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Texto curatorial de Zeuler Lima para a exposição Lina Bo Bardi na Linha do Tempo, em exibição na Escola da Cidade, São Paulo, de 04 a 30 de novembro de 2016.

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LIMA, Zeuler. Lina Bo Bardi e a arquitetura do quotidiano. Sobre a exposição na Escola da Cidade. Resenhas Online, São Paulo, ano 16, n. 179.07, Vitruvius, nov. 2016 <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/resenhasonline/16.179/6298>.


Em abril de 1989, Lina Bo Bardi foi homenageada, pela primeira vez, com uma exposição sobre seus projetos. Ela tinha 74 anos. A FAU USP – mesma escola que, três décadas antes, havia negado a ela um cargo de professor permanente – apresentava seu trabalho ao público. Em destaque, encontrava-se a sua proposta para a revitalização urbana do centro histórico de Salvador logo após a conclusão de sua colaboração com o Sesc Pompeia.

Este fato tardio na sua carreira mostra como é recente o reconhecimento de sua longa e prolífica atividade como projetista, tanto no Brasil como, mais recentemente, pelo mundo afora. Sua trajetória começou com a sua formação em Roma, onde nasceu em 1914, e amadureceu no Brasil, país de sua declarada cidadania, para onde se mudou em 1946 e trabalhou até a sua morte em 1992.

Residência Lina Bo Bardi (Casa de Vidro), Bairro Morumbi, São Paulo, 1949. Arquiteta Lina Bo Bardi
Foto Nelson Kon

Coroando a exposição na Universidade de São Paulo, ela conferiu sua última palestra, uma rara aparição pública. Foi aquela também a primeira vez que grande parte do público jovem presente a via pessoalmente.

Lina chegou tarde ao evento. Uma grande multidão conversava com uma certa impaciência no auditório iluminado. Limitada fisicamente por sofrer de artrite, ela desceu lentamente pelas rampas da faculdade até o auditório e entrou pela porta lateral direita, subindo vagarosamente os degraus até o palco. Lá, os convidados a acolheram à mesa que lhe reservava o lugar central. Ao começar a falar ao microfone com seu português italianizado, o público silenciou.

Casa Olodum, Salvador, 1988-1989. Arquiteta Lina Bo Bardi
Foto Nelson Kon

Embora fragmentada, sua apresentação foi franca e com elementos da sua formação intelectual italiana e de sua visão prática. Sua preocupação central era com a educação e crítica arquitetônicas contemporâneas. Talvez para alfinetar o dogmatismo que havia impedido seu trabalho de ter sido aceito e valorizado entre os arquitetos modernos brasileiros – inclusive dentro da FAU USP, ela não perdeu a oportunidade de falar contra uma tradição formalista que remonta ao Iluminismo e ao Renascimento, um "conjunto de regras clássicas que vão ser codificados através de livros e através da erudição" (1).

"Eu não diria que essas regras são perigosas como pensava Gropius", ela alertou, "mas elas podem atrapalhar, quando não historicamente compreendidas, a educação criativa do arquiteto”. Em vez disso, ela sugeriu, "é necessário considerar o passado como o presente histórico, ainda vivo," e "criar um outro presente verdadeiro" que não podia ser encontrado em livros ou em discursos ideológicos. Ela oferecia um conselho para jovens arquitetos: "quando se projeta, mesmo como aluno, é importante fazer uma obra que sirva, que tenha uma conotação de uso, de aproveitamento. É preciso que essa obra não caia do céu sobre os seus habitantes, mas que expresse uma necessidade". Em conclusão, ela disse: "Você sempre procura o objeto ideal, decente, que possa ser definido pelo termo antigo de beleza" (2).

Solar do Unhão, Salvador, 1962-1963. Arquiteta Lina Bo Bardi
Foto Nelson Kon

Lina Bo Bardi, em seguida, agradeceu às observações do público. Ela deixou claro, um tanto romanticamente, que não tinha um escritório, trabalhava noite adentro e passava os dias na obra, onde “a colaboração entre todos os profissionais é total”. Quando perguntada sobre como criar uma pedagogia profissional em que arquitetos pudessem servir a todas as pessoas, e não apenas as classes abastadas, sua resposta foi contundente: “A pergunta é bonita, mas um pouco ingênua. O arquiteto, assim como outros profissionais, depende da estrutura socioeconônica do país. Para mudar, é preciso fazer a revolução”. Ainda assim, ela reconheceu o idealismo da questão, dizendo que era uma pergunta “muito bonita, digna de um ser humano, de uma pessoa verdadeira”. E validando a sua escolha pessoal, ela acrescentou: “Eu, particularmente, nunca trabalhei para a classe rica” (3).

