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Foto Carla Caires

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Complementar à série sobre projetos brasileiros selecionados para o Prêmio Rogelio Salmona 2014, este artigo traz o conjunto de edifícios da Universidade Diego Portales, edifícios privados que oferecem espaços abertos para a população.

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CAIRES, Carla. O conjunto da Universidade Diego Portales. O campus universitário aberto ao bairro. Projetos, São Paulo, ano 14, n. 167.02, Vitruvius, nov. 2014 <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/14.167/5333>.


Andando apressados pelas calçadas largas das Avenidas Ejército e República, uma multidão de estudantes percorre os edifícios do conhecido Setor UM do Bairro Universitário de Santiago. No entanto, não é possível deixar de notar que misturados aos edifícios universitários, algumas casas, prédios residências e comércios se misturam ao contexto estudantil. Esta percepção dual, se intensifica quando percorremos as ruas perpendiculares que conectam estas principais avenidas paralelas. E ao avistarmos um senhor saindo com compras do supermercado, uma mãe empurrando um carrinho de bebê, outra mulher de mãos dadas com uma criança pequena levando a mochila da escola, recordamos a existência de outras vidas além da vida universitária que se desenvolvem no setor.

Um cenário que retrata duas realidades convivendo juntas, dividindo as mesmas ruas e calçadas, tendo como espaço público comum apenas uma praça e as calçadas largas das avenidas. Longe de resolver a demanda dos espaços coletivos e abertos necessários para toda a população local e a enorme população flutuante de estudantes, o conjunto de edifícios da Universidade Diego Portales oferece respostas ao criar nos últimos anos, dentro de seus edifícios privados, espaços coletivos e abertos para a população. Iniciativa esta, que foi reconhecida recentemente como um dos três projetos merecedores de menção honrosa no prêmio Rogelio Salmona (1).

Contexto

Setor 1 do Bairro Universitário, Avenidas República e Ejército, Santiago do Chile
Elaboração Carla Caires [Google Earth, 2013]

Alocado na região sudoeste da cidade de Santiago do Chile, o Setor UM do Bairro Universitário de Santiago (BUS) tem seus principais acessos pela Avenida Libertador Bernardo O´Higgins na extremidade norte, com dois pontos de metro, e pela Avenida Manuel Rodriguez, que delimita a lateral leste do setor. No entanto, o coração do setor um do Bairro Universitário de Santiago se dá em duas avenidas históricas internas ao setor: A Avenida Ejército e a Avenida República.

Mansões Ecléticas remanescentes no Conjunto da Universidade Diego Portales, Santiago do Chile
Foto Carla Caires

As Avenidas Ejército e República caracterizam-se como as vias de principal circulação interna, nas quais se desenvolveu os antigos bairros residenciais que existiam neste setor, e que eram conhecidos pelos mesmos nomes das avenidas. Nos anos de 1830 e 1840 quando os bairros Ejército e República foram criados, uma população de alto poder aquisitivo se fixou no setor, construindo mansões em estilo eclético. Ainda hoje, ao avistar as antigas mansões remanescentes de dois e três pavimentos, que acompanham o alinhamento predial do lote, é possível imaginar os antigos moradores debruçados sobre as pequenas sacadas da fachada, acompanhando o movimento destas avenidas.

Faculdade de Saúde, área interna, Avenida Ejército 233, Santiago de Chile. Arquiteto Mathias Klotz
Foto Carla Caires

No entanto, quando a população inicial se deslocou na década de 1930 para outros setores da cidade deixando em estado de abandono algumas residências, os bairros passaram por transformações com uma nova ocupação do setor e a subdivisão de algumas residências e lotes. Na década de 1970 o processo de despovoamento e perda do dinamismo no setor se intensificou, o que levou a uma série de intervenções pública e privada nas décadas subsequentes. Aos poucos os antigos bairros República e Ejército, passariam a ter uma concentração acentuada de estabelecimentos de ensino, o que culminaria com a criação do Bairro Universitário de Santiago em 2003.

