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Neste texto, originalmente apresentado no 1° Seminário de Cidade Contemporânea – Curitiba de Amanhã 40 anos depois (1965-2005), Luis Salvador Gnoato discute o planejamento urbano da cidade de Curitiba


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GNOATO, Salvador. Curitiba, cidade do amanhã: 40 depois. Algumas premissas teóricas do Plano Wilheim-IPPUC. Arquitextos, São Paulo, ano 06, n. 072.01, Vitruvius, maio 2006 <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/06.072/351>.

Posterior a Brasília, a experiência de Curitiba foi das mais importantes ocorridas no Brasil, na segunda metade do século XX. Uma de suas características foi adoção de conceitos desenvolvidos pelos últimos Congressos Internacionais de Arquitetura Moderna – CIAMs, de intervenção em cidades existentes a partir de suas vocações locais. Curitiba se estruturou como cidade, devido ao seu processo de planejamento, que teve início em 1965, e a presença do Estado, como indutor de desenvolvimento.

Em meados dessa década, o Departamento de Urbanismo de Curitiba dispunha do Plano Agache (1941-43) para organização de uma cidade que se industrializava. Esse plano expressava, na ocasião em que foi elaborado, um pensamento avançado de urbanismo, antes da adoção das premissas do Movimento Moderno, ocorridas em larga escala após o término da Segunda Guerra Mundial, quando prevalecia o conceito de City Beautiful do século XIX. O plano de Alfred Agache (1875-1959) para Curitiba refletia suas experiências para cidades como Chicago, Camberra, Rio de Janeiro, entre muitas outras, tendo como referência e exemplo de modernidade, o Plano para Paris (1850), de Eugène Haussmann (1809-1891).

A organização da cidade através de Centros Funcionais; o conceito de Zoning, ou zoneamento; a adoção de um Código de Edificações, implantado em 1953, que permitia a execução de novos edifícios com adequadas soluções sanitárias; e principalmente um novo desenho urbano a ser conseguido através de um ambicioso Plano de Avenidas - foram as principais propostas do Plano Agache. A implantação do Plano Massa na Rua XV, no centro da cidade, que consiste na execução de galerias cobertas para ampliação do passeio de pedestres, permanece como seu registro mais significativo. Outras ações ainda são perceptíveis, como alguns trechos de avenidas perimetrais, e a adoção de alguns Centros Funcionais, como o Centro Cívico, embora a arquitetura construída tenha sido diferente do desenho Beuax Arts original. Agache apresentou um Plano de Avenidas concêntrico, típico das cidades do século XIX, sem uma proposta definida de adensamento e de verticalização.

Se executado integralmente, Curitiba seria uma cidade de largas avenidas, que corresponderia aos seus anseios de metrópole, com “uma fisionomia de capital de estado”, conforme está registrado no escopo do trabalho de Alfred Agache (2). Em contrapartida, a ausência de vias de tráfego mais largas na área central da cidade, impossibilitou uma melhor circulação de veículos. O ambiente de discussão de urbanismo na cidade, foi o legado mais importante de Alfred Agache.

As propostas de transformação de cidades, realizadas através de grandes cirurgias, como desapropriações e execuções de viadutos, conforme ocorreu em São Paulo, em conseqüência do Plano Prestes Maia, estavam esgotadas naquele momento.

A inauguração de Brasília, em 1961, despertou grande interesse entre os urbanistas brasileiros pela possibilidade de projetar uma cidade utilizando os pressupostos clássicos dos CIAMs. A megaestrutura do Plano Piloto, construída por Lucio Costa (1902-1998) e Oscar Niemeyer (1907–), ainda permanece como o “centro” de uma grande cidade metropolitana.

No mesmo ano do concurso de Brasília (1956), aconteceu o décimo e último CIAM, em Dubrovnik. Conhecido como Team X, o grupo encarregado de organizar esse congresso, considerava inadequadas as primeiras interpretações mecanicistas do funcionalismo, e queria ampliar seu significado para que abarcasse uma gama de fatores humanos e ambientais, que até então haviam sido ignorados, ou somente insinuados pelos mestres do Movimento Moderno. Não se tratava de romper com os esses conceitos, mas ampliá-los e adaptá-los para novas situações.

