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architexts ISSN 1809-6298


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português
Este artigo aborda os antecedentes teóricos sobre o tipo e uma interpretação de sua conexão com as representações espaciais envolvidas no projeto de arquitetura. Para tanto, utiliza-se dos arquitetos Aldo Rossi, Álvaro Siza e Milton Monte como referências

english
In this article, Ana Kláudia Perdigão makes an approach on the concept of 'type' through the work of architects as Aldo Rossi, Álvaro Siza and Milton Monte

español
En este artículo, Ana Kláudia Perdigão habla sobre los antecedentes teóricos sobre el 'tipo', a través de la obra de los arquitectos Aldo Rossi, Álvaro Siza y Milton Montes


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PERDIGÃO, Ana Kláudia de Almeida Viana. Considerações sobre o tipo e seu uso em projetos de arquitetura. Arquitextos, São Paulo, ano 10, n. 114.05, Vitruvius, nov. 2009 <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/10.114/14>.

A abordagem tipológica da arquitetura foi disseminada no Sec. XX a partir da década de 60, especialmente por Aldo Rossi e Giulio Carlo Argan. Bastante explorada nas décadas de 70 à 90 por Alan Colquhoun, Alfonso Corona Martinez, Carlos Martí Arís, Giafrancesco Caniggia, Rafael Moneo, Micha Bandini, Leandro Madrazo, até hoje continua sendo objeto de estudos teóricos, pesquisas acadêmicas e novas edições de importantes publicações (YOUNES, 2000; PEREIRA, 2008; MONEO, 2004).

A abordagem do tipo no enfoque projetual como princípio gerador da intencionalidade do arquiteto será apresentada pelo uso que se particulariza em projetos de arquitetos como os de Aldo Rossi, Álvaro Siza e Milton Monte. Objetiva-se aproximar o discurso do arquiteto de questões de natureza cognitiva e operativa no processo de concepção arquitetônica. Se o tipo preexiste nas obras onde se manifesta, de onde surge? Como é possível atribuir-lhe um papel decisivo na concepção arquitetônica?

A relação entre a ciência que maneja conceitos abstratos e leis universais e o campo da arquitetura que organiza e analisa a materialização de elementos físicos caracterizados por sua particularidade e singularidade, traz uma questão epistemológica central: como organizar idéias subjacentes a esses elementos e com isso permitir o desenvolvimento sistemático da concepção arquitetônica? (1)

A iniciativa em retomar o contexto de abordagens sobre o tipo objetiva chamar atenção para o processo de concepção arquitetônica através da essência da arquitetura e não apenas de sua aparência, uma vez que o tipo é a própria idéia de arquitetura, aquilo que está mais próximo de sua essência (2). O conceito de tipo possibilita o uso da história como fonte de pesquisa e inspiração quando resgata princípios, e não formas literais, de antecedentes arquitetônicos (3). Mesmo a arquitetura moderna que defendia um discurso de ruptura com a história, manifesta herança clássica do ponto de vista tipológico.

O retorno à tipologia defendida pelos neo-racionalistas faz parte de uma crítica pós–moderna mais geral, que enfatiza a continuidade histórica representada pela existência de ‘tipos’, a priori, associada a formas ideais de significados que repercutem na memória coletiva (4). A retomada do conceito de tipo evidenciou um momento no qual questões conceituais e práticas da profissão do arquiteto buscavam revisão, em decorrência da crise do pensamento moderno e da tentativa de recuperar o respeito ao lugar nos projetos de arquitetura.

O momento foi propício a uma maior disseminação do uso do tipo pela abordagem espacial da arquitetura. O conceito de ‘espaço’ alcançou maior abrangência epistemológica na teoria da arquitetura face à consistente abordagem advinda das ciências humanas pelas várias vertentes reflexivas polarizadas entre “espaço vivido” e ”espaço físico” (5). A essência do espaço arquitetônico encontra-se na espacialidade inerente ao ser humano e a dimensão espacial fazendo parte da própria experiência do homem no mundo já que todas as ações humanas ocorrem no espaço (6).

