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architexts ISSN 1809-6298


abstracts

português
O artigo parte do princípio de que algumas obras do arquiteto Antonio Gaudí mostram seu conhecimento no campo hídrico; uma área em que o desempenho do catalão é notável tanto quanto aquelas já conhecidas da estrutura, da forma, da luz, do mosaico

english
Claudio Bastos shows examples on how deep was Antoni Gaudí's knowledge about the water systems in his project and the use of them

español
Claudio Bastos nos muestra la notable capacidad de Antoni Gaudí de trabajar en el campo hídrico en sus proyectos


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BASTOS, Claudio. Gaudí e a água. Arquitextos, São Paulo, ano 10, n. 114.01, Vitruvius, nov. 2009 <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/10.114/10>.

Pesquisas recentes têm revelado a desenvoltura de Gaudí no terreno hídrico, em especial com relação à hidrologia tradicional espanhola, o que surpreende num arquiteto do qual pouco se falou que estivesse relacionado à água (1). Mas o fato é que, tal como se comenta sobre o "Gaudí da luz", o "Gaudí da estrutura", o "Gaudí do mosaico", etc., também se pode falar no "Gaudí da água". Duas obras, em especial, demonstram essa aptidão de Gaudí: um projeto de irrigação do ano de 1878, quando tinha apenas 26 anos, e, mais tarde, o sistema de captação de água de chuva para o Park Güell.

Mas antes de comentar esses dois exemplos da capacidade hídrica de Gaudí, busquemos entender de onde provinha tal conhecimento. Recuando aos seus tempos de infância na zona rural de Riudoms, região de Tarragona, vamos encontrar o menino Gaudí extasiado diante do espetáculo das cheias periódicas do rio que banhava a fazenda paterna. Estas águas, quando não apresentavam um volume e uma força que provocassem destruição e inundações violentas, eram aproveitadas pelos lavradores através de sistemas de retenção que permitiam seu uso nos campos por algum tempo. Além disso, os resíduos lamacentos depositados nas margens serviam como adubo, beneficiando os cultivos (2).

Entretanto, as lavouras não podiam valer-se apenas desses benefícios eventuais trazidos pela chuva, especialmente porque estas eram bem raras na seca planície de Riudoms. Assim, as propriedades rurais dispunham – e dispõem até hoje! - de um intrincado sistema de minas e canais de irrigação que trazem a água captada no pé das serras, a quilômetros de distância (3). Esta rede hídrica, muito anterior ao tempo da infância de Gaudí, estivera algo abandonada em função da estagnação econômica da região, mas aí pela metade do século XIX a agricultura riudomense começa a recuperar-se, impulsionando a produção agrícola. Minas abandonadas são restauradas, e novas minas são abertas. Francisco Gaudí, pai do nosso arquiteto, viria a ser um dos responsáveis por estes trabalhos (4).

Costuma-se atribuir à profissão paterna de fabricante de alambiques – uma manufatura que exige o conhecimento da técnica de transformar o plano de uma chapa de cobre nas curvas complexas do alambique – o domínio de Gaudí sobre as formas arquitetônicas. Mas, por outro lado, a atividade rural do seu pai, em especial o trabalho com as minas de água, iria sem dúvida influenciar profundamente o jovem Gaudí no seu desenvolvimento profissional.

Nada se sabe, até o momento, acerca dos estudos ou trabalhos hídricos de Gaudí antes de seu ingresso na Escola Provincial de Arquitetura, em Barcelona. Nesta escola teve a oportunidade de ouvir explicações de professores, como o maestro Leandro Serrallach, sobre a importância da água nos trabalhos de projeto e construção de edificações. Mas, provavelmente, a maior fonte de informações sobre o tema hídrico viria do contato com os mestres "fontaneros", isto é, mestres em hidráulica tradicional. Sabemos de pelo menos dois desses mestres que tiveram um estreito contato profissional com Gaudí: José Fontseré y José Pardo Casanovas (5).

Estagiando no escritório de Fontseré, iria participar de dois projetos importantes: a cascata do Parque da Cidadela e a fonte central do Mercado do Born, ambos em Barcelona. Este mercado, construído em ferro e vidro, apresentava um sistema de condução das águas de chuva pelo interior das colunas de sustentação, algo que Gaudí iria repetir mais tarde, porém com materiais e objetivos distintos. Já no Parque da Cidadela o estudante Gaudí faria o cálculo estrutural do enorme depósito que abastecia a cascata, e provavelmente também o desenho de uma gruta de pedras, com aspecto naturalista, por debaixo da cascata.

