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arquitextos ISSN 1809-6298


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O artigo analisa o sub-capítulo de La reine Albermale intitulado "Un parterre de capucines", no qual a personagem narra a sua estranha aventura em um espaço que poderia ser definido com o uso do termo, no mínimo, de “inusitado"


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LIMA, Adson Cristiano Bozzi Ramatis. Sartre e a arquitetura da morte. Arquitextos, São Paulo, ano 12, n. 139.05, Vitruvius, dez. 2011 <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/12.139/4157>.

Introdução

É bastante conhecido o fato de que Jean-Paul Sartre foi um escritor que possuía uma grande capacidade de trabalho e que, justamente por isso, nos legou uma obra de fato extensa; mas é menos conhecido o fato de que o filósofo francês possui alguns textos que, por diversas razões, foram publicados apenas postumamente, como os seus livros de correspondência (entre outros o Lettres au Castor et à quelques d’autres 1940-1963), o diário Cahiers de Drôle de Guerre e o romance La reine Albermale ou le dernier turiste. (1) Este último é um livro inacabado que foi publicado apenas no ano de 1990 por sua filha adotiva, Arlette Alkaïm-Sartre. Trata-se de uma espécie de “diário íntimo” no qual uma personagem, um turista francês, deambula pela Itália enquanto descreve as cidades e tece algumas considerações morais sobre a vida, a morte, a futilidade do turismo e o caráter dos italianos. (2)

Para descrever esse livro de maneira mais precisa, seria importante afirmar que se trata de uma “narrativa viática”, texto de caráter ficcional ou autobiográfico no qual um autor ou uma personagem descreve, em uma viagem, o seu encontro com a alteridade, seja esta uma paisagem estrangeira, hábitos inusitados ou, simplesmente, um habitante local. Dito isto, faz-se necessário explicitar o objetivo desse artigo, que é o de analisar o sub-capítulo de La reine Albermale intitulado Un parterre de capucines, no qual a já citada personagem narra a sua estranha aventura em um espaço que poderia ser definido com o uso do termo, no mínimo, de “inusitado”: ele desce a catacumbas que tinham sido decoradas com os ossos dos cadáveres de frades falecidos, da ordem religiosa dos Frades Menores Capuchinhos. É certo que, na pena de um filósofo como Sartre, que jamais foi indiferente aos mistérios da metafísica, tal espaço evocou, entre outras questões, o próprio caráter do cristianismo na Itália: “(...) em Roma é necessário ter a cabeça no lugar para distinguir a religião da feitiçaria.” (3) Uma decoração feita com os despojos de religiosos mortos, de fato, está muito longe de ser um evento banal, e quase necessariamente despertaria reflexões de caráter moral.

Assim, o nosso objetivo é tanto estudar as questões morais elencadas pelo turista francês quanto abordar como esse espaço em especial foi percebido por essa personagem. Afinal, como já afirmamos, não se trata de um espaço ligado ao cotidiano, e nem mesmo de um espaço que seria apenas solene e sagrado – como poderiam ser compreendidos os espaços de uma igreja na Itália – mas de um lugar em que a morte é levada a um grau extremo de exibição e de paroxismo: anônimos esqueletos desenterrados, limpos, lavados e utilizados como peças de decoração. E não foram apenas alguns poucos esqueletos, mas os esqueletos de 4.000 frades, e se pode até mesmo imaginar, por trás dessa cifra impressionante, a perseverança e o rigor dos autores desse ato. (4)

Ainda segundo o turista francês, esse ato de “lirismo sádico” teria se iniciado no ano de 1810, e ainda que se consiga compreendê-lo a partir de certo gosto “pré-romântico”, as duras frases as quais ele reservou para descrevê-lo guardam todo o sentido: “No entanto, certamente não é cristão brincar de puzzle com um ossuário; violação de sepultura, sadismo, necrofilia: o sacrilégio é flagrante.” (5) O sacrilégio – se sacrilégio há – não é apenas o ato em si, mas a exposição pública do ossuário à curiosidade dos turistas, e, nesse sentido, poder-se-ia afirmar que aqueles cadáveres foram violados muitas vezes: a primeira em 1810 e, as outras vezes, cotidianamente... Contudo, faz-se importante afirmar que o nosso objeto de estudo não será o referente, mas o texto de Sartre no qual esse espaço é narrado pelo turista, e isto significa que abordaremos os signos lingüísticos, e não a chamada realidade factual ou histórica. Feitas essas considerações introdutórias, passaremos, então, às análises.