Faculdade de Saúde, área interna, Avenida Ejército 233, Santiago de Chile. Arquiteto Mathias Klotz
Foto Carla Caires

Contemporânea à criação do Bairro Universitário de Santiago, a Universidade Diego Portales (UDP), que já contava com cerca de onze edifícios no setor e era uma das instituições de ensino mais antigas com infraestrutura desde a década de 1980 na Avenida Ejército, resolveu ampliar a sua infraestrutura, principalmente através da criação de novos espaços e adaptação dos espaços já existentes. A responsabilidade do primeiro Plano de Infraestrutura da UDP que deveria se desenvolver nos anos de 2003-2005 ficou com o Arquiteto e Professor Mathias Klotz, auxiliado pelo Arquiteto e também professor Ricardo Abuauad (consultor). Para isso, foram escolhidos além destes dois arquitetos professores, outros jovens professores arquitetos da universidade, com menos de quarenta anos de idade, que ficaram responsáveis em realizar os outros projetos da Universidade Diego Portales.

Edifício de Usos Múltiplos, Avenida Ejército 333, Santiago do Chile. Arquiteto Mathias Klotz
Foto Carla Caires

Faculdade de Economia, Avenida Manuel Rodriguez 253, Santiago do Chile. Arquitetos Mathias Klotz, Renzo Alvano e Pablo Riquelme
Foto Carla Caires

Os projetos executados no primeiro plano de Infraestrutura da Universidade Diego Portales foram: A Faculdade de Saúde, Edifício de Usos Múltiplos e Faculdade de Economia por Mathias Klotz (2), Faculdade de Arquitetura, Artes e Desenho, por Ricardo Abuauad (3), Faculdade de Direito pelos arquitetos Renzo Alvano e Pablo Riquelme (4) e Edifício de Assuntos Estudantis por Iñaki Volante.   

Faculdade de Arquitetura, Artes e Desenho, Avenida República 180, Santiago do Chile. Arquiteto Ricardo Abuauad
Foto Carla Caires

Edifício de Assuntos estudantis, Avenida Manuel Rodriguez 343, Santiago do Chile. Arquiteto Iñaki Volante
Foto Carla Caires

Desde então, a Universidade Diego Portales passou por outras ampliações no setor, (Biblioteca Nicanor Parra, Centro de Extensão, Aulário...) e atualmente consta com um número marcante de edifícios que formam o Conjunto da Universidade Diego Portales. (5)

Biblioteca Nicanor Parra, Santiago do Chile
Foto Carla Caires

O contexto em que se insere a universidade já traz alguns indícios da sua importância para o local, mas a forma em que a mesma se insere no contexto preexistente dos bairros históricos e os espaços coletivos e abertos intramuros, explica o motivo deste conjunto ter sido um dos três projetos a receber Menção Honrosa no Prêmio Rogelio Salmona.

Os edifícios dispersos

Quando paramos para pensar em um conjunto de edifícios universitários, pode ser que a maioria das pessoas imagine-os como um conjunto de edifícios inseridos em um espaço delimitado e murado. No entanto, o Conjunto da Universidade Diego Portales (UDP) apresenta uma configuração distinta, ao distribuir os seus edifícios em diferentes quadras e ruas do setor. Desta forma, quem quer ir da Faculdade de Direito até a Faculdade de Saúde da UDP, precisaria sair do primeiro edifício na Avenida República, cruzar outras quatro ruas paralelas até alcançar a Avenida Ejército onde se encontra a entrada principal da Faculdade de Saúde e uma situação inversa se repetiria no deslocamento do Edifício de Usos Múltiplos alocado na Avenida Ejército para a Faculdade de Arquitetura, Artes e Desenho alocada na Avenida República.

Localização do conjunto da Universidade Diego Portales, Santiago do Chile Fonte Google Earth, 2013
Elaboração Carla Caires [Google Earth, 2013]

Esta configuração de um campus universitário aberto com edifícios dispersos na malha urbana intriga os usuários e transeuntes do setor, na medida em que a grande infraestrutura da Universidade Diego Portales se esconde e se mistura com os outros edifícios preexistentes. Salvo um observador mais atento, que identifica as pequenas placas com o nome da universidade próximo a porta de entrada do edifício e percebe que a mesma se repete diversas vezes no seu caminhar pelo bairro, talvez a maioria dos transeuntes nem se dê conta de que se trata de um conjunto de edifícios da mesma universidade.