Museu de Arte de São Paulo – Masp, São Paulo, 1957-1969. Arquiteta Lina Bo Bardi
Foto Nelson Kon

À medida em que continuou sua palestra, Lina Bo Bardi ofereceu aspectos de sua vida que revelavam sua controversa visão política. Em resposta a uma pergunta sobre como navegar entre os dilemas entre democracia e autoritarismo, socialismo e capitalismo, e entre iniciativas privadas e públicas, ela respondeu: “No Brasil, eu sempre fiz tudo o que quis”. E acrescentou: “Nunca tive entraves, nem por ser mulher. É por isso que eu digo que sou estalinista e antifeminista”. Esse tipo de provocação ambígua, que ela não explicou e que acabou fazendo parte dos rumores em torno da sua figura e até mesmo publicados na imprensa, contribuiu para a mitologia pessoal que ela ajudou a cultivar sem hesitação. Talvez poucos na plateia tenham entendido que ela considerava Stalin como um herói na libertação da Itália do fascismo, ou que se opunha ao feminismo de segunda geração, do movimento de libertação das mulheres, por considera-lo como uma disputa burguesa. Na realidade, ela admirava a geração anterior de feministas que havia lutado por direitos sociais de igualdade, mantendo que, entre as classes mais pobres, as mulheres sempre haviam lutado lado a lado com os homens.

Casa Valéria Cirell, São Paulo, 1957-1958. Arquiteta Lina Bo Bardi
Foto Nelson Kon

Quando a conversa terminou, os convidados presentes no palco, que incluíam o arquiteto Marcelo C. Ferraz e o compositor Gilberto Gil, então secretário de cultura de Salvador, se levantaram e a aplaudiram com entusiasmo, seguidos pelo público. Lina Bo Bardi permaneceu sentada. As palmas preencheram todo o espaço e ecoaram nas paredes de concreto do auditório. Ela cruzou os braços e os apertou contra o peito, descansando os cotovelos sobre as folhas de papel empilhadas sobre a mesa. Tinha sido esta a mesma postura de alguns anos antes, quando ela havia apresentado as suas propostas para o bairro histórico do Pelourinho aos administradores da prefeitura de Salvador. Naquele encontro, ela havia sentado de braços cruzados, cobrindo os desenhos que havia preparado e ouvindo os discursos políticos dos funcionários. Quando eles terminaram, ela se levantou e lhes disse categoricamente que as ideias deles sobre arquitetura eram um engano e empurrou seus desenhos coloridos para o centro da mesa, afirmando que era assim que deveria ser feito (4). No entanto, no final de sua palestra na FAU USP, ela permaneceu em silêncio.

Igreja Espírito Santo do Cerrado, Uberlândia, 1976-1982. Arquiteta Lina Bo Bardi
Foto Nelson Kon

O público finalmente deixou o auditório para visitar a exposição no Salão Caramelo da faculdade, que revelava os métodos de uma projetista que nutria uma abordagem inclusiva da arquitetura e a praticava em conformidade com esta visão, com incursões em diversos campos de ação e de conhecimento. Lina Bo Bardi associava a prática da arquitetura com a da cultura cotidiana, com o teatro da vida. Ela era contrária à ideia de que o ensino de arquitetura e design se resumisse meramente à resolução de problemas. Os arquitetos, ela acreditava, não precisariam saber como resolver tudo. Eles deveriam saber como pensar de forma inovadora sobre onde procurar soluções. Acima de tudo, ela acredita que os arquitetos deveriam basear as suas escolhas na busca da liberdade coletiva e da solidariedade em vez de promover competição.

A exposição na FAU USP de 1989 apresentava alguns de seus móveis e uma seleção de sua obra arquitetônica, de seu primeiro projeto construído, a sua própria casa no Morumbi, concluída em 1952, à sua última obra (parcialmente realizada), o projeto para a Prefeitura de São Paulo para o Palácio das Indústrias em 1992. Aquela seletiva, porém significativa, coleção de objetos, desenhos e fotografias fornecia apenas uma pequena amostra do seu trabalho vasto e original. A obra completa de Lina Bo Bardi – que muitas vezes não saiu do papel – emergiu da trajetória prolífica e por vezes tortuosa e descontínua que ela traçou como arquiteta, desenhista, ilustradora, ensaísta, editora e curadora – inicialmente em Roma e Milão, e depois em São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro. Quase três décadas depois daquela exposição, seu legado começa a ser compreendido mais claramente. Ele começa, num momento em que a arquitetura passa por uma crise deixada pela estetização do mercado financeiro, a fornecer alternativas concretas à revalorização de questões éticas e políticas que ela considerava como o núcleo esquecido da modernidade arquitetônica.