A literatura tradicional distingue o espaço como geometria tridimensional e o espaço como campo perceptual. O espaço geométrico tem sido a referência mais convencional no campo da arquitetura, historicamente encontra-se na gênese das formas euclidianas, na essência mecânica da percepção. O espaço topológico surge na arquitetura com vários conceitos que contribuem para uma compreensão da vivência do espaço e para uma realização eficaz do projeto, no sentido de fazer sobressair essa vivência (7). A topologia não trata de distâncias, ângulos e áreas permanentes, baseia-se em relações de proximidade, separação, sucessão, clausura (interior-exterior) e continuidade (8).

No conjunto das representações espaciais envolvidas no processo de projeto, além do espaço geométrico e topológico incorpora-se também o espaço pulsional (9), apoiado no conceito de pulsão de Freud, como um fenômeno somático-energético. A pulsão é uma força poderosa, indeterminada, atemporal, arcaica e própria do ser vivo que se manifesta continuamente de forma fisiológica, vivida corporalmente, e de forma sensorial, afetiva e cognitiva, vivida psiquicamente. No modelo freudiano, os pensamentos e afetos seguem uma lógica própria, movimentando-se numa matriz de significações e alternando-se numa dinâmica entre consciente e inconsciente (10).

Rossi cita a definição de Jung em sua correspondência com Freud para compreensão dos fundamentos da concepção da arquitetura analógica: “o pensamento ‘lógico’ é aquele que se expressa em palavras dirigidas ao mundo exterior na forma de discurso. O pensamento ‘analógico’ é percebido ainda que irreal (...) não é um discurso, mas uma meditação sobre temas do passado, um monólogo interior. O pensamento lógico é um ‘pensar em palavras’. O pensamento analógico é arcaiaco, inexplícito e praticamente inexprimível em palavras” (11). A abordagem do tipo no projeto de arquitetura fortalece a discussão sobre método de projeto, pela possibilidade de integração entre pensamento lógico e analógico.

O tipo revela-se como peça integrante do desenvolvimento cognitivo e operativo do projeto, integrando pensamento lógico e analógico, apresentando conteúdos transmissíveis e não transmissíveis conforme seu caráter de princípio elementar do instinto e da razão (12), firmando-se no universo da projetualidade (13). As partes não transmissíveis podem ser elaboradas pela interpretação da experiência no uso do tipo como fundamento do fazer arquitetônico de arquitetos, indicando um caminho para conexão entre espaço geométrico, espaço topológico e espaço pulsional.

A questão do tipo em arquitetura pode ser vista de dois ângulos diferentes: o especificamente projetual, de dentro da arquitetura como forma aplicável ao trabalho de projeto, e, por outro lado, o tipo – a tipologia – como um território de encontro entre arquitetos e habitantes. O primeiro desses aspectos foi exaustivamente tratado e recebe atenção privilegiada dos arquitetos (14).

Como instrumento cognitivo de caráter operativo ao processo projetual, o tipo é um princípio que desempenha o papel de organizador da concepção arquitetônica baseada em precedentes que se destacam na história da arquitetura pelos valores culturais agregados. Revigora uma atitude metodológica que tende à adoção de princípios lógicos, forças ordenadoras, expressando uma idéia de arquitetura geral e permanente, capaz de ser profundamente ativa nos processos cognitivos de projetistas (15) pela contribuição a novas associações de idéias pelo significado existencial.

Como premissa humanista na concepção arquitetônica, o tipo é capaz de validar referências e significados no espaço arquitetônico com a integração do espaço da vivência e espaço geométrico através de analogias. O tipo atualiza o tempo no espaço com sutis semelhanças, oportunizando a ocorrência de variações sobre o princípio gerador e resultando em soluções peculiares à demanda espacial em questão agregando significado cultural e afetivo.

Um dos primeiros a colocar em circulação novamente o conceito de tipologia foi Argan em 1965, quando defendia a tipologia como processo criativo e não como um mero sistema de classificação (16). Adotando a distinção entre tipo e modelo, conforme Quatremère de Quincy, Argan enfatiza que apenas o tipo deveria ser o ponto de partida do projeto (17).

