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Stael de Alvarenga Pereira Costa faz uma a retrospectiva sobre os estudos da forma urbana no Brasil, e pretende disseminar os estudos do grupo internacional de Morfologia urbana, responsável pelo ISUF – Seminário Internacional da Forma Urbana


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DE ALVARENGA PEREIRA COSTA, Stael. O estudo da forma urbana no Brasil. Arquitextos, São Paulo, ano 08, n. 087.05, Vitruvius, ago. 2007 <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/08.087/220>.

Apresentação

O grupo internacional de Morfologia urbana é composto por membros interessados no estudo da forma urbana, tanto como professores, pesquisadores ou profissionais.

As atividades do grupo resumem-se em encontros e publicações para a discussão e disseminação dos estudos relacionados ao tema, o que ocorre sob a forma de seminários anuais, seja sob a forma de publicação de uma revista bi-anual, o Journal of the International Seminar on Urban Form – ISUF.

A publicação de um artigo com a retrospectiva sobre o estudo da forma urbana em diversos países é um dos tópicos apresentados em cada número da revista. Artigos sobre a evolução do estudo da forma urbana na Itália, França, Espanha, Canadá, Estados Unidos, Alemanha, já foram publicados ao longo dos anos.

Este artigo a seguir apresenta a visão da pesquisadora sobre estudos da forma urbana no Brasil, publicado no jornal do ISUF de novembro de 2006. Esta publicação é a tradução daquele artigo e um convite para a discussão sobre o tema e para o ISUF 2007 – Seminário Internacional da Forma Urbana que ocorrerá nos dias 29 a 1º de setembro de 2007 em Ouro Preto, Minas Gerais.

Antecedentes

A contribuição brasileira e também da América Latina, sob a forma de publicação no jornal do ISUF, é restrita. Os conteúdos brasileiros e latino-americanos da morfologia urbana no Journal of the International Seminar on Urban Form, são raros. Por outro lado, a presença brasileira nas conferências do ISUF é considerável, o que desmente qualquer impressão de que isto é o reflexo da falta de pesquisa e de estudos sobre a Morfologia urbana nesta parte do mundo. Para compensar a falta de contribuições na revista apresento o esboço sobre algumas das mais significantes características da prática e da pesquisa sobre a Morfologia urbana no Brasil.

A Morfologia urbana no Brasil

No Brasil, há duas áreas de conhecimento que trabalham com a morfologia urbana: a Geografia humana, e a Arquitetura e Urbanismo. Muitos pesquisadores, entretanto, que descrevem seu trabalho como típico de “Morfologia Urbana”, na verdade praticam formulações mais generalizadas, cujo termo “Estudos Urbanos” poderia ser mais apropriado. Este aspecto foi também verificado por Vilagrasa Ibarz (2) na discussão sobre o estudo da forma urbana na Espanha. De qualquer modo, estudos sobre o assunto têm uma tradição que se estende por cerca de 100 anos, no Brasil.

Pesquisadores-chave

Os primeiros estudos sobre o tema estão relacionados aos aspectos econômicos, sociais e políticos das formas urbanas brasileiras, empreendidos por historiadores, como Sérgio Buarque de Holanda (3), e sociólogos, como Gilberto Freire (4) na 1ª metade do século XX.

Estudos morfológicos foram particularmente pesquisados por arquitetos fortemente influenciados pela arquitetura francesa e alemã: por exemplo, Lúcio Costa, que desenvolveu estudos sobre as influências portuguesas na arquitetura brasileira (5). Estes estudos buscavam estabelecer os princípios das tipologias construtivas detalhadas, dando atenção às características, dimensões e detalhes das estruturas tecnológicas da construção dos edifícios.

Naquele tempo, também acadêmicos da Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais iniciaram o desenvolvimento de pesquisas que viriam a consolidar uma das mais fortes tradições desta Escola: o estudo da evolução da forma urbana e tipologias das cidades coloniais mineiras. Sylvio de Vasconcellos, que trabalhou com Lúcio Costa no Departamento Estadual de Patrimônio Histórico, desenvolveu trabalhos sobre as tipologias das cidades coloniais de Minas Gerais, contribuindo assim, para a compreensão não só da evolução das vilas coloniais em Minas Gerais, quanto de tipologias de edifícios (6). Estas descobertas forneceram importantes conclusões sobre a origem dos assentamentos urbanos coloniais. O trabalho de Vasconcelos, como o de Lúcio Costa, pode ser considerado como ponto de partida para uma série de pesquisas presentes até os tempos atuais.

