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architexts ISSN 1809-6298


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Neste artigo, Francisco Lauande busca identificar o comprometimento ético no processo de produção da arquitetura, através de dois eixos de raciocínio, a temporalidade individual e a temporalidade social


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LAUANDE, Francisco. Dois pressupostos de uma ética na produção da arquitetura como obra de arte: algumas considerações. Arquitextos, São Paulo, ano 08, n. 086.06, Vitruvius, jul. 2007 <https://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/08.086/233>.

“Pensamentos sem conteúdo são vazios. Intuições sem conceito são cegas" Kant

Este artigo tem como objetivo principal exprimir considerações sobre alguns princípios éticos intrínsecos ao processo de produção da arquitetura como obra de arte. Desvinculando-se de qualquer sentido metafísico, o sentimento não será o núcleo de discussão tampouco como elemento essencial na percepção ou entendimento da arquitetura. Buscar-se-á identificar o comprometimento ético que a arquitetura assumi como uma área do conhecimento co-substanciada, fundamentalmente, pelas relações sociais e suas dicotomias. O arquiteto será tratado como um ente investido do comprometimento humanista e incumbido, através do seu trabalho, de traduzir ou materializar o que é imanente do indivíduo como ser que se forma enquanto ser biocultural. Sendo assim, dois eixos de raciocínio foram traçados: a temporalidade individual e a temporalidade social, que serão desenvolvidos a seguir.

A temporalidade individual

Freud, ao lançar os fundamentos da psicanálise, proporcionou uma nova dimensão de entendimento do cérebro: o seu exercício psíquico. Surge então, o que poderia ser traduzido como sendo a temporalidade individual que não é um tempo real e sim, um tempo natural construído ao longo da vida do homem. Por intermédio da linguagem, suas experiências pessoais impregnadas no inconsciente revelam-se pela associação de idéias, pensamentos, sentimentos. Tal capacidade que transcende às relações sociais. Em congruência com a utopia antropocentrista moderna, a psicanálise fortalece a dimensão da unicidade, da indivisibilidade, da autodeterminação que o homem tem. Ele não mais se vê atrelado a um destino pré-determinado e imutável e incorpora a capacidade de construção tanto quanto de sua própria história como da história coletiva.

“O psíquico pressupõe uma parte de subjetividade quanto à sua forma, mas uma outra de objetividade quanto ao seu conteúdo social” (1).

Jung que acreditava na individuação como uma característica inerente à natureza humana, representou através da bússola da psique as suas quatro funções: Sensação, Pensamento, Intuição, Sentimento. Instrumento que nos possibilita compreender melhor o mecanismo de transição do universo do inconsciente para a consciência: a ação. O conceito de arquétipo criado por Jung nos possibilitou ainda a identificação dos fatores e motivos que coordenam elementos psíquicos no sentido de determinadas imagens, que conformam o mundo cognitivo do indivíduo. No universo da cognição estarão registradas, de forma acumulativa, as experiências resultantes da vivência do homem no mundo. O signo – uma convenção – assume a função de instrumento de comunicação entre os indivíduos; enquanto o símbolo é o próprio sentido, que o homem busca como forma de determinar uma ordem e sentido aos acontecimentos e ao próprio o mundo. Jung descreveu assim sua casa construída na Suíça:

“Durante os primeiros trabalhos, o plano modificou-se, por me parecer demasiado primitivo. Compreendi que era necessário construir uma verdadeira casa de dois andares e não apenas uma cabana de chão batido. Foi assim que nasceu, em 1923, a primeira casa de plano circular. Uma vez construída, vi que se tornara uma habitação em forma de torre. [....] Desde o início, a torre foi para mim um lugar de amadurecimento – um seio materno ou uma forma materna na qual podia ser de novo como sou, como era e como serei. A torre dava-me a impressão de que eu renascia na pedra. Nela via a realização do que, antes, era um vago pressentimento: uma representação da individuação” (2).