Em outros projetos, estes urbanistas ampliaram os princípios funcionais de habitar, trabalhar, recrear e circular, da Carta de Atenas, com propostas mais elaboradas, considerando a inter-relação dos diversos sistemas de infra-estrutura, como transporte coletivo e rede de áreas verdes.

Após a conclusão de seu curso de Engenharia Civil na UFPR, Jaime Lerner obteve bolsa de estudos na França, quando estagiou junto ao projeto para Toulouse le Mirail, no escritório de Georges Candilis (1913-1995), Alexis Josic (1921-) e Shadrach Woods (1923-1973), integrantes do Team X. A idéia diretora do projeto foi a criação de uma infra-estrutura composta por uma zona de grande concentração de atividades e de elevada densidade habitacional. A concentração das atividades urbanas tinha como finalidade revalorizar “a rua”, considerando-a com uma função primordial da vida da comunidade (3). As propostas para os Eixos Estruturais de Curitiba guardam algumas semelhanças com esse projeto.

Em seu retorno, Jaime Lerner integrou a primeira turma de arquitetos da UFPR, mas o contato com o Team X marcou sua atuação como principal liderança no desenvolvimento urbano de Curitiba.

Na década de 1960, o governador Ney Braga (1917-2000) procurava implementar um planejamento econômico que possibilitasse industrializar o Estado, de modo a não depender exclusivamente de sua agricultura, na ocasião praticamente uma monocultura do café.

A primeira turma (1965) do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Paraná – UFPR, integrada por alunos que eram engenheiros civis, deu início a uma nova postura projetual na cidade. Em menos de uma década consolidou-se em Curitiba a profissão de arquiteto e urbanista, cujos conceitos têm origem principalmente no “brutalismo paulista”. Os paranaenses consagraram-se nacionalmente como vencedores de concursos de arquitetura, tendo como exemplos mais significativos, o conjunto formado pelas sedes da Petrobrás (1968) e do BNDE (1973), no Rio de Janeiro.

A mesma atitude demonstrada nestes projetos de arquitetura, com ênfase na distribuição de espaços e suas relações com a estrutura e infra-estrutura dos edifícios, se transpôs para o urbanismo, na inter-relação entre zoneamento e sistema de transporte coletivo (4).

Em 1964 o prefeito Ivo Arzua promoveu a contratação de um novo plano diretor para Curitiba, motivado pela visita de um grupo de arquitetos e professores da UFPR, preocupados com as dificuldades que o Plano Agache apresentava diante do intenso crescimento que se apresentava para a cidade.

A concorrência foi vencida pela empresa Serete, tendo o arquiteto Jorge Wilheim (1928–), como coordenador do Plano Preliminar de Urbanismo, que naquela ocasião já havia projetado a cidade de Angélica (1956), no estado do Mato Grosso, e participado do concurso para o Plano de Brasília.

Depois desta etapa, passaram também a trabalhar no desenvolvimento do plano, estabelecidos no escritório de Luiz Forte Netto (1935-): Dulcia Aurichio, Francisca Rischbieter (1929-1989), Jaime Lerner (1937–), José Maria Gandolfi (1933–) e Onaldo Pinto de Oliveira (1928-2001), pelo Departamento de Urbanismo da Prefeitura, e ainda: Alfred Willer (1930-), Almir Fernandes (1934–), Cyro Correa Lyra (1938–), Domingos Bongestabs (1941–) e Saul Raiz, entre outros. O Plano Preliminar de Urbanismo teve sua versão final transformada em lei, no ano de 1966.

A principal discussão do Plano Preliminar era qual proposta de crescimento deveria ser a mais adequada para o futuro de Curitiba. A idéia de cidade delimitada por um cinturão verde, parecia inviável diante da possibilidade de um crescimento indeterminado. A orientação de desenvolvimento a partir de eixos lineares, em contraposição à cidade concêntrica do Plano Agache, parecia a mais adequada (5).