Pardo Casanovas seria responsável por obras como poços, minas e redes de esgotos. Um de seus maiores desafios havia sido o sistema de irrigação de uma fazenda agrícola na região do Garraf, ao sul de Barcelona, sistema este que seria responsável pela revitalização da área, até então abandonada e em estado de degradação. Casanovas viria a ser o responsável pela execução de algumas obras projetadas por Gaudí, como a casa Bellesguard e o Park Güell.

No mesmo ano de sua graduação como arquiteto, o jovem Gaudí iria conceber um interessante projeto hídrico. Trata-se do projeto de irrigação de terras agrícolas no vale do rio de Caldes de Montbui, contratado pelos agricultores da região de Palau de Plegamans (6). Neste projeto propõe algo inusitado para a época: umas barragens subterrâneas no alvéolo de riachos (fig. 2), cujo objetivo era captar a água infiltrada no subsolo mesmo quando estes riachos, que eram temporários, estivessem com o leito seco. Este seria o diferencial da proposta de Gaudí em relação a um projeto anterior (que não tivera êxito), do experiente mestre José Marimón, pois enquanto na proposta deste o sistema só teria água enquanto os riachos estivessem cheios, na de Gaudí ficava garantido o abastecimento mesmo quando os riachos secassem.

A proposta das barragens subterrâneas surpreende ao especialista em hidrologia tradicional Antonio Sama (7), que vê caracterizado nesse episódio o alto nível do conhecimento hídrico de Gaudí. Convém notar que estas barragens escondidas no subsolo, capazes de reter e disponibilizar o fluxo subterrâneo da água, têm sido utilizadas atualmente no sertão nordestino como uma das técnicas aptas a tornar viável a convivência do sertanejo com a seca (8).

Não se conhecem outros projetos hídricos de Gaudí para o campo, mas é quase certo que existiram, senão não se explicaria o fato de este jovem arquiteto, recém saído da faculdade, ter sido contratado para resolver um problema que um experiente especialista em hidráulica, como o mestre José Marimón, não havia sido capaz de solucionar. O certo é que a experiência hídrica seria útil ao arquiteto para projetar, mais tarde, uma série de fontes ornamentais em Barcelona.

Antes disso, um comerciante barcelonês, Enric Girossi, procurara o novel arquiteto para pedir-lhe um projeto de uns 20 quiosques de flores que pretendia implantar em diversos locais do centro de Barcelona. No projeto, que não chegou a ser executado, conjugava-se a venda de flores com lavabos públicos. Gaudí dispôs o expositor de flores em prateleiras escalonadas, continuamente irrigadas por um vaporizador que expelia uma fina chuva artificial sobre as flores (9). Pouco tempo depois, em 1883, projeta a casa Vicens, em cuja fachada principal uma fonte apresentava um detalhe muito especial: antes de cair sobre a bacia, a água escorria em gotas por uma tela de fios metálicos, de modo que a luz solar ia sendo decomposta em cores ao atravessar as gotas (fig. 3). Essa “mágica cintilação irisada”, como diria Joan Bergós (10), inundava o interior da sala principal da casa.

Outros elementos dessa hidroarquitetura, como as fontes da casa Batlló e da casa Calvet, ou o conjunto formado por cascata e cratera “vulcânica” da Sala Mercè (o primeiro cinema de Barcelona), seriam projetados pelo arquiteto durante o apogeu da “Reinaxença”. Mas sua obra mais importante seria, sem dúvida, o sistema de captação e aproveitamento de água de chuva para o Park Güell.

Originalmente pensado como um condomínio residencial em meio ao bosque (11), este parque teria como local de implantação a encosta sudeste de uma colina conhecida como Montanha Pelada, nas imediações de Barcelona (fig. 4). Como o nome já diz, a pequena montanha no bairro de Gracia se encontrava quase que totalmente desmatada no final do século XIX. Primeiro, devido à intensa atividade de mineração de ferro que escavara o terreno e deixara buracos e escombros por toda a parte (12). Depois, pelo abandono dos trabalhos agrícolas. Na encosta comprada por Eusébio Güell havia funcionado, até meados do XIX, uma pequena exploração agrícola de cereais, frutas e animais de pequeno porte. Os herdeiros da propriedade não se interessaram pela continuidade dos trabalhos rurais, preferindo abandonar o local à própria sorte e esperar a valorização imobiliária a reboque da expansão urbana (13).

