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arquitextos ISSN 1809-6298


sinopses

português
O discurso em torno de práticas ambientais, verdes, ou sustentáveis entrou no universo da arquitetura e traz a inquietação: como os concursos de projeto no Brasil têm sido afetados pela “onda verde”?

english
The speech about environmental and green or sustainable practices came into architecture area and raises a new concern: how do competitions projects in Brazil are affected by this "green trend"?

español
El discurso entorno de prácticas ambientales, verdes, o sostenibles entró en el universo de la arquitectura y sigue paralelo a una inquietud: como los concursos de proyecto en Brasil están siendo afectados por la "ola verde"?


como citar

SOBREIRA, Fabiano. Concursos e sustentabilidade: os riscos da onda verde. Arquitextos, São Paulo, ano 09, n. 107.06, Vitruvius, abr. 2009 <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/09.107/61>.

O discurso em torno de práticas ambientais, verdes, ecológicas ou sustentáveis (termo que varia conforme a “linha retórica” escolhida) definitivamente já entrou no universo da arquitetura. Pelo menos é o que se pode inferir a partir das publicações especializadas em arquitetura (nacionais e internacionais), que têm dedicado cada vez mais espaço aos “novos projetos verdes e ecológicos”, acompanhados quase sempre de anúncios publicitários de materiais e tecnologias que são vendidos como os “mais sustentáveis do mercado”, com direito inclusive a edições especiais sobre o tema.

Podemos atribuir uma parcela dessa “onda verde” a uma preocupação coletiva crescente com o meio ambiente, motivada e estimulada pela crise ambiental e energética (que parece nova, mas que é cíclica), ou a preocupações mais racionais e objetivas, como a economia de recursos. Mas outra relevante parcela – e talvez a mais forte – está relacionada ao interesse mercadológico e publicitário nos “eco-produtos”, e a arquitetura tem sido inserida como mais uma linha de produtos na prateleira.

Os empreendedores (públicos ou privados) – e também os arquitetos – descobriram que o marketing em torno do “consumo sustentável” poderia ser aplicado também à arquitetura, e que os “selos verdes” seriam uma forma de orientar o “consumidor”. Como consequência, tem-se observado na arquitetura o início de um processo que nasceu no marketing de produtos em meados dos anos 80: o greenwash. O termo se refere à estratégia de marketing utilizada (por empresas, governo, profissionais) com o objetivo de aumentar a venda e a visibilidade de um produto, baseada em uma falsa imagem ecológica ou ambiental do mesmo. Uma prática questionável, portanto, que tem conduzido os arquitetos por caminhos pouco éticos, em que a propaganda ou imagem publicitária associada ao aspecto “verde” do projeto oculta problemas intrínsecos de qualidade arquitetônica.

Seriam os “selos ecológicos” mais uma forma de greenwash na arquitetura?