A primeira proposta de cidade linear foi concebida pelo espanhol Arturo Soria y Mata (1844-1920), no início da década de 1880. Na Rússia, Ivan Leonidov (1902-1959) elaborou para Magnitogorsk (1930), o projeto de uma estrada urbanizada de trinta e dois quilômetros, que ligava o setor industrial com uma comunidade agrícola (FRAMPTON). Em Le Corbusier (1987-1965), a cidade linear aparece na proposta para o Rio de Janeiro (1930), e nos “Três Estabelecimentos Humanos” (6). No Plano Piloto de Brasília, a concepção básica de Lucio Costa é o encontro de dois eixos, um monumental com os edifícios públicos, e o outro que cruza as duas asas das superquadras.

Para o centro de Curitiba foi mantida a permissão de verticalização, mas o futuro crescimento deveria acontecer em novos “centros lineares”, chamados de Eixos Estruturais. Considerando a vocação do bairro do Portão, como centro comercial, determinou-se que a Avenida Republica Argentina deveria compor o Eixo Sul. Para o Eixo Norte escolheu-se o prolongamento da Avenida João Gualberto, e para o Eixo Oeste ficou determinado um conjunto de ruas, ainda pouco ocupadas.

Se a proposta de adensamento através de eixos lineares era consenso, o debate consistia nas suas escolhas. Onaldo Oliveira (7), um dos integrantes do grupo de debate do plano, rebelou-se quanto ao processo em andamento, formulando outra proposta, que passou a ser chamado de Plano Alternativo, cujos eixos de desenvolvimento, deveriam ser compostos pela Rua Marechal Floriano e pela BR-116. Onaldo não estava completamente equivocado, pois o eixo da Marechal Floriano, embora sem adensamento vertical, passou a integrar uma das vias do ônibus expresso, e para a BR-116, sua urbanização ainda está em pausa.

Em 1965 foi realizado o Seminário Curitiba de Amanhã, que reuniu arquitetos, engenheiros, empresários e membros da sociedade, na discussão das propostas do novo plano para a cidade. Além da discussão na UFPR e entre profissionais liberais, e embora restrito no âmbito do legislativo municipal, o debate foi intenso nas entidades de classe, incluindo a Associação Comercial do Paraná - ACP.

Wilheim propunha também um plano aberto de diretrizes de planejamento, ao contrário do detalhado Plano Agache. Sugeria também a criação de um órgão que acompanhasse continuamente o processo de planejamento, o que decorreu na criação do IPPUC em 1965. A designação de Plano Wilheim-IPPUC parece ser a mais adequada para o trabalho elaborado pela empresa Serete, e seu processo de planejamento adotado para Curitiba.

Apesar das restrições de ordem políticas, o Brasil reunia diversas condições favoráveis, no início da década de 1970, com o “milagre econômico”, e a disposição de planejamento e execução de infra-estrutura, característica dos governos militares. Com a posse do arquiteto Jaime Lerner como prefeito de Curitiba, em 1971, tiveram início as transformações urbanas na cidade.

Segundo Jaime Lerner, o entendimento equivocado da divisão de funções, estabelecido pela Carta de Atenas, levaram muitas cidades a situações problemáticas. Dentro deste mesmo enfoque de equívocos, Charles Jencks (1939–) determinou emblematicamente o fim do urbanismo do Movimento Moderno, no momento da implosão do Conjunto Habitacional Pruitt-Igoe (1951), em Saint Louis, em 1972. O trabalho de Jane Jacobs (1916–) também colaborou para determinar o fim do urbanismo restrito da Carta de Atenas. Para essa autora, quanto mais multifuncionais fossem as atividades de uma rua e de um bairro, mais vida e segurança teria sua comunidade.

Passado o momento de implantação dos boulevards do século XIX, e sem a possibilidade de criarem autopistas urbanas, como em Brasília, os urbanistas de Curitiba voltaram sua atenção para a transformação das ruas existentes da cidade.