Sesc Pompeia, Oficinas, São Paulo, 1977-1986. Arquiteta Lina Bo Bardi
Foto Nelson Kon

Ao longo de sua carreira, Lina Bo Bardi testemunhou transformações culturais e econômicas significativas marcadas por fortes tensões políticas e realidades sociais desiguais. Quando ela se formou na faculdade de arquitetura de Roma, em 1939, a arquitetura moderna italiana estava em crise e a Itália estava prestes a entrar na Segunda Guerra Mundial. Ela saiu de Roma e seguiu seu colega milanês Carlo Pagani para a Lombardia, na época uma das regiões de maior desenvolvimento no país. Longe do que descreveu como o ambiente viciado da capital, ela recebeu sua segunda formação profissional em Milão, onde trabalhou como ilustradora e editora autônoma, engajando-se nas tentativas de sua geração para criar alternativas construtivas e humanizar o propósito da prática de projeto em meio à enorme devastação física, social e moral.

Em 1946, ela decidiu impulsivamente por casar-se com o jornalista e influente galerista Pietro Maria Bardi e acompanhá-lo em um empreendimento comercial para vender sua coleção de arte na América do Sul. Eles não tinham a intenção de deixar a Itália permanentemente, mas, no Novo Mundo, encontraram um ambiente rico em oportunidades propício às aspirações da jovem arquiteta. Alguns meses depois de sua chegada ao Brasil, o casal se mudou do Rio de Janeiro para São Paulo, tornando-se responsável pela criação do Masp em 1948, que logo se estabeleceu, juntamente com a revista Habitat e o Instituto de Arte Contemporânea, como uma potência para a renovação e difusão da cultura moderna no Brasil.

Teatro Oficina, São Paulo, 1984-1993. Arquitetos Lina Bo Bardi e Edson Elito
Foto Nelson Kon

A primeira década de Lina Bo Bardi em São Paulo foi o trampolim para uma carreira independente que amadureceu especialmente depois que ela deixou a sombra do marido para se tornar diretora artística do Museu de Arte Moderna da Bahia em Salvador em 1958. No Nordeste, lugar que a fascinou até ao final da vida, ela negociou suas identidades e afinidades pessoais e culturais e amadureceu sua visão como arquiteta e como intelectual público. As oportunidades de renovação que Lina Bo Bardi encontrou nesta região, então remota e arcaica, ofereceu um contexto estimulante e novas parcerias para a materialização da sua procura constante pela expressão autêntica do desenho industrial e da arquitetura com a tentativa de criação de uma escola de desenho industrial baseado em práticas quotidianas e populares. No entanto, conflitos pessoais e políticos a impediram de trabalhar em Salvador após o golpe de 1964, quando foi instaurado o regime militar, deixando parte de seus planos incompletos.

Casa do Benin na Bahia, Salvador, 1987-1989. Arquiteta Lina Bo Bardi
Foto Nelson Kon

De volta a São Paulo, decepcionada e aborrecida, Lina Bo Bardi procurou novas alternativas de trabalho. Ela se ocupou, num primeiro momento, do projeto para a sede permanente do Masp na avenida Paulista, cuja obra foi concluída em 1968. Nesse meio tempo, ela procurou desenvolver projetos no Rio de Janeiro, cidade pela qual ela não escondia preferência em relação a São Paulo. Nos anos seguintes, um dos períodos mais difíceis da história recente do Brasil, e de acordo com os movimentos de vanguarda no país na época, suas posições políticas e estéticas se radicalizaram, transformando sua relação com a arquitetura.

Em meados da década de 1970, Lina Bo Bardi se envolveu em produções de teatro e projetos experimentais, o que a levou a contribuições inusitadas de projeto que emanciparam sua visão arquitetônica, capaz de criar obras como a Igreja do Espírito Santo do Cerrado, em Uberlândia, o Sesc Pompeia, em São Paulo, e os seus projetos para a revitalização do distrito histórico do Pelourinho, em Salvador. Estas obras, que se prolongaram até o final dos 1980s demonstram que sua capacidade de renovação durou até o final de sua vida, enquanto a arquitetura brasileira e a internacional lutavam com profundas crises conceituais e ideológicas desde o fim da Segunda Guerra Mundial. “Apesar de os grandes anos terem terminado”, declarou ela na palestra da FAU USP, “eu continuo a trabalhar (5).