A grande referência internacional no que se refere à certificação ambiental de edificações e empreendimentos é o LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), idealizado e gerenciado pelo Green Building Council (USGBC), instituição criada por representantes da indústria da construção nos Estados Unidos, com o objetivo de certificar edificações que apresentam “comprovado desempenho ambiental”. Os criadores e os defensores do LEED argumentam que se trata de uma ferramenta de certificação internacional que estimula posturas globais e sustentáveis em edificações. Os críticos acusam o LEED de greenwash, por se fundamentar prioritariamente na utilização de novas tecnologias e produtos, pela orientação ao consumo e ao mercado, pela pouca ênfase no projeto e pela ausência de uma contextualização local. Esse tipo de certificação, segundo os críticos, aborda apenas um dos aspectos da sustentabilidade (o ambiental), e ignora os outros pilares que deveriam fundamentar o conceito: cultural, social e econômico. O problema não está na certificação propriamente dita, mas no uso irrestrito que se faz da mesma. Um dos caminhos sugeridos atualmente por arquitetos e pesquisadores é o desenvolvimento de novos sistemas (ou adaptação dos existentes) que considerem de forma mais efetiva a qualidade arquitetônica resultante das decisões de projeto, com menos ênfase em materiais, tecnologias e acessórios, e que incluam questões de ordem cultural, social e econômica como critérios complementares de avaliação. Em qualquer situação, deve-se reconhecer os limites das certificações e reconhecer que os selos devem ser utilizados como um meio e não como o fim. Na prática, porém, o que se tem observado é que a obtenção de selos tem se tornado uma meta projetual e como consequência o projeto tem sido conduzido segundo roteiros pré-estabelecidos e globais de “cartilhas ambientais”, independente de sua pertinência e contextualização local. Essa prática tem levado a dois caminhos questionáveis: de um lado, a importação de modelos projetuais, tecnologias e materiais pouco adaptados à realidade local, porém considerados de “alto desempenho” de acordo com os padrões internacionais (geralmente associados a países com alto nível de industrialização). Do outro, a falta de reconhecimento a soluções arquitetônicas que são sustentáveis por natureza, mas que não se encaixam nos procedimentos definidos pelas cartilhas internacionais. Tomemos como exemplo os projetos de um dos maiores arquitetos do Brasil: João Filgueiras Lima – Lelé. Seus projetos para a Rede Sarah sintetizam muito bem o que se espera de uma arquitetura sustentável e de qualidade. No entanto, se submetidos à avaliação do LEED, não alcançariam a referida pontuação máxima. Vale salientar que projetos como os de Lelé e de diversos outros arquitetos brasileiros que se fundamentam nos valores da cultura local, são exemplos de sustentabilidade antes mesmo da “onda verde” começar e do greenwash ocupar as páginas publicitárias das revistas especializadas.

Um exemplo dessa tensão entre a arquitetura e a “onda verde” ocorreu na França em 2005 quando a Ordem dos Arquitetos daquele país, em reação à crescente onda de “certificação verde” que vinha afetando a produção da arquitetura, publicou documento (1) em que anunciava sua retirada da Associação HQE (Associação pela Alta Qualidade Ambiental). A associação HQE, naquele momento, iniciava um processo de certificação ambiental de edificações na França dentro da filosofia do LEED e os arquitetos reagiram, acusando o processo de reducionista, minimalista e tecnicista, ao ignorar os aspectos culturais, sociais e econômicos relacionados ao desenvolvimento sustentável (até então a HQE promovia estudos e pesquisas relacionadas ao impacto ambiental das edificações, mas não realizava certificações ambientais). O sistema de certificação ambiental de edifícios tem crescido em diversos países. Selos como o BREAM (Inglaterra), CASBEE (Japão), HQE (França), entre outros, se diferenciam nos detalhes dos procedimentos de avaliação, mas se assemelham no que se refere ao enfoque prioritário no aspecto ambiental da sustentabilidade, em detrimento dos demais princípios que definem o conceito: social, cultural e econômico.

O LEED já se espalhou por diversos países como um “franchising” internacional de certificação ambiental e já dá os primeiros passos no país, com a criação do “Green Building Council Brasil“, que em sua página anunciou em 2008 o “primeiro empreendimento com certificação LEED” (2). É curioso observar como a descrição do empreendimento nada menciona em relação à solução arquitetônica em essência. Por outro lado, destaca como “vantagens ecológicas do empreendimento”: captação e reuso de água; instalação de vidros isotérmicos; controle de ar condicionado individual e disponibilização de vagas especiais para veículos de baixa emissão. No sentido amplo do termo, restam dúvidas se os edifícios divulgados como de “alto desempenho ambiental” são de fato “sustentáveis”. A essência da sustentabilidade está nas soluções passivas (ao invés da dependência de novas tecnologias e acessórios); na flexibilidade do projeto; na utilização de técnicas construtivas adaptadas à cultura local; na adequação ao entorno urbano; na utilização de materiais locais (e não de carpetes e revestimentos importados que têm selos verdes, mas que desconsideram o custo social, econômico e ambiental da importação); entre outras lições que há décadas já fazem parte da cartilha que ensina a “qualidade na arquitetura”, antes mesmo da difusão das “cartilhas verdes”. Uma arquitetura de qualidade, afinal, é sustentável por natureza.