A síntese do planejamento urbano desenvolvida pelo IPPUC, a partir das diretrizes de Wilheim, se baseou no tripé: uso do solo, transporte coletivo e circulação. Uma nova lei de zoneamento, aprovada em 1975, durante a gestão do prefeito Saul Raiz, passou a ser ferrenhamente defendida e mantida pelos urbanistas da prefeitura. Nesta lei, o uso do solo, seus desdobramentos de coeficiente de aproveitamento e de altura dos edifícios, estava atrelado às concepções dos Eixos Estruturais e do Sistema de Transporte Coletivo. As três gestões consecutivas na Prefeitura, com a mesma equipe de urbanistas, garantiu o sucesso da implementação do urbanismo de Curitiba.

Para Rafael Dely, os princípios norteadores do processo de planejamento urbano podem ser resumidos em cinco qualidades subjetivas de cidades: “escala”, “paisagem”, “animação”, “continuidade” e “memória”, tendo a rua tradicional como principal elemento urbano.

O desenvolvimento do sistema trinário dos Eixos Estruturais, elaborado por Rafael Dely, tem como principal artéria uma Via Central de tráfego lento, onde deveria se concentrar o comércio, e por onde circularia os ônibus expressos. As vias das outras quadras se transformariam em Vias Rápidas, uma no sentido centro-bairro e outra em sentido inverso.

Depois de implantados, os Eixos Estruturais, onde se localizam os edifícios de maior altura, se apresentam como uma megaestrutura para Curitiba, definindo seu desenho urbano. Nas áreas contíguas das estruturais, caracterizadas como ZR4, foi permitida a execução de edifícios de média densidade, com seis a dez pavimentos. Em seu conjunto, Curitiba mantém uma estrutura viária radial, mas com concepção diferente do Plano Agache, pois o sistema linear das estruturais domina a paisagem.

Inspirado na proposta de Agache para a Rua XV, passou a ser obrigatório a execução de um outro Plano Massa para estas Vias Centrais. Embora essas galerias apresentem descontinuidade e falta de composição arquitetônica no conjunto, o Plano Massa das Estruturais cumpriu seu papel de espaços destinados a comércio e prestação de serviços.

A primeira linha do ônibus expresso foi inaugurada em 1974, e em 2000, o sistema atendia milhares de pessoas, incluindo cidades da Região Metropolitana. A Estação Tubo e o ônibus Bi-Articulado passaram a ser os símbolos do sistema, coordenado pela URBS, e tendo Carlos Ceneviva (1937–), como um de seus presidentes.

Outras ruas, transformadas em binários, como as ruas Brigadeiro Franco e Desembargador Motta, passaram a serem designadas como Ligações Prioritárias. Dentro do entendimento das vocações naturais de desenvolvimento urbano, os caminhos de acesso da cidade, como a Rua Mateus Leme, a Rua Anita Garibaldi e a Avenida Manoel Ribas, entre outras, foram transformadas em Vias Coletoras, com circulação de ônibus e comércio de bairro com características específicas. Nos primeiros anos, a implementação do sistema de trânsito contou com a participação do arquiteto (1931–) na direção do Detran.

Um Anel Central circundando o centro da cidade, isolou a área do tráfego de veículos, de modo a otimizar a circulação exclusiva para pedestres nas principais vias do centro. O calçadão da Rua XV, com mobiliário urbano desenhado por Abrão Assad (1940–), passou a ser um dos símbolos do planejamento urbano de Curitiba. Em 1972, Jaime Lerner convidou integrantes da União Internacional de Arquitetos – UIA, para uma reunião em Curitiba, onde apresentou suas propostas de animação para o centro da cidade.

O calçadão se estendeu para outras quadras do Setor Histórico, cuja organização coube a Cyro Correa Lyra. Criaram-se também as Unidades de Interesse de Preservação – UIP, recompondo a memória da ocupação histórica da cidade.

