seu rápido crescimento dava aos parques e às cidades um ar de maturidade e permanência, um fator especialmente importante para Tenochtitlan, cidade nova, construída sobre um pântano aterrado, que se dedicava a criar uma forte impressão em seus vizinhos. Mais tarde (nos anos 1450 e 1460), quando os rendimentos provenientes dos tributos tornaram-se mais substanciosos, os ahuehuetl proveram um perfeito pano de fundo para construções mais custosas como palácios, canais e fontes” (12).

Susan Evans chama também a atenção para o grande efeito que o plantio linear destas enormes árvores (que chegam a 60 metros de altura) produzia e de como deviam complementar o caráter mais naturalista que era imprimido aos jardins zoológicos, nos quais se recriavam os ambientes naturais dos animais cativos. São observações que apontam para a variedade de estilos dos jardins e as habilidades dos astecas no desenho da paisagem.

A disseminação, ainda que restrita à nobreza, do hábito de usufruir dos parques e jardins, e a introdução da arborização que os astecas promoveram mesmo em recintos urbanos, talvez tornem menos surpreendente a precocidade da Alameda do México, mandada construir em 1592.

Paisagens produtivas – engenhosidade e delicadeza

Afora os parques e jardins para o deleite das elites, o México pré-hispânico também deixou como legado paisagens agrárias de grande interesse paisagístico. Trata-se das chinampas, que ainda podem ser observadas na costa sul dos lagos de Xochimilco e Chalco, na cidade do México.

Chinampa, ou chinamitl, é, literalmente, um terreno de varas entretecidas construído sobre a água. Representam a resposta, altamente criativa, dos primitivos povoadores das orlas do grande lago no vale do México, a uma condição peculiar da natureza local, que os favoreceu com águas pouco profundas, mananciais de água doce e abundante vegetação aquática.

Num texto, tão informativo quanto poético, publicado numa edição especial de Artes de Mexico dedicada a Xochimilco, Dominique Duffetel comenta que, diante deste “mar de fertilidade”, que também era inquietante pela sua imensidão e pelos riscos constantes de inundação,

“o homem só teve que pensar em puxar, juntar e amontoar os espessos mantos de vegetação aquática até formar uma cama vegetal sobre a qual estender terra lodosa do fundo do lago. E assim fixar a terra, cravar estacas de ahuejote (em toda a volta para delineá-la como uma cerca), que com o tempo enraizaram e cresceram como árvores” (13).

Sobre estes leitos de terra planos, compridos e estreitos, separados por canais de água, cultivaram-se plantas comestíveis e muitas variedades de flores sagradas requeridas nas cerimônias religiosas. Formou-se então uma paisagem que, com o crescer dos ahuejotes, ganhou tridimensionalidade, e configurou-se como um verdadeiro jardim.

É de chamar a atenção a delicadeza, além da engenhosidade, da solução.

“Não se tratava” – adverte Dominique Duffetel – “como nos pântanos marítimos da Europa, de ganhar terreno ao mar a todo custo: polders dos Países Baixos, Flandres, Picardia, Bretanha... Aqui houve um compromisso, um diálogo entre a água e a terra porque os canais domesticaram a água, aproveitando-a como meio de comunicação. Deslizamento gozoso do pesado com o menor esforço, num mundo que não conhece outro animal de carga que não o homem. O resultado foi esta transição ou parêntesis, este espaço anfíbio e ambíguo por natureza, como o ajolote que povoa suas águas, seu animal emblemático” (14).

Embora esta forma de colonização do Vale do México não tenha sido exclusiva dos xochimilcas, foi ali, em Xochimilco – por sinal, na língua náhuatl, Xochimilco significa “lugar onde crescem as flores” –, que ela ganhou esta expressão jardinística e onde ela se manteve por mais tempo.

O processo de enxugamento dos lagos, fruto da “cosmologia espanhola da secura”, nas palavras de Dominique Duffetel, foi “a causa profunda da lenta agonia de um sistema agrário cujo final estamos presenciando hoje”.

Apesar de tudo as chinampas persistem, não mais como espaço predominantemente produtivo, mas como lugar de recreação, dadas suas qualidades paisagísticas. Aos domingos, Xochimilco está em festa. Centenas de traineiras coloridas percorrem seus canais, tão cheias de gente do povo que os turistas estrangeiros quase passam desapercebidos.