Vale ressaltar que de acordo com os critérios do LEED (3), a inovação do projeto arquitetônico contribui com no máximo 4 pontos de um total de 69 pontos. No entanto, a escolha de “materiais ecológicos” (como aqueles produzidos pelos sócios-fundadores do GBC) e as referidas vagas especiais podem totalizar, juntos, até 14 pontos. A qualidade do projeto, como sabemos, é fundamental para a qualidade arquitetônica, e parece ter sido esquecida nesse sistema de certificação.

E no meio desse turbilhão de imagens, conceitos, produtos e propagandas, surge uma inquietação: como os concursos de arquitetura têm sido afetados pela “onda verde”?

No contexto internacional, o concurso internacional para o Planetarium de Montréal, anunciado em novembro.2008, foi um exemplo de como certos concursos têm incluído de forma suspeita a questão da sustentabilidade no projeto de Arquitetura. De acordo com a página oficial do concurso (4), o novo edifício do Planetarium deverá atender os critérios ambientais do LEED e, obrigatoriamente, utilizar o máximo de alumínio possível (vale salientar que o patrocinador do empreendimento é a empresa Rio Tinto Alcan, uma multinacional do alumínio). Ignora-se, portanto, o impacto ambiental e econômico da utilização indiscriminada do material. Em outras palavras: o material foi definido, a certificação vai garantir a imagem verde do empreendimento e a Arquitetura… é só um detalhe. Definitivamente, mais um exemplo de greenwash, em detrimento da qualidade arquitetônica.

Em pesquisa recente (5) observou-se que a preocupação com os aspectos ambientais nos editais de concursos nacionais não é nova, e é normalmente apresentada dentro do contexto mais amplo da qualidade arquitetônica, o que parece ser um reflexo da preocupação histórica na produção da arquitetura brasileira com a contextualização local e o desempenho ambiental das edificações, antes mesmo da “onda verde” surgir e se espalhar. Observou-se que a qualidade ambiental, na maioria dos editais, é mencionada ao lado de diversos outros critérios como funcionalidade, aspecto simbólico e cultural da proposta, contextualização urbana, acessibilidade, exeqüibilidade, entre outros, prevalecendo o conceito mais amplo de qualidade arquitetônica, o que significa (no período estudado) o reconhecimento do valor e importância do projeto nos concursos nacionais. Nesse sentido, o conceito de desenvolvimento sustentável, que inclui condicionantes sociais, culturais, econômicas, tecnológicas e ambientais, é empregado antes mesmo – e independentemente – do termo “sustentabilidade” ser apropriado pelos editais e pelos projetos. O que parece demonstrar a existência da preocupação ambiental vinculada a contextos sociais e culturais nos concursos realizados no Brasil antes mesmo da “onda verde” se deflagrar.

No entanto, há exceções. Já se observam indícios de que a “onda verde” começa a afetar a formulação de editais, julgamentos e apresentação das propostas nos concursos nacionais, de forma preocupante.

Percebe-se, que o termo “sustentabilidade” tem sido utilizado mais como uma estratégia de marketing institucional do que uma preocupação arquitetônica e urbana. Em alguns casos – a julgar pelos editais, regulamentos, atas do júri e projetos premiados – os concursos parecem ser concebidos prioritariamente com o objetivo de se criar uma “imagem ambiental positiva” da própria instituição promotora, deixando certa dúvida sobre a preocupação com a qualidade arquitetônica e até mesmo sobre a pertinência do empreendimento. Em outras palavras: a “arquitetura verde” é por vezes utilizada como artifício para mascarar empreendimentos que já nascem insustentáveis.

Um exemplo relativamente recente que pode ilustrar esse debate é o concurso realizado pela Petrobrás (6), em 2005, para a sede de uma das unidades de negócios da empresa, com área estimada em 30.000 m2 (o referido concurso foi objeto de diversos debates à época, dentre os quais destacamos o texto de Otávio Leonidio (7). Nesse mesmo período outros textos trouxeram à tona a discussão sobre os concursos de projeto, como o artigo de José Ferolla (8) e da dupla Marcelo Barbosa e Jupira Corbucci (9), todos publicados no Portal Vitruvius. O objetivo da empresa ao realizar o concurso, segundo consta no Termo de Referência, seria de ampliar o debate público e transparente em seus projetos, (…) “rumo à modernidade, responsabilidade social e ambiental”, e a boa técnica através da concepção de um edifício que atendesse “os mais modernos conceitos de eco-eficiência e funcionalidade sendo economicamente viável e plasticamente incontestável”. Ainda de acordo com o documento, as edificações deveriam ter formas que se integrassem, sendo projetadas dentro dos conceitos que valorizassem a implantação de sistemas eco-eficientes, mantendo-se como referência tecnológica em energia e desenvolvimento sustentável.