Em 1899 Güell encarrega Gaudí do projeto do parque. Naturalmente, a primeira preocupação do nosso arquiteto terá sido com o problema do reflorestamento, para o qual necessitava vencer dois desafios: deter a erosão, que estava levando embora a terra fértil que restava na encosta, e conseguir água para irrigação. Não podia contar com a água das duas decadentes fontes que havia no local, cuja vazão era insuficiente, nem com a água da rede urbana, cuja pressão não possibilitava alcançar os mais de 120 metros de altitude da Montanha Pelada (14). Só lhe restava a água da chuva.

As médias pluviométricas de Barcelona não são das mais animadoras para quem pretende captar pluviais. Com 600 mm ao ano, sua pluviosidade assemelha-se à das zonas secas do Nordeste brasileiro. Mas o arquiteto conhecia bem a experiência milenar dos catalães no manejo da água de chuva, com a qual conseguiram erguer cidades e desenvolver a agricultura até mesmo em zonas mais secas que Barcelona, como é o caso de Tarragona e Lérida. Mas, por outro lado, Gaudí necessitava contar com uma ampla área de captação e uma boa capacidade de armazenamento. A solução seria utilizar toda a área do parque como superfície de captação, integrando as obras urbanísticas à gestão hídrica – e, evidentemente, à conservação do solo, através do controle da erosão superficial.

Vejamos a solução de Gaudí (15). Primeiro cria três vias principais de circulação que acompanham as curvas de nível e cortam o terreno de um lado a outro (figs. 5e 6), de modo que a vertente fica subdividida em 3 zonas compreendidas entre essas três vias. Dessa maneira interrompe o fluxo da enxurrada, que ao atingir a via sub-horizontal perde força e velocidade, sendo remansada e laminada pelo leito da via. O substrato dessas vias, assim como o de todos os demais espaços públicos abertos, seria composto de camadas sucessivas de terra arenosa e brita, permitindo a infiltração da AGU (16). Esta se acumularia, devido à declividade da pista, em pequenos largos semicirculares criados ao longo das vias, os quais se conectam a escadarias drenantes (fig. 7), de forma que o escorrimento pluvial seria totalmente controlado pelo sistema de vias. As escadas teriam, além do papel hídrico (fig. 8) e da óbvia função de acesso vertical, o objetivo de servir de limite entre os lotes, que seriam triangulares. Vale observar que esta lógica de implantação viária - vias principais acompanhando as curvas de nível, vias de conexão em rampas sinuosas, e escadas delimitando lotes triangulares - conformaria um desenho urbano capaz de direcionar e absorver a água da chuva, solucionar o problema da erosão e ao mesmo tempo facilitar os deslocamentos dos moradores.

A água iria, pois, descendo suavemente a encosta, sendo absorvida em diversas instâncias. Pelo subsolo baixaria ainda mais lentamente, encontrando a todo o momento obstáculos, como é o caso dos muros de contenção em pedra, que permitiriam a passagem lenta da água infiltrada. Os destinos finais da água seriam elementos de contenção e armazenamento, de dois tipos: bacias subterrâneas e cisternas. As bacias subterrâneas são cúpulas semi-esféricas enterradas com a boca para cima, de sorte que a água se acumula em sua concavidade. Árvores, palmeiras e arbustos plantados sobre elas são beneficiados por esse depósito hídrico artificial. Com tais elementos Gaudí simplifica o problema da irrigação, evitando ter que armazenar e depois conduzir as águas até o local do plantio. Não é à toa que entre as primeiras mudas plantadas no parque aparecem as Palmeiras-de-Canárias da via principal, exatamente sobre bacias subterrâneas (fig. 9; ver também fig. 04). Provavelmente outras bacias seriam enterradas por outras áreas do parque, se as obras não tivessem sido interrompidas antes da conclusão.