Outro professor da Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais, João Boltshauser, desenvolveu estudos sobre o crescimento das cidades latino-americanas, tendo como ênfase o papel da legislação na formação e transformação das cidades (7).

Tanto estes quanto os outros estudos mencionados anteriormente criaram a base para o desenvolvimento de cursos nas Universidades de São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, voltados para aspectos históricos da Arquitetura e do Urbanismo.

O Modernismo e as vicissitudes da pesquisa

Modelos de novas cidades e suas áreas de entorno no começo do século XX constituem uma fase importante do desenvolvimento da forma urbana brasileira. Muitos deles influenciavam a construção de novas capitais de estados. Modelos e padrões inspirados nos ideais das cidades-jardim foram adotados como base para planos importantes e para o grande desenvolvimento de bairros residenciais nas principais cidades brasileiras. As primeiras décadas do século XX foram também caracterizadas pela necessidade de provisão urgente de infraestrutura, com projetos de renovação envolvendo o alargamento de ruas e construção de novas áreas residenciais (8).

A construção de Brasília é um importante marco sobre a concepção e construção de cidades seguindo modelos de forma urbana baseados numa forte ideologia. O modelo modernista foi adotado como uma das principais referências para o urbanismo, principalmente pelo poder público. Estudos acadêmicos do período refletem a influência da ideologia modernista em muitos cursos de arquitetura, se concentram particularmente, na produção de projetos para conjuntos habitacionais.

Dois fatores na época de 60 contribuíram para a busca de novos modelos urbanos. O primeiro foi decorrente do crescimento das grandes cidades, que exige dos planejadores soluções para a provisão da infraestrutura urbana, principalmente o acesso à moradia e saúde. O segundo refere-se à carência dos investimentos públicos para a realização dos novos planos e cidades, já que, as cidades, ao se expandirem e se multiplicar, exigiam-se vultuosos recursos, nem sempre disponíveis.

A crise ocorrida na segunda metade dos anos 60 provoca um declínio não só na construção de novas cidades, mas principalmente na pesquisa científica. É nesta época que se instala a ditadura militar, o que provoca a descontinuidade da pesquisa acadêmica no Brasil. Os mais proeminentes professores universitários foram banidos e diversas pesquisas foram abortadas. Os que permaneceram, continuaram a lecionar, sob estrita vigilância, com pouca produção investigativa.

Os cursos de desenho urbano e suas contribuições para a morfologia urbana

A década de 80 trouxe uma nova era, não apenas porque vários pesquisadores retornaram às Escolas de Arquitetura, mas também se iniciam os cursos de pós-graduação em algumas escolas de arquitetura. Os estudos das tipologias e evolução da forma urbana recomeçam, sob novas influências dos cursos de pós-graduação da Europa, Ásia e Estados Unidos.

O curso de Desenho Urbano da Universidade Oxford Brookes, Inglaterra, trouxe inúmeras contribuições para o tema. Ivor Samuels, professor desta escola, foi uma influência particularmente importante para seus alunos. Esta influência em grande parte foi responsável pela criação de uma nova geração de morfologistas urbanos no Brasil, como por exemplo, alguns dos seus alunos, tais como, Vicente Del Rio (9), Humberto Yamaki (10), Rômulo Krafta (11), e Stael Pereira Costa (12), que desenvolveram trabalhos utilizando a morfologia urbana, sejam na pesquisa, sejam como base para o projeto urbanístico.

As idéias advindas deste método foram inicialmente discutidas na Universidade de Brasília, sob a forma de seminários sobre Desenho Urbano, o SEDUR I, II e III (13). Estes seminários apresentaram o que estava sendo desenvolvido, não só na área de morfologia urbana, mas também no urbanismo no Brasil (14); Kohlsdorf (15).Estudos interessantes foram apresentados neste seminário e contribuíram para que se consolidassem diferentes linhas de investigação, que continuam como as linhas principais de pesquisa até os tempos atuais.

Os estudos mais tradicionais são os desenvolvidos pela linha de pesquisa sobre a história e são muitas vezes associados à conservação dos monumentos isolados. Uma visão mais ampla e urbana de conservação do patrimônio se inicia na última década do século XX, e com estes, as observações sobre a evolução dos sítios históricos (16).

O segundo grupo inclui análises detalhadas da evolução da população e o estudo de aspectos funcionais das cidades, na maior parte vistas em relação aos problemas políticos, econômicos e sociais. Estas questões se mesclam aos estudos advindos das contribuições de outras disciplinas e incluem a sociologia e a economia (17).