Pelo campo discursivo complexo e preciso, inicialmente demarcado na Renascença pela síntese de Alberti, a teoria clássica da imitação encontra na obra de Quatrèmere seu ponto culminante e, ao mesmo tempo, sua superação. Em termos significativamente novos, reconstrói a noção clássica de mimesis adotando o tipo arquitetônico como o conceito que esclarece a distinção entre imitação e cópia (18).

Quatremère estabeleceu uma diferença entre modelo que é uma coisa, e tipo, que é uma idéia que constitui a única base válida para imitação, cuja essência é um princípio elementar, uma espécie de núcleo, que se apresenta diferente em cada cultura (19). A imitação do tipo, diferentemente da cópia de um modelo, pode conduzir a inúmeras possibilidades de finalização, dependendo da intencionalidade do projetista e das contingências do contexto de projeto.

O tipo vai se constituindo de acordo com as necessidades e com as aspirações de beleza. Variadíssimo em sociedades diferentes, porém único em determinada manifestação cultural, está ligado à forma e ao modo de vida. O tipo pela definição de Quatrèmere não representa a imagem de uma coisa a ser copiada ou a ser imitada perfeitamente, e sim a idéia de um elemento que deve, ele mesmo, servir de regra ao modelo (20). Portanto, encontra-se como metaprincípio do desenvolvimento cognitivo nela espelhado - o processo de abstração (21).

Argan comenta ainda que o tipo arquitetônico retomado por Bettini e König como um “esquema de articulação espacial”, está ligado a um conjunto de exigências práticas e ideológicas da existência humana. O recurso do tipo ocorreria assim na medida em que a exigência atual, a qual o artista é chamado a responder, tem suas premissas no passado (22).

Assim, o tipo na concepção arquitetônica testemunha o aprofundamento de um saber operativo implícito ao processo projetual que transpõe o fazer arquitetônico a partir da cópia de modelos, consolidando um princípio que é anterior à materialidade do próprio objeto (23).

O surgimento de um tipo é condicionado pela existência de uma série de edifícios que têm entre si uma evidente analogia formal e funcional. A produção tipológica expressa permanência de padrões espaciais consolidados na memória. Em outros termos, quando um tipo se fixa na prática e na teoria da arquitetura, ele já existe numa determinada condição histórica da cultura, como resposta a um conjunto de exigências ideológicas, religiosas ou práticas da sociedade. As correntes críticas mais inclinadas a admitir o valor e a função dos tipos na produção arquitetônica são aquelas que interpretam o espaço arquitetônico em relação ao caráter simbólico (24).

A exploração das tipologias no universo do projeto de arquitetura é legítima e ainda apresenta lacunas teóricas sobre o exercício projetual, principalmente do ponto de vista operativo, visto que o tipo como ponto de partida do projeto não é acolhido de forma consensual pelos códigos formais da arquitetura, caracterizando-se uma lacuna também no ensino. Destaca-se a abordagem que relaciona criatividade e método na teoria para prática da arquitetura pelo método tipológico em combinação com outros métodos de geração formal através de analogias no campo da arquitetura, como o inovativo, normativo e mimético (25).

Rossi ressalta a emergência do tipo nas escolas de arquitetura na década de 60, influenciada por Rogers, editor da Casabella-Continuitá entre 1953 e 1964, o qual defendia que mais do que reproduzir propostas formais dos mestres modernistas, devia-se aprender seus ensinamentos morais e metodológicos (26). A noção de tipo para Rossi não corresponde a um sistema de operação formal, o tipo é o registro de uma estrutura persistente, ponto de vista em sintonia com as idéias de Argan (27). Nesses termos, o tipo se trata de um arquétipo, de um princípio lógico e imutável (28).