Fachada Edifício de Usos Múltiplos UDP e entorno, Santiago do Chile
Foto Carla Caires

Mas porque então o prêmio destinado a um conjunto de edifícios? O que distintos edifícios de uma mesma universidade inseridos em locais diversos, podem trazer de transformação para o bairro e para a apropriação dos habitantes da cidade? É nesta aparentemente incoerência da implantação dispersa e da mínima interferência no entorno, que repousa uma primeira transformação latente que o Conjunto de Edifícios da Universidade Diego Portales desperta no bairro: A conscientização do valor local preexistente e a criação de novos fluxos entre ruas que dinamizem e unam o setor, ao invés de subdividi-lo em pequenos núcleos universitários.

Através da implantação dispersa do conjunto, a vida universitária busca mesmo que em pequena escala se mesclar a vida urbana preexistente. Os estudantes percorrem as mesmas calçadas que os moradores, a vida do bairro se desenvolve nas suas diferentes atividades em edifícios vizinhos, ocorre um compartilhar daquilo que é comum e público, que não apenas são as calçadas ou as ruas, mas as visuais dos diferentes formatos e escalas de edifícios arquitetônicos. Além disso, esta configuração dispersa induz os estudantes a percorrerem não apenas os edifícios da universidade, mas o próprio bairro, conhecendo, vivenciando e se apropriando de um contexto preexistente importante e característico de um período de formação da cidade de Santiago.

Se por um lado os edifícios dispersos intensificam a apropriação do bairro pelos estudantes através dos fluxos extramuros institucionais, por outro, a manutenção do caráter do bairro com as mansões patrimoniais características da sua fundação nos lotes da Universidade Diego Portales, contribui para valorizar e conscientizar o caráter histórico do bairro, mantendo a ambiência das ruas para os transeuntes do setor e revelando valores arquitetônicos que agora reabilitados, estão disponíveis para a apreciação dos habitantes da cidade.

Pavimentos Superiores atrás das mansões patrimoniais que formam a Faculdade de Saúde da UDP, Santiago do Chile
Foto Carla Caires

Alguns dos lotes da Universidade Diego Portales já se encontravam ocupados antes da criação da instituição. Desta forma, antigas mansões ecléticas ocupam algumas testadas dos lotes e uma vez preservadas e reabilitadas, passaram a ser a entrada principal dos edifícios da UDP. Além disso, devido à necessidade de aumentar a infraestrutura, edifícios novos foram construídos no fundo dos lotes, ocupando a área livre do terreno nos subsolos e em pavimentos superiores, e por estarem recuados das ruas de acesso, os pavimentos superiores ficam escondidos pelos edifícios preexistentes, não interferindo na escala horizontal da rua.

Mas os edifícios da UDP que se instalaram em lotes vazios ou que apresentavam preexistências sem elevado valor patrimonial, também acompanham o alinhamento do lote e número de pavimentos baixos na fachada frontal conforme o entorno da rua, mantendo o caráter patrimonial local mesmo com o uso de materiais novos.

Faculdade de Direito e entorno imediato, maquete eletrônica, Santiago do Chile
Elaboração Clara Caires

Dessa forma, percorrer o Conjunto da Universidade Diego Portales é percorrer os antigos bairros República e Ejército, é visitar os distintos momentos históricos em que os bairros passaram nas fachadas dos edifícios remanescentes e novos, é dividir as ruas e calçadas com estudantes e outros transeuntes, é enfim, buscar se apropriar de uma memória coletiva que extrapola um edifício ou uma instituição. Mas, ainda precisamos analisar os espaços intramuros deste conjunto.

Os espaços abertos e coletivos

Se a implantação dispersa do Conjunto da Universidade Diego Portales já produz nova dinâmica ao bairro, as indagações e surpresas dos habitantes da cidade se intensificam quando estes personagens são convidados a adentrar nos edifícios da UDP e porque não apenas transpassá-los cortando caminho nas quadras para alcançar ruas paralelas?! Sim! Isto é possível graças à implantação de alguns edifícios que ocupam lotes vizinhos, com entrada para ruas diferentes e a criação de espaços abertos e coletivos no térreo.