Nas “bases” dos concursos, além do edital e regulamento, foram disponibilizados diversos documentos técnicos que procuravam orientar o arquiteto concorrente quanto a questões como eficiência energética e sustentabilidade. Até mesmo um “workshop” foi organizado pela instituição promotora em parceria com instituições acadêmicas. Observa-se, de fato, uma grande preocupação, demonstrada nos diversos documentos e atividades, com a questão ambiental e a sustentabilidade. Vale ressaltar um dos pontos que se destaca entre as recomendações apresentadas aos concorrentes: “o conjunto arquitetônico edificado deve estar inserido de forma harmoniosa e integrada com a paisagem”.

O resultado do concurso, no entanto, não deixa claro se e como esses critérios foram levados em consideração. Talvez seja apenas um reflexo da forma extremamente sintética como as atas de juri são redigidas, mas de acordo com a ata da comissão julgadora, os elementos de destaque da proposta vencedora foram: (a) a definição de uma identidade própria, exigível para a Sede da Petrobras; (b) o melhor atendimento e entendimento do Programa de Necessidades; (c) a implantação geral, que não exigirá, comparativamente, grandes intervenções na configuração do sítio; (d) a incorporação visual à via pública de áreas significativas do terreno; (e) a solução interna e localização privilegiada do Restaurante; (f) o imediato acesso de pedestres desde a via pública.

Não há indícios, no relato da comissão julgadora, sobre como o enfoque ambiental – que foi exaustivamente apresentado na documentação preliminar – foi considerado no julgamento dos trabalhos. Além disso, a inserção harmoniosa do conjunto arquitetônico edificado e sua integração com a paisagem” parece ter sido mais um ponto esquecido no julgamento, se analisarmos as imagens do projeto vencedor

Uma das possibilidades, a mais otimista, é que a abordagem ambiental foi tão exaustiva na documentação técnica que os projetos apresentaram certa uniformidade nesse aspecto, restando ressaltar os demais valores que contribuem para a qualidade do empreendimento. Em outras palavras: todos os finalistas teriam demonstrado as qualidades ambientais de seus empreendimentos como um fundamento, restando saber qual a “melhor arquitetura”.

Outra possibilidade, menos otimista, é que o júri (que não participa da formulação do problema – edital, regulamento, termo de referência, programa, critérios de julgamento – aspecto a ser repensado em concursos de projeto), não teria se sentido à vontade para seguir os critérios de julgamento anunciados na documentação original, e destacou os critérios de julgamento que considerava mais relevantes. Uma prática relativamente recorrente em concursos, porém raramente tornada pública.

A terceira possibilidade, mais pessimista, é que toda a carga ambiental apresentada na documentação preliminar servia apenas como artifício retórico, com o propósito de disfarçar o alto impacto ambiental do empreendimento e criar uma imagem ambiental positiva para a instituição e seu projeto (afinal, tratava-se de um massivo empreendimento a ser implantado em uma das “ilhas verdes” remanescentes da cidade).

Deixamos a conclusão para o leitor.

Enfim, não há mal em utilizar o concurso como estratégia de marketing e propaganda institucional. Este é, aliás, um dos argumentos em defesa do concurso, para os empreendedores públicos e privados: trata-se de um evento que apresenta grande visibilidade para o promotor e seu empreendimento. A propaganda, no entanto, precisa corresponder ao produto ou às intenções de produção e “comercialização” do mesmo. Afinal, o outro grande mérito do concurso, ao lado da visibilidade, é o debate posterior e a produção de um repertório crítico sobre um problema arquitetônico ou urbanístico particular, com a indicação de soluções possíveis.