A obra de Aldo Rossi apresenta marco contemporâneo nos estudos teóricos de tipo que resultaram em projetos relacionados com a cidade, como o Conjunto Habitacional Gallatarese, construído de 1969 a 1973, em Milão. Para Rossi, o momento criativo é individual e se dá através de um modo peculiar de interpretação e de educação. Pensa a arquitetura no contexto e nos limites de uma grande diversidade de associações, correspondências e analogias (...) pensa em objetos familiares cuja forma e posição já são fixas, mas cujos significados podem ser modificados, como objetos arquetípicos cujo apelo emocional desvenda preocupações eternas. Esses objetos situam-se entre o inventário e a memória (29).

Para o Conjunto Habitacional Gallaratese (Figura 1), parte de um complexo habitacional projetado por Carlo Aymonimo, Rossi propõe uma organização espacial apoiada no conceito de ‘galeria’, restituindo o tradicional habitat rural da Lombardia (Figura 2). Utiliza o mecanismo tipológico para análise e desenvolvimento (Figura 3), referenciando-se no modelo de rua interior contemporâneo de Le Corbusier (30).

Além da obra de Rossi, apresenta-se o uso do tipo nas obras dos arquitetos Álvaro Siza e Milton Monte, conforme seus respectivos contextos, referências culturais e demandas projetuais. As variações do tipo na casa-pátio do Projeto Habitacional da Malagueira (Évora) de Siza (Figuras 4 e 5) e as variações do tipo casa-pátio (varanda) nas obras de Monte (Figura 6) na Região Norte do Brasil, são alguns exemplos.

Siza ganha destaque eminente na cultura arquitetônica européia com uma nova e estimulante combinação de fidelidade ao patrimônio local e à disciplina intelectual moderna. Iniciado em 1977, o Conjunto é gradualmente incrementado e avaliações gerais acompanham no projeto a complexidade do passado, medindo a eficácia dos novos métodos de intervenção e a durabilidade dos resultados no tempo (31). O projeto revela a relação entre a modernidade e a tradição, utilização de instrumentos conceituais e operativos desenvolvidos pela cultura moderna bem como soluções características dos modos de vida que sedimentadas ao longo do tempo constituem a cultura arquitetônica do lugar (32).

A produção arquitetônica de Monte é interpretada pelas variações do tipo casa-pátio (varanda), com a proteção de grandes coberturas e adoção de avarandados com declaradas referências à morada espontânea amazônica, como uma espécie de espelho cultural da vida na floresta em associação com os barracões, residências (Figuras 7 e 8) e habitações indígenas. Destaca-se a concepção de um beiral, denominado beiral quebra-sol/quebra-chuva, com inclinação, forma e projeção pouco tradicionais ao vocabulário arquitetônico, inspirado na habitação indígena Waiãpi (Figura 9), sendo o primeiro exemplar proposto no projeto da Residência Kalume em 1979, na Ilha do Mosqueiro (PA), Brasil (Figura 10).

Assim sendo, a iniciativa de utilização do tipo no projeto de arquitetura por Rossi revigorou uma postura de continuidade crítica da tradição disciplinar, colocando o ‘lugar’ no centro do processo de projeto ao pretender que a arquitetura voltasse a se situar entre os bens culturais do homem pela criação de espaços significativos (33).

Siza com o tipo casa-pátio na Malagueira dissemina a personalização habitacional em programas de baixa renda e adiciona demandas e parcelas espaciais no tempo. Monte através do tipo casa-pátio (varanda) elabora na prática arquitetônica as analogias feitas com os barracões dos Seringais, valorizando as manifestações culturais, a biodiversidade e as condições atmosféricas da Amazônia através da prática arquitetônica (34).

A abordagem do tipo no projeto de arquitetura relaciona os níveis de representação espacial de forma integrada, ou seja, permite a transcendência do espaço geométrico pelo projeto de arquitetura, alcançando a manifestação espacial de conteúdos significativos para o usuário final através de representações topológicas e pulsionais. O espaço pulsional revela as pulsões relacionadas ao espaço físico através de representações e afetos.

A Dimensão Afetiva da Arquitetura (35) se expressa no espaço pulsional orientando a prática projetual por meio da equivalência com imagens mentais, objetos do desejo e histórias pessoais dos usuários, estimulando associações, correspondências e analogias nas decisões do projetista e integrando-se na prática arquitetônica aos espaços geométrico e topológico. As representações pulsionais demarcam um território de encontro entre arquitetos e habitantes na dimensão afetiva da arquitetura, compondo as operações cognitivas complexas inerentes ao ofício da arquitetura.

