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Abilio Guerra comenta o lançamento de Abrahão Sanovicz, arquiteto, livro de Helena Ayoub, coedição da Romano Guerra Editora e Instituto Bardi, com apoio de fomento do CAU/SP, ocorrido no IAB/SP no dia 22 de agosto de 2017.

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GUERRA, Abilio. Abrahão Sanovicz, arquiteto. Lançamento de livro de Helena Ayoub no IAB/SP. Resenhas Online, São Paulo, ano 17, n. 188.03, Vitruvius, ago. 2017 <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/resenhasonline/17.188/6657>.


No dia 22 de agosto de 2017, das 19h às 23h, aconteceu o lançamento do livro Abrahão Sanovicz, arquiteto, autoria de Helena Ayoub Silva e segundo título da série Arquitetura Brasileira, uma parceria da Romano Guerra e Instituto Bardi, com coordenação de Abilio Guerra, Silvana Romano e Renato Anelli.

Às 18h20, quarenta minutos antes do início oficial do evento, a arquiteta Camila Cabrini – que entraria em aula na Escola da Cidade às 19h – com o espaço do IAB/SP ainda vazio e tendo como testemunha o incrível móbile “Viúva Negra”, de Alexander Calder, ganhou a primeira dedicatória dada pela autora Helena Ayoub Silva, a estrela da noite. Camila não foi a única a se adiantar. Logo a seguir foi a vez do arquiteto e professor Fernando Viégas, seguido de alguns alunos. Daí em diante fica muito difícil recordar a ordem de chegada de arquitetos, professores, alunos, pesquisadores, funcionários de instituições diversas, amigos da autora e dos editores, familiares de Abrahão Sanovicz, moradores dos edifícios projetados pelo arquiteto homenageado, não apenas os localizados em bairros nobres, mas também do conjunto habitacional de interesse social Celso dos Santos, próximo à represa Guarapiranga.

Helena Ayoub e Camila Fabrini, primeiro autógrafo presenciado pela “Viúva Negra” de Alexander Calder, festa de lançamento do livro “Abrahão Sanovicz, arquiteto”, IAB/SP, 22 ago. 2017
Foto Abilio Guerra

No dia anterior eu havia feito em rede social um convite bem humorado ao amigo facebookiano: “você está convocado a pegar gorro, cachecol, casaco, sobretudo ou guarda-chuva e rumar para o IAB/SP para o lançamento do livro Abrahão Sanovicz, arquiteto, de Leninha Ayoub. Pode chegar às 19h em ponto, às 20h, às 21h30, mas não depois das 22h pois todo mundo vai estar muito alegre e você não vai entender nada. Venha comprar o livro! Se não puder comprar, venha conversar! Se não quiser conversar, venha comer um pão de linguiça e beber uma cervejinha!” Foi um vaticínio acertado, pois com exceção da chuva – São Pedro deu uma trégua e colaborou para uma noite quase perfeita – o restante ocorreu como o evocado no convite: gente encapotada e sorridente, conversas sem fim, gentilezas e confraternização. Quem chegou tarde encontrou gente muito alegre e algo para beber, mas do pão de linguiça não sentiu nem o cheiro...

Com a festa já animada aconteceu uma interrupção, a autora suspendeu os autógrafos e algumas pessoas se pronunciaram sobre a efeméride. Fernando Túlio Salva Rocha Franco, presidente do IAB/SP deu as boas vindas. Renato Anelli, representando o Instituto Bardi, comentou a importância da série Arquitetura Brasileira. Falando pela Romano Guerra Editora, destaquei o caráter coletivo da produção de um livro. Gilberto Belleza, presidente do CAU/SP, demonstrou seu orgulho do fomento cultural da instituição que dirige, que tem resultado em livros e eventos relevantes. Eduardo de Almeida, orientador da tese de doutorado que originou o livro, e Edson Elito, sócio por uma década de Abrahão Sanovicz, autores do prefácio e posfácio do livro, se emocionaram e nos emocionaram ao falar com saudades do amigo falecido em 1999. Helena Ayoub encerrou a série com fala curta, expressando sua alegria e emoção diante do desejo realizado.

Durante minha fala agradeci em especial as bibliotecárias da FAU USP – representadas na noite por Eliana de Azevedo Marques –, que ao nos facilitar o contato com os acervos de arquitetos se tornaram parceiras na aventura de documentar a arquitetura moderna paulista. Não me esqueci de Dona Diva, Roberto, Marcelo, Eduardo, Fernanda e outros membros da família Sanovicz, que nos abriram o acervo familiar e nos brindaram com outras gentilezas, como ilustração e abertura da casa para ensaio fotográfico. Agradeci o IABsp e elogiei sua diretoria, com muita gente jovem e dinâmica, que tem contagiado a todos pela disposição, energia e inventividade que tem renovado a atuação da instituição. E aproveito para agora agradecer de forma mais enfática Fernando Tulio, Marco Artigas e Claudia Levy, com quem tivemos maior contato – e os funcionários Dona Daya, Ary e Emerson, que carregam consigo a memória do instituto. Nervoso, me esqueci de mencionar o quanto a autora Helena Ayoub Silva foi, durante tantos meses de trabalho, uma parceira ponta firme. E com a missão de encurtar ao máximo meu discurso, agradeci de forma genérica a equipe de produção, mas reproduzo a “cola” que não tive a oportunidade de ler:

“Nossa equipe trabalhou com afinco, cada qual em sua especialidade. Juliana Kuperman, minha parceira na preparação do texto e adequação da tese para o livro que chegou à vigésima versão. Fernanda Critelli, na assistência editorial e na pesquisa super-criteriosa. Nelson Kon, com os maravilhosos ensaios fotográficos e na pré-impressão, auxiliado por Rafaela Netto. Marise de Chirico, que fez um projeto gráfico lindo, auxiliada por Olivia Bartolomei na diagramação. Eloisa Mara, do Instituto Bardi, com a gestão do projeto junto ao CAU/SP. Os Irmãos Guerra, nos filmes de divulgação do livro. Fabiana Perazolo, auxiliar importante de Silvana Romano na organização do evento”.

Conversei e não conversei com tanta gente! Estavam lá professores do Mackenzie, USP, Escola da Cidade, São Judas, PUC-Campinas, Belas Artes e outras escolas, arquitetos da rua General Jardim e da avenida Berrini, amigos de tantos anos, colegas que não conhecia pessoalmente, alunos e ex-alunos de graduação e pós-graduação, jovens que trabalharam no Vitruvius na Romano Guerra. E o final da noite não poderia ser melhor: comi um sanduíche ao lado de Silvana Romano – parceira na realização deste e tantos outros livros - acompanhado de Caio Guerra, meu filho, Daniel Hamburger, amigo do meu filho e quase filho, Fabiana Perazolo, nossa estagiária, e quatro orientandos: Fernanda Critelli, André Marques, Fausto Sombra e Felipe Rodrigues.

Obrigado a todos.

sobre o autor

Abilio Guerra é professor de graduação e pós-graduação da FAU Mackenzie e editor, com Silvana Romano Santos, do portal Vitruvius e da Romano Guerra Editora.

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resenha do livro

Abrahão Sanovicz, arquiteto

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Abrahão Sanovicz, arquiteto

Helena Ayoub Silva

2017

188.03 evento
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188

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