Na convivência dentro do núcleo familiar estão as primeiras formas de percepção do mundo pelo indivíduo. Nos primeiros estágios da vida humana as funções sensoriais, ainda dispostas ao acaso, são o principal canal de comunicação do homem com o que está a sua volta. Através do corpo e sua capacidade intelectiva, condutas e comportamentos serão aprendidas e apreendidas pela criança através das experiências corporais: individuais ou de forma analógica com os com ela interagem e a estimulam, na qualidade de sujeitos psicofísicos. As referências comportamentais de outrem, portanto, são o primeiro objeto cultural do homem.

“Sinto o meu corpo como potência de certas condutas e de um certo mundo, sou dado a mim mesmo como um certo poder sobre o mundo; ora, é justamente meu corpo que percebe o corpo de outrem, e ele encontra ali como que um prolongamento miraculoso de suas próprias intenções, uma maneira familiar de tratar o mundo [....] o corpo de outrem e o meu são um único todo, o verso e o reverso de um único fenômeno, e a existência anônima da qual meu corpo é a cada momento o rastro habita doravante estes dois corpos ao mesmo tempo” (3).

Para Merlau-Ponty, na transição das ações meramente instintivas para a ação movida pela consciência, sensível e intelectual, o indivíduo encontra na linguagem a continuidade do processo de percepção dos que o cercam. O homem, a partir de determinado momento de sua vida (entre os dez e doze anos de idade), passa a construir sua objetividade pela capacidade de julgamento. A linguagem, como um outro objeto cultural, surgirá, então, como instrumento para posicioná-lo no mesmo mundo de outrem, fazendo-o entender o sentido de coexistência. Ao sentir-se partícipe de uma estrutura social ativa, estará começando aí, a verdadeira existência do indivíduo, em nível individual tanto quanto no nível social.

“Na experiência do diálogo , constitui-se um terreno comum entre outrem e mim, meu pensamento e o seu formam um só tecido, meus ditos e aqueles do interlocutor são reclamados pelo estado de discussão, eles se inserem em uma operação comum da qual nenhum de nós é o criador. [....] outrem não é mais para mim um simples comportamento em meu campo transcendental, aliás nem eu no seu, nós somos, um para o outro, colaboradores de uma reciprocidade perfeita, nossas perspectivas escorregam uma na outra , nós coexistimos através de um mesmo mundo” (4)

A casa é a unidade física primária onde se inicia a totalidade da formação biocultural do ser humano. Nela terão lugar as suas experiências perceptivas iniciais e, entra estas, está a própria espacialidade. Frank Svensson utiliza a expressão que Karl Marx retirou do latim: locus standi ou “o lugar em que se está” como uma forma de entendimento da arquitetura. De acordo com esse conceito, ela é mais do que a organização de espaços efetuada para dar ao edifício o caráter utilitário e toma o seu sentido pleno através do fenômeno da espacialidade – o homem no espaço transforma-se e por ele é transformado. A percepção do espaço (física e sensorial) combinada com as transformações biológicas e emocionais do indivíduo formará, irremediavelmente, a base da estrutura psicofísica do indivíduo. A casa incorpora, então, inelutavelmente, um sentido simbólico primário – o primeiro sentido de localidade do homem no mundo. Não é por menos que o projeto da casa tenha também uma importância na trajetória da produção de um arquiteto. A casa é o exemplo mais importante de que a arquitetura é matéria e sonho na mesma medida.

“A configuração casa representa um invólucro delimitador entre o público e o privado, pois nos leva a um interior, representando a necessidade de estarmos situados. Adverte-se assim que a casa relaciona-se intimamente com o homem, pois sua configuração é dependente da situação e do modo de vida de seu habitante e quando este lhe infunde seu hálito vital e a transforma em algo próprio e pessoal, ela pode assumir uma dimensão simbólica” (5).