O tipo em essência opera no espaço topológico nas relações evocadas entre elementos arquitetônicos e se combina a outros modos de representação espacial, ora com ênfase no espaço geométrico (ex. Siza) ora com ênfase no espaço pulsional (ex. Rossi e Monte), pela associação de experiências pessoais dos próprios arquitetos.

Além de fortalecer uma mudança paradigmática nos critérios e processos envolvidos na concepção arquitetônica, tradicionalmente assentada em representação geométrica, o uso do tipo orienta contribuições didáticas ao ensino, proporcionando maior transmissibilidade ao procedimento de projeto, pela possibilidade de representar um elo de integração entre representação geométrica, representação topológica e representação pulsional na prática arquitetônica.

Como ponto de partida intencional rumo a uma prática arquitetônica mais comprometida com a totalidade de representações espaciais, o uso do tipo estabelece decisões espaciais resultantes de dois saberes, ‘saber formal da arquitetura’ e ‘saber culturalmente acumulado pela sociedade’. Portanto, reforça a compreensão sobre a presença da representação pulsional na constituição do espaço arquitetônico, visto que ainda é pouco explorada teoricamente no campo da arquitetura.

“Toda invenção gratuita é removida (...) a emergência de relações entre as coisas, mais do que as próprias coisas, sempre dá nascimento a novos significados” (Aldo Rossi).

notas

1
ARÍS, C. M. Las variaciones de la identidad: ensayo sobre el tipo en arquitectura. Barcelona: Ediciones Del Serbal, 1993.

2
ROSSI, A. A arquitetura da cidade. Trad. E. Brandão. São Paulo, Martins Fontes, 2001.

3
MAHFUZ, E. da C. Nada provém do nada. São Paulo, Revista Projeto, n.69, 1984.

4
ROSSI, A. Reflexões sobre meu trabalho recente. Em: NESBITT, K. (org.). Uma nova agenda para a arquitetura: antologia teórica (1965-1995). Trad. Vera Pereira. São Paulo, Cosac Naif, 2006.

5
BETTANINI, T. Spazio e Science Umane. Firenze, Nueva Itália Editrice, 1976.

6
MALARD, M. L. As aparências da arquitetura. Belo Horizonte, Editora da UFMG, 2006.

7
CONSIGLIERI, V. As Metáforas da Arquitectura Contemporânea, Lisboa, Editorial Estampa Ltda, 2007.

8
NORBERG-SCHULZ. Existence, Space and Architecture, New York, Praerger, 1971.

9
PERDIGÃO, A. K. de A. V. A subjetividade no espaço arquitetônico vista através da teoria psicanalítica Belém, Monografia de Especialização em Teoria Psicanalítica, FIBRA, 2008.

10
HANNS, L. A teoria pulsional na clínica de Freud, Rio de Janeiro, Imago, 1999.

11
ROSSI, A. La arquitectura análoga: construcción de la ciudad, UPCommos, n.2, abril, 1975, p.8-11.

12
ROSSI, A.: Op. Cit.

13
SILVA, E. Notas sobre a problemática do ensino de Arquitetura. Seminário “Conceitos Atuais no Ensino de Arquitetura”, patrocinado pela UNAMA e UFPA, em Belém, no período de 31/01 a 03/02, 2000.

14
MARTINEZ, A. C. Ensaio sobre o projeto. Trad. Ane Lise Spaltemberg, Brsília, UnB, 2000.

15
ARÍS, C. M.: Op. Cit.

16
MONTANER, J. M. Depois do Movimento Moderno: arquitetura da segunda metade do Séc. XX. Barcelona, Gustavo Gili, 2001.

17
PEREIRA S. G. A historiografia da arquitetura brasileira no século XIX e os conceitos de estilo e tipologia. Estudos Ibero-Americanos. PUCRS, v. XXXI, n. 2, p.143-154, dezembro 2005.