Ladeira da Misericórdia, Salvador, 1987-1989. Arquiteta Lina Bo Bardi
Foto Nelson Kon

E o trabalho que ela deixou desse período é significativo. Os projetos e os escritos de Lina Bo Bardi são perspicazes e envolventes, assim como são ambivalentes e idiossincráticos e não podem ser facilmente enquadrados dentro uma estrutura estética convencional. Ela procurou o que chamou de “ideias fortes” de projeto e empregou um vocabulário formal simples, mas sua produção não foi sistemática. Embora menos de 20 de seus projetos de arquitetura tenham sido construídos, não se deve esquecer de que eles foram concebidos em comunicação direta com os muitos outros tipos de projeto que ela desenvolveu. E deve-se também lembrar de que seu significado social e conceitual é tão amplo quanto profundo. Seu trabalho foi baseado na experimentação e no laborioso processo de desenvolvimento e materialização de programas que alimentaram a vida coletiva, mais do que no desejo de produzir uma carreira profissional coerente. Ela convidava aqueles que lessem seus artigos, que estivessem presentes às suas palestras ou tivessem a experiência dos espaços que ela projetou para considerar "a arquitetura não como obra construída, mas como possíveis modos de ser e de enfrentar situações” (6). Acima de tudo, ela se dedicou a produzir um trabalho que envolvesse como as pessoas vivem.

Teatro Gregório de Mattos, Salvador, 1986. Arquiteta Lina Bo Bardi
Foto Nelson Kon

Lina Bo Bardi foi mais leal ao conceito emancipador da modernidade do que à linguagem abstrata e formal da arquitetura moderna. Seu pensamento e sua prática se situaram no cruzamento de diferentes visões de mundo: entre norte e sul, mundo urbano e o mundo rural, privilégio e privação, modernismo e tradição, passado e presente, abstração e realismo social. Nunca abandonando o início de uma carreira hesitante mas ambiciosa na Itália, ela venho a desenvolver sua maturidade profissional e intelectual no Brasil, especialmente no Nordeste, onde ela “aprend[eu] que a beleza, a proporção, todas essas coisas não são importantes” (7).

A trajetória de sua vida não explica o seu trabalho, mas ela o tornou possível. Lina Bo Bardi se manteve fiel, ao longo de sua distintiva carreira, a um processo de auto-renovação apesar (ou talvez por causa) dos meios descontínuos que empregou, dos caminhos incomuns que traçou, e das amplas colaborações que abraçou. Segundo declarou a um jornalista em uma entrevista de 1989, feita simultaneamente à exposição na FAU USP: “Eu não me fiz sozinha. Eu sou curiosa e essa qualidade amplia os meus horizontes”. Sem hesitar, ela acrescentou: “Eu sou, de certa forma, especial” (8).

notas

NA – Este ensaio é uma tradução adaptada do prólogo do livro “Lina Bo Bardi” publicado pelo autor pela Yale University Press, 2013 para apresentação da exposição “Lina Bo Bardi: Na Linha do Tempo” organizada por Zeuler R. Lima em mostra na Escola da Cidade, novembro-dezembro de 2016.

NE – Texto curatorial da exposição Lina Bo Bardi na Linha do Tempo. Curadoria de Zeuler Lima, Escola da Cidade, São Paulo, de 04 a 30 de novembro de 2016.

1
Lina Bo Bardi, Palestra na FAU USP, 14 de abril de 1989, transcrição, Instituto Lina Bo e P. M. Bardi, p. 5.

2
Idem, p. 6-7.

3
Idem, p. 7-8.

4
Marcelo Carvalho Ferraz, entrevista realizada em São Paulo, 4 de agosto de 2006.

5
Lina Bo Bardi, entrevista a Silvio Giannini em “Mostra reúne pela primeira vez obra de Lina Bo Bardi”, Folha de São Paulo (10 de abril de 1989), p. E8, Instituto Lina Bo e P. M. Bardi.

6
Lina Bo Bardi, “Arquitetura como Movimento”, notas para palestra na Escola de Dança, Salvador, agosto de 1958, Instituto Lina Bo e P. M. Bardi.

7
Lina Bo Bardi, entrevista a Silvio Giannini, p. E9.

8
Lina Bo Bardi, entrevista a Silvio Giannini, p. E9.

sobre o autor

Zeuler Lima é arquiteto, paisagista e urbanista com graduação, mestrado e doutorado em arquitetura pela Universidade de São Paulo (USP), e pós-doutorado em literatura comparada pela Columbia University, Estados Unidos. Atualmente é professor associado na Sam Fox School, da Washington University em Saint Louis (EUA). Foi professor e pesquisador na USP, na Schools of Architecture em Grenoble e Saint-Étienne, França, na University of Michigan, e na Columbia University, ambas nos Estados Unidos. É autor da biografia Lina Bo Bardi (Yale University Press, 2013) e já participou de diversos comitês consultivos curatoriais no Museum of Modern Art (Nova York, Estados Unidos), no Museu da Casa Brasileira (São Paulo), no Los Angeles County Museum of Art (Los Angeles, Estados Unidos), no Architekturmuseum (Munique, Alemanha) e no Johann Jacobs Museum (Zurich, Alemanha).

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