Sartre e a arquitetura da morte

É dessa maneira solene que a personagem inicia a sua jornada naquele estranho mundo de cadáveres desenterrados: “No fundo e à direita, um capuchinho feio, prevenindo as minhas perguntas, coloca o indicador esquerdo nos lábios e aponta, com um dedo, uma escada que leva aos subterrâneos.” (6) Na narrativa, esse capuchinho cumpre a função que, na mitologia grega, era reservada a Caronte, o barqueiro que atravessava as almas pelo rio Achelon no Hades ; mas o turista francês não era uma alma, e, depois de ter pago vinte liras ao seu Caronte (na mitologia grega esse serviço já era pago), continua a sua jornada:

Quatro boudoirs rococós cujas paredes, brancas sob a sujeira, são flanqueadas por nichos sombrios, por alcovas ou, na sua metade inferior, por divãs e, na parte superior, a decoração consiste em arabescos agradáveis e simples, rosáceas, estrelas e elipses, todas grosseiramente executadas. (7)

A descrição da personagem evoca simples salões clássicos de decoração mais ou menos sóbria, que poderiam estar em muitas construções da França e mesmo da Itália. No entanto, estes salões possuíam uma inquietante particularidade: “A única originalidade desses elementos decorativos e desse mobiliário era a sua matéria: ossos.” (8) Em seguida, não sem um senso de humor mórbido, a personagem se compraz na descrição do que ela chama de “engenhosidade”: crânios e omoplatas que se tornam esculturas de anjos, crânios e fêmures que, uma vez superpostos, se tornam rocailles, e, finalmente, as luminárias que eram, na realidade, pedaços de tíbia (9); a morte estava em todos os lugares, exibida e evidente.

E havia, ainda, os habitantes fantasmáticos desses salões: esqueletos travestidos de múmias ou vestidos com um robe de chambre diante dos seus leitos, montados em uma posição na qual pareciam saudar os seus visitantes. Por fim, o turista francês considera, em meio a esse espetáculo macabro: “(...) poder-se-ia dizer que esses mortos estão à venda: há etiquetas nas suas roupas; mas os preços não estão marcados, só o nome e a qualidade.” (10) A personagem atenta para o caráter um pouco cínico do turismo de massa, uma vez que, quaisquer que tenham sido as motivações desses frades que, um dia, resolveram desenterrar os seus colegas, os objetivos, agora, são claramente mercantis.

Contudo, ao observar um esqueleto montado como a morte, com ampulheta e foice, a planar sobre a sua cabeça, a personagem abandona o cinismo de um turista que acha que deve fazer pouco caso do turismo, e afirma: “Não é Deus que está nessas capelas, é a imagem de um círculo infernal: é a exploração do morto pelo morto.” (11) O ossuário dos frades mortos exibido aos turistas, obra macabra, por sua vez, de frades já mortos; e esses mesmos turistas um dia deixarão de existir: é o “círculo infernal” já aludido, uma espécie de mise en abyme nas profundezas da Terra.

E como esse espaço afetaria os seus visitantes? O turista descreve um italiano – “de olhos ferozes” – que cai prosternado, de joelhos, fazendo o sinal da cruz, antes de abandonar rapidamente o local. Na realidade, essa imagem é quase um lugar comum que repete a afirmação sobre o caráter terreno do cristianismo em Roma, que oscilaria entre a religião e a simples feitiçaria. Os visitantes franceses, contudo, diante de tal espetáculo inusitado, tenderiam a racionalizar de acordo com a sua tradição cultural; há uma francesa que afirma: “Está tudo tão em ordem. Tão bem apresentado.” (12) Essas reações podem ser compreendidas a partir do caráter literário do texto, que é, como já afirmamos, uma narrativa viática, e citemos, a esse respeito, a admirável fórmula de Daniel-Henri Pageaux: “Eu quero dizer o Outro (por imperiosas e complexas razões), e em dizendo o Outro eu o nego e me digo eu mesmo.” (13) Ou seja, a narrativa descreve um italiano como os franceses normalmente os compreendem e descreve os franceses como eles se vêem (ou como eles gostariam de serem vistos). Em outras palavras, o Outro permanece o Outro como alteridade radical na negatividade, como escreveu Sartre no seu ensaio de Ontologia Fenomenológica: ”O outro é aquele que não é o que sou e que é o que não sou.” (14)

Essa incompreensão em relação aquele espaço é tão patente nas observações da personagem de Sartre quanto na reação narrada de uma visitante francesa, que fala indignada ao seu marido: “Eles não têm o direito! É proibido!” O marido, um pouco incomodado com a reação, tenta, em vão, explicá-los (e, ao mesmo tempo, explicar a sua não indignação): “Eh, eles são monges...” (15) Isto é, sendo monges italianos, eles não poderiam nunca possuir os valores laicos e sagrados da República Francesa. O turista francês, por outro lado, percebeu que aquele era o momento correto de estabelecer uma “cumplicidade cultural”: “Eu lhe sorrio; ela tem razão: é proibido.” A esse respeito, e tendo em mente a fórmula de Pageaux, temos que admitir que, se não há, exatamente, “iguais”, há, contudo, “semelhantes”, e não foi nos “olhos ferozes” do italiano que a personagem de Sartre procurou abrigo nessa tempestade de esqueletos.