De qualquer maneira, as bacias subterrâneas não seriam, nem de longe, suficientes para resolver o problema da irrigação das mudas naquela vertente seca e degradada. Por isso necessitava-se armazenar água em depósitos, como aquele construído sob a sala hipóstila (onde deveria funcionar o mercado da urbanização). Esta seria a cisterna principal do parque, com capacidade para 1 milhão e 200 mil litros. O sistema de abastecimento da cisterna é bastante conhecido (figs. 10 e 11), tendo sido exaustivamente descrito por todos os estudiosos da obra gaudiniana. Entretanto, sempre se tomou a praça do Teatro Grego, sobre o mercado, como a superfície de captação da cisterna. Mas uma observação mais atenta mostra que a área da praça é demasiado pequena para o volume da cisterna, mesmo que os índices pluviométricos de Barcelona fossem iguais aos mais altos da Catalunha. Assim, seria necessária toda a área da vertente acima da praça funcionando como captador e despejando suas águas sobre o solo da praça do Teatro Grego.

A água infiltrava-se no solo poroso da praça – hoje não funciona mais assim -, alcançando o topo das colunas de sustentação. Muitas dessas colunas eram ocas, permitindo a descida das águas até o interior da cisterna.

Mas além desse reservatório havia outros que não tinham sido trazidos à luz pelos estudiosos de Gaudí. A partir das pesquisas desenvolvidas para a tese doutoral - em conjunto com a equipe do Prof. Alberto Cuchí, orientador da tese - foram sendo descobertas outras cisternas, todas localizadas nas cabeceiras dos viadutos construídos no lado leste do parque.

Para conectar as 3 vias sub-horizontais o arquiteto criara rampas sinuosas que permitiam uma declividade suave e constante, facilitando o deslocamento de pedestres entre as partes alta e baixa do parque. Mas a rampa nem sempre podia acomodar-se à flor do terreno, sendo necessários cortes em alguns pontos e viadutos em outros (fig. 1). No encontro do leito de um viaduto com o terreno normalmente se procede a um aterro entre muros de contenção, mas Gaudí preferiu deixar oco o espaço criado pelos muros de contenção, transformando-o em cisterna.

Sendo 3 os viadutos, temos pois 6 cisternas, uma em cada cabeceira. Moradores do parque, os irmãos Martín e André Trias, junto com o geólogo Enric Sunyer, um estudioso da geologia do parque, informaram sobre a existência de 3 dessas cisternas, mostrando-nos suas bocas de acesso, algo difíceis de perceber (fig. 12). Mais tarde, com a continuidade das pesquisas, foram sendo descobertas as demais cisternas (fig. 13). Assim, foi possível verificar que uma das cisternas do viaduto mais baixo esteve em uso por algum tempo, como denunciavam as faixas de umidade nas colunas e paredes e a lama ressecada sobre o piso (fig. 14).

Outras dessas cisternas não chegaram a ser concluídas, como as do viaduto mais alto (fig. 15). Algumas chegaram a ser utilizadas como moradia por indigentes (fig.16). Atualmente a direção do parque procura deixar vedadas as bocas de entrada, como medida de segurança (fig. 17) Seja como for, o certo é que a estratégia de Gaudí para a irrigação das mudas usadas no reflorestamento incluía estas cisternas como parte do sistema de armazenamento da água da chuva. Talvez devessem existir outros depósitos no lado oeste do parque, o trecho mais inacabado, mas provavelmente sua construção fora descartada devido à interrupção das obras.

De qualquer modo, parece que o sistema, mesmo incompleto, foi capaz de cumprir a função proposta. É o que nos mostram uns postais dos primeiros anos do século XX, revelando uma importante evolução dos vegetais plantados por Gaudí cinco ou seis anos após o início das obras. O interessante sistema hídrico deveria ser utilizado para o fornecimento de água de serviço ao condomínio, depois de cumprido seu papel original de apoiar o crescimento da vegetação. Mas o fracasso de vendas iria decretar o fim das obras, ficando o parque incorporado ao jardim da mansão de Eusébio Güell.

Hoje o Park Güell pertence ao município de Barcelona, transformando-se em um dos parques urbanos mais visitados do mundo. Felizmente manteve-se razoavelmente bem preservado (fig. 18), permitindo que, através de pesquisas locais, se pudesse conhecer seu interessante sistema de captação de água de chuva. O que viria a atestar, de uma vez por todas, a capacidade técnica do arquiteto Antonio Gaudí nesta área do conhecimento.

notas

1
Exceção para o artigo de Joan Bassegoda: "Aigua i arquitectura a l’obra de Gaudí", publicado em: BASSEGODA, Joan. L’Estudi de Gaudí. Barcelona, Junta Constructora de la Sagrada Família, 1996. Vale ressaltar que o prof. Bassegoda trouxe grandes contribuições ao desenvolvimento da pesquisa sobre o sistema hídrico do Park Güell, seja através da documentação disponibilizada na Cátedra Gaudí, dirigida por ele, seja através de muitas conversas sobre o tema, na mesma Cátedra.