Mapa de permeabilidade de quadra criada no Conjunto da Universidade Diego Portales, Santiago do Chile
Elaboração Clara Caires

As portas de entrada com balcões de recepção laterais, podem em um primeiro momento intimidar a entrada de um transeunte que desconhece o local. No entanto, ao observar os portões abertos, a ausência de catracas e o ir e vir das pessoas, o transeunte pode romper esta primeira barreira e adentrar de forma livre nos edifícios universitários da UDP, percorrer seus espaços internos e desfrutar dos espaços abertos e coletivos disponíveis.

Entrada do Edifício de Usos Múltiplos, Santiago do Chile
Foto Carla Caires

Dentro dos edifícios, os espaços amplos com iluminação natural criam diversas ambiências para seus usuários. Halls com sofás e mesas, Pátios coletivos de pé-direito elevado cobertos com telhas translucidas ou mesmo descobertos, com bancos se tornam uma ótima opção para conversar ou descansar em ambientes abertos ou intimistas. Além disso, papelaria, estação bancária, restaurantes e lanchonetes apresentam espaços agradáveis e confortáveis para realizar as atividades necessárias ou esperar o tempo passar. Há também os espaços destinados às exposições que estão abertos a visitação pública e muitas vezes colocados no percurso de quem deseja apenas transpassar o edifício, e pode assim parar mesmo que rapidamente para apreciar quadros, fotos ou outras expressões artísticas.

Pátio coberto da Faculdade de Direito, Santiago do Chile
Foto Carla Caires

No dia da visita, o pátio da Faculdade de Arquitetura, Artes e Desenho virou palco das mais diversas intervenções artísticas, grandes elementos retangulares criados pelos alunos ocupavam os cantos do pátio coletivo, intrigando os transeuntes.

Intervenção Artística no Pátio da Faculdade de Arquitetura, Artes e Desenho, Santiago do Chile
Foto Carla Caires

Enquanto a vida coletiva se desenvolve nos diferentes espaços do térreo, os estudantes que estão tendo aulas nos pavimentos superiores acompanham o movimento coletivo das suas janelas e de forma inversa algumas das janelas das salas de aula viram vitrines que permitem que os alunos mostrem um pouco da vida estudantil para os transeuntes do térreo. Esta troca entre distintos usuários se intensifica em alguns outros locais de usos coletivos criados nos edifícios da Universidade Diego Portales, que tem seus pisos/ tetos envidraçados ou porosos, como o restaurante e foyer do auditório no subsolo abaixo de uma área de exposição, ou o terraço com lanchonete sobre outro espaço de exposição.

Tetos translúcidos do Edifício Usos Múltiplos e Biblioteca Nicanor Parra, Santiago do Chile
Foto Carla Caires

Pisos translúcidos do Edifício Usos Múltiplos e Biblioteca Nicanor Parra, Santiago do Chile
Foto Carla Caires

Quase todos os edifícios do Conjunto da Universidade Diego Portales acabam desenvolvendo os espaços coletivos e abertos a qualquer cidadão, no térreo e também nos terraços criados no último pavimento ou sobre os edifícios históricos. Estes terraços além de lanchonetes, apresentam aos seus usuários um espaço livre e uma vista privilegiada dos bairros históricos e até de algumas paisagens mais distantes como a Cordilheira dos Andes.

Vista do terraço da Faculdade de Saúde, Santiago do Chile
Foto Carla Caires

Mesmo se tratando de edifícios de uma instituição privada, o Conjunto da Universidade Diego Portales abre parte de seus espaços para o uso comum de seus usuários e de outros habitantes que desejem usufruir dos mesmos. Mas como disse o autor Manoel Solá-Morales, os espaços coletivos vão além destas denominações públicas ou privadas, mas são locais onde a vida coletiva se desenvolve:

“A riqueza civil e arquitetônica, urbanística e morfológica de uma cidade é a de seus espaços coletivos, a de todos os lugares onde a vida coletiva se desenvolve, se representa e se recorda. E, talvez cada vez mais, cada dia mais, estes são espaços que não são públicos nem privados, senão ambas as coisas. Espaços públicos absorvidos por usos particulares, ou espaços privados que adquirem uma utilização coletiva” (6).