18
OLIVEIRA, R. de C. Quatremère de Quincy e o Essai sur l’imitation: o alvorecer da crítica no horizonte da modernidade. In: Crítica na Arquitetura, Cadernos de Arquitetura Ritter dos Reis, Vol.3, Junho. Porto alegre, Editora Ritter dos Reis, 2001.

19
PEREIRA, S. G.: Op. Cit.

20
ROSSI, A. L’architettura della città. Padova, Marsílio Editori, 1966.

21
OLIVEIRA, R. de C.: Op. Cit.

22
ARGAN, J. C. Projeto e Destino. São Paulo, Editora Ática, 2000.

23
CANIGGIA, G. & MAFFEI, G. L. Composizione architettonica e tipologia edilizia, Venezia, Marsilio Editori, 1984.

24
ARGAN, J. C.: Op. Cit.

25
MAHFUZ, E. da C.: Op. Cit.

26
ANTONUCCI, D. Morfologia urbana e legislação urbanística: estudo de setores de bairros na cidade de São Paulo no período de 1972/2002, São Paulo, tese de doutorado, FAU-USP, 2006.

27
MENDONÇA, D. X. de. Rossi e Eisenman... Freud explica! Arquitextos, Texto Especial n. 020, São Paulo, Portal Vitruvius, out. 2000

<http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp020.asp>.

28
MONTANER, J. M.: Op. Cit.

29
NORBERG-SCHULZ, C. O fenômeno do lugar. Em: NESBITT, K. (org.). Uma nova agenda para a Arquitetura: antologia teórica (1965-1995). Trad. Vera Pereira. São Paulo, Cosac Naify, 2006.

30
AGUIRRE, M. La propuesta de Aldo Rossi. Mérida, Estética (CIE), n.6, novembro, 2002.

31
BENÉVOLO, L. A. Arquitetura no Novo Milênio. São Paulo, Estação Liberdade, 2007.

32
ZAPATEL, J. A. O projeto habitacional da Malagueira em Évora, Portugal, Arquitextos, Texto Especial n. 047, São Paulo, Portal Vitruvius, jan.2001 <http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp047.asp>.

33
MONTANER, J. M.: Op. Cit.

34
Comunicação verbal em 01/08/2007. A história pessoal do Arquiteto Milton Monte revela a sua inspiração. O período de infância no então Território Federal do Acre até os cinco anos de idade é marcante e delineia de maneira explícita os contornos e as referências familiares e culturais do arquiteto em sua trajetória profissional.

35
PERDIGÃO, A. K. de A. V. A dimensão afetiva da arquitetura de espaços habitacionais, São Paulo, tese de doutorado, FAUUSP, 2005.

referências bibliográficas

COSTA, A. Madeira que cupim não rói - Xapuri em Arquitetura – 1913/1945, Rio Branco, Gráfica do Tribunal de Justiça, 2002GALLOIS, D. A Casa Waiãpi. Em: NOVAES,S. C. (org).Habitações Indígenas. São Paulo, Nobel, 1983.MONEO, R. Rafael Moneo 1967-2004: antologia de urgencia, Madrid, El croquis editorial, 2004.PEREIRA, R. B. Arquitetura, imitação e tipo em Quatremère de Quincy, São Paulo, tese de doutorado, FAUUSP, 2008.Revista Arquitetura e Urbanismo AU, São Paulo, n. 10, fevereiro-março, 1987.ROSSI, A. La arquitectura análoga: construcción de la ciudad, UPCommos, n.2, abril, 1975, p.8-11.YOUNES, S. Quatremère de Quincy’s Historical Dictionary of Architecture: The true, the fictive and the real, Andreas Papadakis Publishers, 2000.ZAPATEL, J. A. O projeto habitacional da Malagueira em Évora, Portugal, Arquitextos, Texto Especial n. 047, São Paulo, Portal Vitruvius, jan.2001 <http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp047.asp>.

sobre o autor

Doutora em Arquitetura e Urbanismo (FAUUSP/2005). Professora de Projeto de Arquitetura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Pará (FAU-UFPA).

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