O terceiro campo de pesquisa está associado ao grupo inicialmente coordenado por Carlos Nelson Ferreira dos Santos (18), que evidenciava a importância de se identificar à implantação e forma dos assentamentos espontâneos. Nos seus trabalhos, este professor descrevia a implantação das ruas em relação à topografia e as soluções alternativas construídas pela população. Uma linha de pesquisa importante concentra-se na identificação de tecidos urbanos desenvolvidos espontaneamente e a importância da sua manutenção para a fixação deste grupo social no local e culmina na descrição de algumas das características morfológicas mais gerais de favelas e assentamentos particulares. Pereira Costa (19) e outros tentaram identificar padrões existentes de modo a manter as características dos assentamentos como forma de sua manutenção no espaço urbano, e assim os moradores continuarem em seu ambiente (20).

A quarta linha de pesquisa diz respeito ao estudo sobre e as novas formas urbanas, e principalmente sobre o impacto do processo de parcelamento na paisagem. Estes se concentram nos levantamentos sobre os produtos do parcelamento e na produção tipológica de lotes, espaços verdes abertos e parques públicos. Os estudos do grupo “Quapá” (21) podem ser distinguidos nestas análises correspondentes aos estudos desenvolvidos pelo grupo de morfologia urbana, pois se referem à qualidade do espaço, principalmente da relação entre as tipologias edilícias e o espaço urbano, uma relação tridimensional. Contudo, esta ênfase apresenta similaridades aos estudos de morfologia urbana que estão sendo desenvolvidos pelos membros do ISUF.

Conclusão

A escola inglesa de morfologia urbana, representada por CONZEN (22), ou mesmo a escola italiana sobre a tipologia edilícia (23) não é muito referenciada, pelos estudiosos, no Brasil.

Os livros de Aldo Rossi (24) e Aymonino (25), no entanto, foram traduzidos para o português e são às vezes, mencionados por pesquisadores. O trabalho mais citado pelos interessados em morfologia urbana está contido num livro que versa muito mais sobre arquitetura e teoria urbana do que sobre a morfologia urbana (26). Percebe-se, portanto, uma necessidade da disseminação dos estudos clássicos, tanto das escolas inglesa, italiana, ou francesa da morfologia urbana, para o benefício tanto da pesquisa acadêmica, quanto do planejamento urbano.

Os interessados em aprofundar os conhecimentos desta linha de investigação terão a oportunidade de fazê-lo no ISUF 2007, que tem como tema geral “A Morfologia urbana na Era Global”.

notas

1
O artigo, que contou com a colaboração de Karina Machado de Castro Simão e Stefânia de Araújo Perna, foi publicado originalmente em: PEREIRA COSTA, Stael de Alvarenga. “Urban Morphology – Journal of the International Seminar on Urban Form (2006) 10(2), 142-50”. International Seminar on Urban Form, 2006 ISSN 1027-4278.

2
VILAGRASA IBARZ, Joan. “The study of urban morphology in Spain”. In Urban Morphology nº 2, 1998, p. 35-44.

3
HOLANDA, Sérgio Buarque de. (1936) Raízes do Brasil. São Paulo, Companhia das Letras, 1995, 26ª edição.

4
FREIRE, Gilberto. Casa-Grande & Senzala: formação da família brasileira sob o regime de economia patriarcal. Rio de Janeiro, Maia and Schmidt, 1933.

5
COSTA, Lucio. Lúcio Costa: registro de uma vivência. São Paulo, Empresa das Artes, 1995.

6
VASCONCELLOS, Sylvio de. Vila Rica: formação e desenvolvimento– residências. Instituto Nacional do Livro, Rio de Janeiro, 1956.

7
BOLTSHAUSER, João. Noções de evolução urbana nas Américas. Escola de Arquitetura da Universidade de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1968, 2ª edição.

8
ANDRADE, Rodrigo F.; Magalhães, Beatriz de Almeida. Belo Horizonte: um espaço para a republica. Belo Horizonte, UFMG, 1989; SZMRECSANYI, Maria Irene; OTTONI, Dácio. Cidades Jardins: a busca do equilíbrio social e ambiental, 1898-1998. São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo / FAUUSP, 1997; MANSO, Celina Fernandes. Goiânia: uma concepção urbana, moderna e contemporânea – um certo olhar. Goiânia, edição do autor, 2001.