Dessa forma, somando aos poucos espaços públicos existentes no setor, outros espaços privados, mas de uso coletivo foram criados no Conjunto da Universidade Diego Portales. Espaços em que a vida coletiva tem constantemente se desenvolvido e se representado, espaços que impulsionam novos olhares sobre os bairros históricos em que se inserem, e criam em seus usuários novas recordações de seu contexto cultural.

notas

NA – O artigo deriva da dissertação de mestrado “Arquitetura Contemporânea e a requalificação do sítio consolidado: o conjunto edificado do campus da Universidade Diego Portales. Santiago do Chile”, defendido pela autora Carla Caires em 2013 na Universidade Presbiteriana Mackenzie (São Paulo, Brasil) e visita no local em Dezembro/2012.

NE
Este é um artigo sobre um dos três projetos que recebeu menção honrosa na primeira edição do Prêmio Rogelio Salmona, vencido pela obra Escola Projeto Viver, em São Paulo, Brasil, do escritório FGMF Arquitetos. As três menções do prêmio, criado para reconhecer projetos latino-americanos que contemplem arquiteturas que geram espaços abertos e coletivos para a apropriação dos habitantes da cidade, são Campus Urbano Universidade Diego Portales, Santiago, Chile, de Mathias Klotz e Ricardo Abuauad; o Centro Cultural Palácio da Moeda e Praça da Cidadania, Santiago, Chile, de Undurraga e Deves Arquitectos; e o Conjunto Parque dos Desejos, Medellín, Colômbia, de Juan Felipe Uribe de Bedout.

O artigo dá seqüência à série de cinco artigos sobre os cinco projetos brasileiros selecionados para a primeira edição do Prêmio Rogelio Salmona, todos de autoria de Mauro Calliari. Os artigos são os seguintes:

CALLIARI, Mauro. O Parque da Juventude. O poder da ressignificação.Projetos, São Paulo, ano 14, n. 162.03, Vitruvius, jun. 2014 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/14.162/5213>.

CALLIARI, Mauro. Terminal de ônibus da Lapa. Arquiteturizando a infraestrutura. Projetos, São Paulo, ano 14, n. 163.03, Vitruvius, jul. 2014 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/14.163/5252>.

CALLIARI, Mauro. Espaço Viver Melhor – Projeto Viver. A criação de um espaço de uso coletivo a partir de uma escola. Projetos, São Paulo, ano 14, n. 164.01, Vitruvius, ago. 2014 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/14.164/5265>.

CALLIARI, Mauro. Terminal Digital do Ensino, São Caetano do Sul. Um prédio que conversa com a cidade. Projetos, São Paulo, ano 14, n. 164.01, Vitruvius, set. 2014 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/14.165/5303>.

CALLIARI, Mauro. Praça Victor Civita. Um espaço público de qualidade numa antiga área degradada. Projetos, São Paulo, ano 14, n. 163.02, Vitruvius, out. 2014 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/14.166/5354>.

1
Informações sobre o Prêmio Rogelio Salmona e outros artigos publicados sobre os projetos reconhecidos pelo prêmio no contexto latino-americano, podem ser encontradas na publicação “FGMF ganha Prêmio Rogelio Salmona” em http://www.vitruvius.com.br/jornal/news/read/2040.

2
Informações sobre os projetos arquitetônicos desenvolvidos pelo Arquiteto Mathias Klotz podem ser encontradas no website do arquiteto: www.mathiasklotz.com.

3
Informações sobre os projeto da Faculdade de Arquitetura Artes e Desenho, realizado pelo arquiteto Ricardo Abuauad pode ser encontrada no website do arquiteto: www.ricardoabuauad.cl.

4
Informações sobre o projeto da Faculdade de Direito, realizado pelos arquitetos Renzo Alvano e Pablo Riquelme pode ser encontrada no website do escritório dos arquitetos A+R: www.alvanoyriquelme.cl.

5
Informações sobre os edifícios da infraestrutura da Universidade Diego Portales que estão sendo desenvolvidos nos últimos anos podem ser encontradas no website da universidade: www.udp.cl.

6
SOLÀ-MORALES, Manoel de. De Cosas Urbanas. Barcelona: Gustavo Gili, 2008, p.188- Tradução do autor.

sobre a autora

Carla Caires é arquiteta e urbanista pela Universidade Estadual de Londrina – UEL (2007), mestre em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2014). Atualmente é professora do Curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário Filadélfia em Londrina – UNIFIL.

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