2
Revista de Riudoms: L’Om, n. 406, jul-ago, 2004.

3
CUCHÍ, Albert et al. Catálogo da exposição Fets d'aigua. Colegio de Arquitectos de Cataluña, Demarcación de Tarragona, out., 2005.

4
Revista L’Om, 2004, Op. cit.

5
BASSEGODA, J. Memoria histórico-descriptiva del Parque Güell. Edição datilografada. Barcelona, , Cátedra Gaudí, 1986.

6
Documentos originais encontrados no Archivo de la Corona de Aragon, em Barcelona, transcritos e comentados em: a) MERCADER, L. Antoni Gaudí. Escritos y documentos. Barcelona, El Acantilado, , 2002, pp. 149-152; b) SAMA, A. Gaudí. fontanero: alumbramiento de aguas en Caldes de Montbui. Boletín Institución Libre de Enseñanza, n. 30, mai., 1998, pp. 91-102. Fotos atuais e análise do funcionamento da mina podem ser vistas em: MONLEÓN GORRIZ, R. Proyecto de alumbramiento de aguas em el valle de la riera de Caldes, obra de Antonio Gaudí. PFC / Biblioteca da ETSAB/UPC, fev., 2004. SAMA, Antonio Gaudí. fontanero: alumbramiento de aguas en Caldes de Montbui. Boletín Institución Libre de Enseñanza, n. 30, mai., 1998.

8
SCHISTEK, H. Caldeirão, Caxio e Cacimba: Três Sistemas Tradicionais de Captação de Água de Chuva no Nordeste Brasileiro. 3º. Simpósio Brasileiro de Captação de Água de Chuva no Semi-Árido. Campina Grande, 2001.

9
BASSEGODA, Joan. 1996, Op. cit.

10
BERGÓS, Juan. Gaudí, el hombre y la obra. Editora da UPC - Universidade Politécnica da Catalunha, Barcelona, 1974.

11
SELLÉS Y BARÓ, Salvador. El Parque Güell. Memoria descriptiva. Barcelona, Asociación de Arquitectos de Cataluña, 1903.

12
SUNYER Y COMA, Enric. "Les explotacions mineres de ferro dels turons de Sant Gervasi, Gràcia i el Guinardó de Barcelona". Em: Revista Geologia dels Països Catalans, Barcelona, 1996.

13
VERGÉS TRIAS, M. Aigua Sarva. Artigo redigido em 1999, não publicado. Arquivo pessoal do autor, Casa Trias, Park Güell, Barcelona.

14
MARIAL, Julio. Ponencia para entender en lo relativo al abastecimiento de aguas y á las obras del acueducto de Moncada. Comisión de Fomento, Ayuntamiento de Barcelona, 1902.

15
A estratégia hídrica para o Park Güell está descrita na tese: DA SILVA BASTOS, C. L. Park Güell, arquitectura conformada por el agua. Gestión hídrica para la reforestación de la Montaña Pelada. ETSAB/UPC, Barcelona, 2007. Orientador: Albert Cuchí y Burgos. Defendida e aprovada em 10.03.2008. A descrição do sistema também pode ser vista em duas publicações:

a) CUCHÍ, A., DA SILVA, C. "La strategia idrica del Parco Güell". Em: Revista Il Progetto Sostenibile, n. 8, Monfalcone (GO), dez., 2005.

b) CUCHI, A., DA SILVA, C., LÓPEZ CABALLERO, I. "Sustainable Public Spaces from the Past. The Hydraulic System of Park Güell". Em: AA. VV. Ecopolis: Sustainable Planning and Design Principles. Dimitra Babalis. Florença, Alinea Editrice, 2006.

16
SELLÉS Y BARÓ, 1903, Op. cit.

sobre o autor

Claudio Bastos é professor da FAUFBA – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Bahia, na área de Projetos. Graduou-se nesta mesma escola em 1978. Obteve o título de Mestre no programa de Estruturas Ambientais Urbanas da FAUUSP – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, em 1991. Em 2008 apresentou tese doutoral na Escola Técnica Superior de Arquitetura de Barcelona (ETSAB) da UPC – Universidade Politécnica da Catalunha, intitulada Park Güell, arquitectura conformada por el agua. Gestión hídrica para la reforestación de la Montaña Pelada.

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