Ao contrário de outras formas de expressão artísticas, a produção da arquitetura começa com uma relação recíproca e horizontal entre o Sujeito-criador (arquiteto) e o Sujeito-não-criador (aquele que encomenda o espaço para utilizá-lo ou não). Ambos tomam sobre si a responsabilidade de uma reflexão sobre a relação entre espaço e a existência humana como forma de dar sentido as suas experiências prévias e futuras de espacialidade. Como resultado, serão produzidos substratos culturais formadoras de um repertório de tradições respaldadas tanto, além do âmbito social, no campo de ação individual. Ao arquiteto, como conseqüência, não cabe a postura do artista e criador absoluto. Seu primeiro desafio ético será o de incorporar como essência de sua obra o próprio indivíduo – portador de desejos próprios e capacidade de individuar-se e, eventualmente, transformar-se. Ao longo do processo de produção da obra arquitetônica, a subjetividade do arquiteto revelar-se-á na medida em que o que for imperativo, oriundo das demandas de ordem individual, seja respeitado, traduzido, e finalmente, suprido.

Temporalidade social

Frank Svensson, em sua obra “Arquitetura, criação e necessidade“, aponta para a temporalidade social com outro fator fundamental tanto para a produção da arquitetura quanto para o seu entendimento. Partindo das dialéticas histórica e material ela pressupõe a existência do princípio de que o homem forma-se e transforma-se através de suas atividades. As relações sociais, por sua vez, estariam sujeitas ao movimento dinâmico e permanente da construção da história. A vida social do indivíduo não elimina a sua capacidade de autodeterminação, conquanto coloca-o em constante confronto com os limites determinados pelas estruturas socioeconômicas e suas convenções, que caracterizam o seu tempo. As formas de produção social, portanto, são os núcleos geradores de tudo. Como apregoa Svensson, não se pode atribuir um universo interior do indivíduo, que existiria independente do mundo social e material (sic). Mais à frente, ele expõe:

“se conhecemos as múltiplas relações espaciais e temporais entre as coisas e os sistemas materiais e assim, sua dependência para com a organização que as estrutura, suas relações e formas de movimento, podemos também compreender e reconhecer a constituição objetiva dos lugares para entendê-los arquitetonicamente” (6).

A percepção dos valores estéticos da arquitetura é um fenômeno que encontra na experiência de caráter puramente volitivo apenas uma de suas formas. A sua plenitude está, inelutavelmente, atrelada à consciência do homem cuja formação extrapola a compreensão das dimensões e proporções numéricas convencionadas. Ela é resultado da consolidação e síntese da cultura construída ao longo da história. Partindo de relações sociais pré-determinadas, o homem relaciona-se com as coisas e as transforma em objetos. Em outras palavras, é quando as coisas incorporam um sentido e identidade coletiva. Sendo assim, a manifestação arquitetônica como outras atividades humanas, deve ser entendida como produto de substância social. As ralações sociais têm, como afirma Svensson, um conteúdo artístico intrínseco. Cabe ao arquiteto desvendá-lo e interpretá-lo de forma crítica.

“Não conseguimos apreender a vida das pessoas sem saber o que produzem e o que consomem, se possuem condições de trabalho estável com salário garantido, se vivem em casas confortáveis ou não, por quantos anos vão à escola....a partir dessa base de relações, entre modo de vida e relações de vida, desenvolve-se uma ação recíproca dialética de qualidades, tais como riqueza, liberdade e cultura. Esclarecendo a ação recíproca dessas categorias da totalidade social, conseguimos nos aproximar de uma estética da sociedade” (7).

Utilizando o pensamento de Marilena Chauí no artigo: “Público, privado, despotismo” (8), encontramo-nos envolvidos por um projeto pós-moderno que construiu um reino de desejos e da sensibilidade contraposta às ilusões da objetividade. O homem trocou o temor ao que transcende a sua própria existência pelos apelos imediatistas impostos por um estilo de vida determinado pelos interesses do mercado. A existência de uma cultura pressupõe um esforço coletivo para construí-la. Negligenciá-la, portanto, é esgarçar padrões de convívio ético e limites que nos asseguram a própria liberdade individual. A sociedade dissociada de sua dimensão coletiva estará perigosamente suscetível à contaminação por interesses estranhos internos e externos.

“O conceito de cultura está intimamente ligado às expressões da autenticidade, da integridade e da liberdade. Ela é uma manifestação coletiva que reúne heranças do passado, modos de ser do presente e aspirações, isto é, o delineamento do futuro desejado. Por isso mesmo, tem de ser genuína, isto é, resultar das relações profundas dos homens com o seu meio, sendo por isso o grande cimento que defende as sociedades locais, regionais e nacionais contra as ameaças de deformação ou dissolução de que podem ser vítimas” (9).