É preciso lembrar que todo concurso parte da formulação de uma questão inicial, que se traduz na elaboração do edital, dos termos de referência e do programa e nos critérios de julgamento. Se a questão é bem formulada, há uma grande possibilidade de obter respostas (projetos) que satisfaçam a demanda inicial. Caso contrário, se a questão é mal formulada, ou se está permeada de recursos retóricos que pouco dizem sobre a real intenção da pergunta inicial, as respostas serão distorcidas. No final, o que fica é a imagem da resposta que foi dada – a Arquitetura, e esta é que será julgada. Poucos vão lembrar que em alguns casos o problema não está apenas na Arquitetura resultante, mas na formulação da questão original ou na impertinência da questão ou do programa original. Em outras palavras: a Arquitetura é responsabilizada por uma decisão de um programa e de um empreendimento que já nascem repletos de incoerências e de incongruências. Mas poucos vão saber disso, e a culpa tende a cair sobre a solução arquitetônica que foi proposta e a comissão julgadora que a escolheu. Afinal, por melhor que seja a Arquitetura, e por mais sustentável que seja, ela não pode corrigir vícios que nascem do próprio programa ou da impertinência de um empreendimento.

Enfim, a qualidade arquitetônica nos concursos de projeto pode até se utilizar da certificação ambiental como instrumento de referência, mas nunca deve se limitar a esta. Caso contrário, a Arquitetura – como no greenwash – será apenas um instrumento para a promoção e publicidade de empreendimentos e iniciativas que já nascem insustentáveis.

notas

1
Documento publicado pela Ordem dos Arquitetos da França, em abril de 2005, intitulado “A Ordem dos Arquitetos se retira da associação HQE – algumas explicações”. Para acesso ao referido texto, acesse: www.architectes.org.

2
Para maiores informações sobre o Green Building Council Brasil acesse: www.gbcbrasil.org.br/pt/index.php.

3
Para maiores informações sobre o sistema de certificação LEED, acesse: www.usgbc.org/LEED.

4
Para maiores informações sobre o concurso acesse: www.planetarium.montreal.qc.ca/Planetarium/nouveau_a.html.

5
SOBREIRA, Fabiano. “Arquitetura Sustentável: Avaliação de concursos públicos nacionais de projeto – 2000 a 2007”. Pesquisa desenvolvida no Departamento de Arquitetura e Urbanismo do UNICEUB, entre 2007 e 2008. Para maiores informações sobre a pesquisa acesse: http://concursosdeprojeto.org/2008/11/15/picuniceub/.

6
Para maiores informações sobre o concurso acesse a seção Projeto Institucional do Portal Vitruvius, no link: http://www.vitruvius.com.br/institucional/inst115/inst115.asp.

7
LEONIDIO, Otávio. “O IAB e os concursos de arquitetura. Carta a Marcelo Barbosa e Jupira Corbucci”. Arquitextos, n. 063. São Paulo, Portal Vitruvius, ago. 2005. <www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq063/arq063_00.asp>.

8
FEROLA, José. “O IAB e os concursos de arquitetura ou não julguemos ou não seremos julgados...” Arquitextos, n. 064. São Paulo, Portal Vitruvius, set. 2005. <www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp326.asp>.

9
BARBOSA, Marcelo e CORBUCCI, Jupira. “Concursos Públicos de Arquitetura e Urbanismo – Sugestões para mudanças”. Drops, n. 12.01. São Paulo, Portal Vitruvius, ago. 2005 <www.vitruvius.com.br/drops/drops12_01.asp>.

sobre o autor

Fabiano Sobreira é arquiteto e urbanista, Doutor em Desenvolvimento Urbano pela UFPE, Analista Legislativo da Câmara dos Deputados (Seção de Acessibilidade e Projetos Sustentáveis – Núcleo de Arquitetura). Pós-doutorado no Laboratório de Estudos da Arquitetura Potencial (LEAP) – École d’architecture de l’Université de Montréal (2008-2009) sobre o tema Concursos de Projeto e Sustentabilidade. É professor e pesquisador do Dept. de Arquitetura e Urbanismo do UNICEUB, em Brasília e editor responsável do portal concursosdeprojeto.org.

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