Certo, alguns atos são proibidos, ou, ao menos, para a personagem, deveriam sê-lo; em determinado momento, o turista francês descobre uma placa na qual se lê: “Proibido escrever nos crânios.” Ele, supostamente, fica indignado, posto que, face a essa profanação de mortos, tudo parecia ser possível, e se diverte com a possibilidade de que se pudesse ler em um daqueles crânios calvos: “Aqui Pierre e Maryse fizeram amor”. (16) Essa derrisão, contudo, não lhe apagou da mente o espetáculo macabro que eram aqueles móveis e elementos decorativos feitos de esqueletos. Nesse momento da nossa análise, é importante observar que a escritura de La reine Albermale foi iniciada em 1952, e, portanto, as lembranças da última guerra mundial estavam ainda muito vivas, e a personagem permitiu-se duas associações: comparou o ato dos Capuchinhos aos Milaneses que espancavam o corpo já sem vida de Benito Mussolini, e aos carcereiros de Buchenwald, que faziam abajures com a pele dos prisioneiros mortos (17). A morte, nesses casos, é oferecida em espetáculo, tornando-se, de evento trágico, a um simples acontecimento mórbido e fútil.  

Ora, como não pensar na morte quando se viveu em meio a uma guerra de proporções bíblicas, como não se indignar com a profanação de corpos depois dos campos de concentração e de Hiroshima e Nagazaki? Mas, sobretudo, como não pensar na morte quando despojos humanos são usados como “material de construção”? A personagem, então, faz uma constatação: “A morte é um escândalo para o ódio: privada da sua presa, ela fica estúpida diante do cadáver odiado, como o homem que acaba de ter um soluço.” (18) Os Capuchinhos não podiam fazer nada contra os seus mortos exumados simplesmente porque estes não eram mais, não existiam, e nem mesmo o seu passado e a sua memória podiam servir para ações de ignomínia. Segundo o turista francês, diante da morte o ódio é sempre impotente, razão pela qual o torturador cuida da sua vítima, impedindo a libertação da dor representada pela morte.

Esse encontro com a morte em uma viagem de turismo apenas se justifica pelo fato de que La reine Albermale é um “anti-guia de viagens”, um texto em que viajar é uma ação tomada pelo pessimismo, como afirma a personagem em outro sub-capítulo: “A morte, o esquecimento, o irremediável, as dores do amor perdido, as chances desperdiçadas, eis os alimentos cotidianos do turista.” E conclui, amargamente: “O turismo é uma flor do mal.” (19) Ora, se o ato de viajar é todo ele baseado na desilusão e no pessimismo, nada mais óbvio que se vá visitar um espaço no qual a decoração seja a lembrança constante da morte, da sua certeza e da sua banalidade; e, naquele espaço, uma morte em nada honrosa e nem um pouco digna. Ao fim de uma vida, aqueles frades morreram para se transformar, por vinte liras, em objeto de curiosidade mórbida por parte de alguns poucos turistas.

De qualquer sorte, este seria, a partir da experiência humana, o “valor educativo de uma viagem”, conforme lemos no sub-capítulo Liberdade e facticidade: a situação do tratado filosófico O ser e o nada: “Eu mesmo, sempre eu, conforme os fins pelos quais ilumino esses eventos passados.” (20) O turista francês, naquela cave de esqueletos, havia introjetado um importante valor, o ódio que, sob as mais diferentes maneiras, parecia mover parte das ações humanas: “(...) eu vou embora, eu deixo para trás esses destroços que são enfeitiçados por um ódio mais forte que a morte.” (21) E a personagem de Sartre sai, finalmente, do mundo dos mortos.

Últimas considerações

Houve, como pudemos observar, uma transformação no caráter da personagem, e, convém acrescentar que aquele espaço não deixou indiferente nenhum dos seus visitantes, fossem eles italianos ou franceses. O capuchinho que lhe serviu de “barqueiro” ainda estava lá, e o turista francês sente-se desconfortável: “(...) eu passo sem olhá-lo, um pouco incomodado, como em um bordel diante de uma sous-maîtresse: ele sabe o que eu acabei de ver; o meu esqueleto passa diante do seu esqueleto.” (22) A alusão ao bordel foi realizada porque, de certa maneira, ali se faz, igualmente, tráfico de corpos, apenas se assegura que, antes de servir-se deles, que já estejam mortos.