Mas as chinampas são também uma relíquia ambiental. Nos anos de 1970, o bombeamento de água subterrânea ao lago de Xochimilco para abastecer a cidade do México, e a simultânea deposição de águas contaminadas nos canais que envolvem as chinampas, puseram em risco o ecossistema ribeirinho, infestando-o de plantas aquáticas. A sua declaração pela UNESCO, em 1987, como Patrimônio da Humanidade, ensejou um programa de recuperação numa área de 3.000 hectares ao redor do lago, e a criação de um Parque Ecológico de 278 hectares, situado a uns três quilômetros ao norte do núcleo urbano de Xochimilco. O parque, projetado pelo Grupo de Desenho Urbano, conta com uma laguna, uma área de reserva de aves, um jardim botânico, quadras e campos esportivos e uma zona de “demonstração” de chinampas e chega a acolher 20.000 visitantes por dia, nos finais de semana (15).

* * *

As multidões que passeiam e se recreiam no bosque de Chapultepec e entre as chinampas de Xochimilco e, por que não, a presença notável das flores nas mais diversas ocasiões da vida mexicana até hoje são, de algum modo, indícios da permanência de valores que tiveram origem antes mesmo da chegada dos europeus. São um tributo ao “paisagismo” pré-colombiano ou, mais apropriadamente, à manifestação material de uma interlocução respeitosa e ao mesmo tempo criativa com os fatos da natureza, mesmo que os vestígios concretos desta obra já tenham desaparecido.

notas

1
O presente texto se apropria de informações presentes em artigo relativamente recente: EVANS, Susan Toby, “Aztec royal pleasure parks: conspicuous consumption and elite status rivalry”. In Studies in the History of Gardens and Designed Landscapes, vol. 20, no 3, jul./set. 2000, London & Philadelphia, Taylor & Francis.

2
JELLICOE, Geoffrey; JELLICOE, Susan. The landscape of man. New York, Thames and Hudson Inc., 1987.

3
DIAZ DEL CASTILLO. “The discovery and conquest of Mexico”. Apud EVANS, Susan Toby. Op. cit., p. 217.

4
CORTÉS, Hernán. “Letters from Mexico”. Apud EVANS, Susan Toby. Op. cit., p. 217-218.

5
Em 1520 foram relacionados os seguintes parques: Acatetelco, Amecameca, Atlixco, Calpulalpan, Chapultepec, Chimalhuacan, Cozcaquauhco, Cuauhyácac, Cuetlachatitlan, Huaxtepec, Huexotla, Ixtapalapa, Mazaapan, Tepepulco, Tepetzinco, Texcotzinco, Tzinacanóztoc, Yehualica e os dois complexos de zoológico e aviário de Tenochtitlan e Texcoco, em área urbana propriamente dita. Cf. EVANS, Susan Toby. Op. cit., p. 210.

6
NUTTAL, Zelia. “The gardens of ancient Mexico”, Annual Report of the Board of Regents of the Smithsonian Institution, 1923, Washington, DC, 1925. Apud EVANS, Susan Toby. Op. cit., nota 24, p. 225.

7
TYLOR, E. B.. “Anahuac: Mexico and the Mexicans, New York, 1970” [1861]. Apud EVANS, Susan Toby. Op. cit., p. 210.

8
EVANS, Susan. Op. cit., p. 213.

9
Apud NOGUERA, Edward. “Arqueologia de la región Tetzcocana”, Artes de Mexico no 151, 1972, apud EVANS, Susan. Op. cit. p. 217.

10
HOLMES, William H. “Exemples of iconoclasm by the conquerors of Mexico”. In He American naturalist 19 (1885). Apud EVANS, Susan. Op. cit., p. 222.

11
NUTTALL, Zelia. “He gardens of ancient Mexico”. Apud EVANS, Susan. Op. cit. Os mencionados “ciprestes gigantes” na verdade são os ahuehuetl, ou ahuejote, coníferas do gênero Taxodium, também conhecidas por Cipreste de Montezuma, a árvore nacional do México.

12
EVANS, Susan. Op. cit., p. 215.

13
Devo a Suzel M. Maciel a oportunidade de ter em mãos a Edición Especial de Artes de Mexico – Xochimilco, publicada pelo Departamento del Distrito Federal, onde se encontra o artigo de Dominique Duffetel, “Pequeña Historia de las Chinampas y Tres Sueños”.

14
DUFFETEL, Dominique. “Pequeña Historia de las Chinampas y Tres Sueños”, in Edición Especial de Artes de Mexico – Xochimilco. Mexico, Departamento del Distrito Federal, s/d., p. 38.

15
Cf. HOLDEN, Robert. Diseño del espacio público internacional. Barcelona, Gustavo Gili, 1996, p. 95-98.

sobre o autor

Vladimir Bartalini, arquiteto, mestre e doutor pela Fau-Usp. Atua profissionalmente na área da arquitetura paisagística desde 1973 e leciona disciplinas de paisagismo em escolas de arquitetura desde 1975. Coordena atualmente o Laboratório Paisagem, Arte e Cultura do Departamento de Projeto da Fau-Usp.

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