Apesar dos esforços do Centro Vivo, organização criada pela ACP, as atividades da Rua XV se restringem ao comércio destinado à população que circula pelo calçadão. O exemplo da Avenida Luiz Xavier, ou Boca Maldita, que mantém circulação de veículos, comprova que a multi-funcionalidade de usos, enriquece a vida e a animação de uma rua. A circulação restrita de veículos nos calçadões de Curitiba, precisa ser revista, para que se permitam novos usos de comércio e prestação de serviços.

O IPPUC desenvolveu uma arquitetura destinada aos inúmeros parques implantados, com forte inspiração em uma estética da contra-cultura dos anos 1960, como se observa no uso de antigos postes de madeira, tendo como melhor exemplo a edificação projetada em 1992, por Domingos Bongestabs, para a Universidade Livre do Meio Ambiente – Unilivre.

Em seu terceiro mandato como prefeito, eleito por voto direto, Jaime Lerner equipou a cidade com projetos emblemáticos. O enfraquecimento da ação do Estado e o surgimento de uma economia de mercado, fizeram com que diminuísse consideravelmente a possibilidade de grandes intervenções nas cidades. Contrastando com as administrações anteriores de caráter técnico, foram implantados diversos parques temáticos, de grande interesse popular, como o Jardim Botânico e o Teatro Ópera de Arame, característicos de uma visão pós-moderna, segundo Jencks, em relação aos Centros Funcionais de Alfred Agache. Nas gestões dos prefeitos Rafael Greca de Macedo e Cassio Taniguchi, deu-se continuidade às intervenções de Curitiba.

A concepção de centros lineares para novas ruas, continuou a estruturar novos bairros, como se observa nas recentes propostas para a BR 116. Durante a década de 1990, implantaram-se as habitações e os equipamentos urbanos ao longo da Conectora Cinco, mais tarde conhecida como Ecoville, cuja viabilização de sistema viário e implantação de transporte coletivo aconteceu em função dos financiamentos estatais disponíveis no final da década de 1970. O que se observa como proposta de urbanismo, é um mix do Plano Voisin (1925), de Le Corbusier, com suas torres de apartamentos isoladas em grandes áreas muradas, e a strip de Robert Venturi (1925–).

Como uma cidade contemporânea, Curitiba é uma “bricolagem” de intervenções, quarenta anos depois do Plano Wilheim-IPPUC (8), suas principais premissas do ainda persistem, como plano aberto, e na estruturação da cidade no tripé: uso do solo, transporte coletivo, circulação, além da procura por constantes inovações.

notas

1
Texto apresentado no 1° Seminário de Cidade Contemporânea – Curitiba de Amanhã 40 anos depois (1965-2005), em 2, 14 e 15 de setembro de 2005, organizado pelo PPGTU e pelo Grupo de Pesquisa: Teoria e História e Arquitetura e Urbanismo da PUCPR.

2
AGACHE, Alfredo. Plano de urbanização de Curitiba, Boletim Prefeitura Municipal de Curitiba, 1943.

3
CANDILIS, Georges, JOSIC, Alexis, WOODS, Shadrach. Toulouse le Mirail – el nacimento de una ciudad nueva. Barcelona, Gustavo Gili, 1976.

4
GNOATO, L. Salvador. Arquitetura e urbanismo de Curitiba – transformações do movimento moderno. Tese de Doutorado. São Paulo, FAU-USP, 2003.

5
WILHEIM, Jorge; Serete. Plano preliminar de urbanismo de Curitiba, 1965.

6
CORBUSIER, Le. Os três estabelecimentos humanos. São Paulo, Perspectiva, 1979.

7
OLIVEIRA, Onaldo Pinto de. Plano Preliminar Urbanístico para Curitiba. Boletim Instituto de Engenharia do Paraná – IEP, jun. 1965.

8
IPPUC Plano Diretor de Curitiba 2004. O planejamento urbano de Curitiba, 2004.

sobre o autor

Luis Salvador Gnoato é Arquiteto e Urbanista (UFPR, 1977); Mestre e Doutor (FAU USP, 1997/2002); Professor Titular PUCPR; Presidente IAB-PR (1981-84); Coordenador do Núcleo Docomomo Paraná. Autor, com Marcelo Sutil, de Rubens Meister – vida e arquitetura.

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