E, como ocorre em muitas narrativas, a transformação da personagem corresponde a uma transformação dos espaços, e o turista Francês ao emergir, passa a perceber a cidade de Roma de maneira diferente: “Eu saio em uma praça sub-marina entre carcaças devoradas. A chuva cessa, a terra emerge: essas carcaças são ruínas: templo, obelisco, ou seja, esqueletos.” (23) O que ele compreendeu como profanação de sepulturas pelo ódio cristão passa a representar a imagem de uma cidade que foi, ao longo dos séculos, saqueada pela Igreja:

Eis Roma: ela sai da água, já seca, como um ossuário condenado. A Igreja caiu ferozmente sobre os monumentos antigos como os Capuchinhos sobre os seus colegas: quando os Papas queriam o bronze do Panteão para assegurar o triunfo de Cristo sobre os pagãos, era a mesma violação de sepulturas. (24)

Subitamente, Roma tornou-se, aos olhos do turista francês, “sinistra e gratuita” como as catacumbas que ele havia acabado de visitar, e esta foi a sua “educação da viagem”: ele estava em uma cidade pilhada no ódio, uma cidade cujas ruínas da Antiguidade foram impedidas de morrer para que servissem, como escravas, à glória do Cristianismo. (25) Na cidade de Roma a personagem percebe que, muitas vezes, os esqueletos podem perder o seu caráter sagrado e as suas importantes implicações metafísicas (a morte, o “não-ser”, o desaparecimento e o devir) para se tornarem um simples “material de construção”.

notas

1
A este respeito, ver: CONTAT, Michel; RYBALKA, Michel. Les écrits de Sartre. Paris: Gallimard, 1970.

2
A este respeito, ver: CONTAT, Michel. Autopsie d'un livre inexistant : La Reine Albemarle ou le Dernier touriste. Em: Item [On line] Disponível em http://www.item.ens.fr/index.php?id=172593.

3
SARTRE, Jean-Paul. La reine Albermale ou le dernier touriste. Paris: Gallimard, 1991, p. 61. Tradução nosso do Francês para o Português.

4
SARTRE, Jean-Paul. Op. Cit., p. 60.

5
SARTRE, Jean-Paul. Op. Cit., p. 61. Tradução nosso do Francês para o Português.

6
SARTRE, Jean-Paul. Op. Cit., p. 57. Tradução nosso do Francês para o Português.

7
Idem. Ibidem.

8
SARTRE, Jean-Paul. Op. Cit., p. 58. Tradução nosso do Francês para o Português.

9
SARTRE, Jean-Paul. Op. Cit., p. 57. Tradução nosso do Francês para o Português.

10
Idem. Ibidem.

11
SARTRE, Jean-Paul. Op. Cit., p. 59. Tradução nosso do Francês para o Português.

12
Idem. Ibidem.

13
PAGEAUX, Daniel-Henri. “Recherche sur l’Imagologia: de l’Histoire culturelle à Poétique”. In: Revista de Filologia Fransesa. Madrid: Universidade Complutense, 1995, p. 141. Tradução nossa do Francês para o Português.

14
SARTRE, Jean Paul. O ser e o nada. Trad.: Paulo Perdigão. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997, p. 300.

15
SARTRE, Jean-Paul. Op. Cit., 1991, p. 60. Tradução nosso do Francês para o Português.

16
Idem. Ibidem.

17
Idem. Ibidem.

18
Idem. Ibidem.

19
SARTRE, Jean-Paul. Op. Cit., 1991, p. 44. Tradução nosso do Francês para o Português.

20
SARTRE, Jean Paul: Op. Cit., 1997, p. 613.

21
SARTRE, Jean-Paul. Op. Cit., 1991, p. 62. Tradução nosso do Francês para o Português.

22
Idem. Ibidem.

23
SARTRE, Jean-Paul. Op. Cit., 1991, p. 63. Tradução nosso do Francês para o Português.

24
Idem. Ibidem.

25
Idem. Ibidem.

sobre o autor

Adson Cristiano Bozzi Ramatis Lima, arquiteto e urbanista, Mestre em Estudos Literários pela Universidade Federal do Espírito Santo, Doutor em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, autor do livro: Arquitessitura; três ensaios transitando entre a filosofia, a literatura e arquitetura. Professor Assistente da Universidade Estadual de Maringá, Departamento de Arquitetura e Urbanismo.

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