9
DEL RIO, Vicente. Introdução ao desenho urbano no processo de planejamento. São Paulo, Pini, 1995.

10
YAMAKI, Humberto. Iconografia londrinense. Mapas Iniciais 1930-1950. Londrina, Edições Humanidades, 2003.

11
KRAFTA, Rômulo. “Desenho urbano e regulamentação urbanística”. In TURKIENICZ, Benamy; MALTA, Maurício (org.). Desenho urbano – Anais do II Seminário sobre desenho urbano no Brasil. São Paulo, Pini, 1986.

12
PEREIRA COSTA, Stael de Alvarenga. “A morfologia urbana das cidades sul-metropolitanas do ciclo do ouro”. Relatório de pesquisa. Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais – FAPEMIG. Belo Horizonte, 2003.

13
TURKIENICZ, Benamy (org.). Desenho Urbano – Anais do I SEDUR. São Paulo, Projeto, 1985; TURKIENICZ, Benamy; MALTA, Maurício. Desenho urbano – Anais do II Seminário sobre desenho urbano no Brasil (op. cit).

14
HOLANDA, Frederico de. O espaço de exceção. Brasília, Editora UNB, 2000.

15
KOHLSDORF, Maria Elaine. A apreensão da forma da cidade. Brasília, Editora Universidade de Brasília, 1986.

16
CASTRIOTA, Leonardo B. Arquitetura da modernidade. Belo Horizonte, UFMG/IAB, 1998; GUNN, Philip. “O paradigma de cidade-jardim na Vila Fabiana de reforma urbana”. In Espaço e debates: revista de estudos regionais e urbanos nº 17, 1997, p. 11-27; REIS FILHO, Nestor Goulart. Contribuição ao estudo da evolução urbana do Brasil: 1500-1720. São Paulo, Pini, 2000; TOLEDO, Benedito Lima de. Ação dos engenheiros no planejamento e ordenação da rede de cidades no Brasil:peculiaridades da arquitetura e morfologia urbana. São Paulo, Convento da Arrábida, 1996.

17
SZMRECSANYI, Maria Irene; OTTONI, Dácio. Op. cit., 1991; MARX, Murilo de A. Cidade no Brasil: terra de quem? São Paulo, Edusp/Fapesp, 1991; VAZ, Lilian Fessler . Modernidade e moradia: habitação coletiva no Rio de Janeiro, séculos XIX-XX. Rio de Janeiro, 7 Letras, 2002; VILLAÇA. Flávio. Espaço intra-urbano no Brasil. São Paulo, EDUSP, 1998.

18
SANTOS, Carlos Nelson Ferreira dos (1984). “Rio de Janeiro, o que transforma o que é transformado”. In TURKIENICZ, Benamy (org.). Seminário sobre Desenho Urbano no Brasil. São Paulo, ProEditores, 1984, p. 99-117.

19
PEREIRA COSTA, Stael de Alvarenga. O morro já tem vez. Belo Horizonte, Prefeitura de Belo Horizonte, 1986.

20
BONDUKI, Nabil. Origens da habitação social no Brasil – arquitetura moderna, lei de inquilinato e difusão da casa própria. São Paulo, Estação Liberdade / Fapesp, 1999, 2ª edição; CONDE, Luiz Paulo; MAGALHÃES, Sérgio. Favela-Bairro:uma outra história da cidade do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Viver Cidades, 2004.

21
MACEDO, Silvio Soares. Quadro do paisagismo no Brasil. São Paulo, Quapá / FAUUSP, 1999.

22
WHITEHAND, Jeremy W. R. “British urban morphology: the Conzenian tradition”. In SCHEER, Brenda (ed.). Proceedings of the International Seminar on Urban Form, September 5-9, Cincinnati, Ohio, USA. Cincinnati, University of Cincinnati, 2001, p. 207-210.

23
CANNIGIA, Gianfranco, MAFFEI, Gian Luigi. Interpretating Basic Building: Architectural Composition and Building Typology. Firenze: Alinea, 2001.

24
ROSSI, Aldo. A arquitectura da cidade. Lisboa, Edições Cosmos, 1977.

25
AYMONINO, Carlo. O significado das cidades. Lisboa, Presença, 1981.

26
LAMAS, José Manuel Ressano Garcia. Morfologia urbana e desenho da cidade. Lisboa, Dinalivro, 1993

sobre o autor

Stael de Alvarenga Pereira Costa é arquiteta urbanista, graduada pela Escola de Arquitetura da UFMG, mestre em Urban Design (Oxford Brookes University), e doutora em Estruturas Ambientais Urbanas (FAU-USP). É professora adjunta do Departamento de Urbanismo da E.A-UFMG e coordena o ISUF 2007, juntamente com o Professor Juca Villaschi da UFOP.

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