Para Svensson, vivenciamos a inércia ou perpetuação do pensamento positivista, que ele identifica como sendo neopositivismo. Mais uma vez, o conhecimento fragmentado é valorizado em detrimento do comprometimento que o homem deve ter com outras formas de expressão social. A arte deve alimentar-se de um conceito crítico dos sistemas como instrumento para tornar-se arte verdadeira, pois são, justamente, os conflitos e as contradições que os alimentam e fomentam conceitos para o trabalho do artista. A consideração dos fatores sociais na produção da obra da arquitetura é, por conseguinte, um importante fator cognitivo que nos torna refratários ao que é apenas aparência e palatável e alheio às coisas do espírito. Quando subjugado pelas imagens, o homem encontra-se, de forma perigosa, próximo da mais completa alienação e desmoralização do pensamento.

“O sensorial é transformado em seu (objeto) contrário, em algo em si mesmo e não é visto como reflexo do real que na verdade o é [....] se realmente queremos compreender a temporalidade da arquitetura e da formação urbana, não podemos nos contentar com as dimensões sensoriais e biológicas que os indivíduos possam ter do tempo. Nossa visão de mundo será falha se não considerar a temporalidade como um fator objetivo” (10).

A temporalidade social, como a temporalidade individual, determina uma relação recíproca e em um sentido horizontal entre Sujeito-criador e Sujeito-não-criador. A diferença encontra-se no envolvimento de ambos em referências culturais condicionantes. É ao assumir a temporalidade social como fator da produção da arquitetura que o arquiteto assume o papel de agente humanista capaz de admoestar os sistemas que se alimentam do preceito leviano que coloca em jogo a capacidade de transformação do homem e do seu destino individual e coletivo. Faz parte das responsabilidades do arquiteto opor-se à estagnação da cultura e ao que se constituir em óbice para o desenvolvimento da natureza humana. Ele depara-se, portanto, com o segundo desafio ético ao envolver-se e buscar na paradoxal relação entre os interesses individuais e coletivos o equilíbrio.

À guisa de conclusão

As várias fases da história podem ser caracterizadas pelo nível de complexidade das relações sociais. A constante estratificação das atividades humanas gera o confronto de novos interesses entre grupos que necessitarão, por sua vez, de novas formas de intermediação dos conflitos sociais que emergirão de uma outra realidade que se apresenta. Paradigmas temporais morais e éticos revelam-se e configuram outras ameaças à convivência humana.

“Os interesses do homem como indivíduo nem sempre coincidem com os interesses desse mesmo homem como ser coletivo; cabe, então, ao urbanista procurar resolver, na medida do possível, esta contradição fundamental” (11).

O sentido de coletividade nos remeterá sempre a uma vinculação conceitual dúbia: conflito e cooperação. A problemática urbana é emblemática como exemplo para a demonstração desta paradoxalidade fundamental. O conceito da cidade, como forma de agrupamento humano, pressupõe uma gradação na complexidade nas relações sociais. Seus conflitos e contradições são o que a sustentam e por intermédio destes que o artista encontra os motivos para a reflexão na produção da arte como forma de reflexão sobre a própria condição humana: materiais e existenciais. A temporalidade da arte deve ser encarada, portanto, como um acontecimento positivo, pois através dela que se abrem caminhos alternativos na busca de novos sentidos e ordem tanto para a existência do próprio homem quanto para as coisas e o mundo.

“É com o futuro que temos que tratar. Pois o passado é o que homem não deveria ter sido. O presente é o que o homem não deve ser. O futuro é o que artistas são” (12).

Os valores estéticos antiéticos, assim como os éticos, traduzem os valores sociais construídos de forma sempre consensual. Eles instalam-se fragilidades e lacunas quando há um distanciamento entre o indivíduo e o arcabouço histórico e cultural. O belo deve ser, por conseguinte, entendido e valorado como o resultado do pensamento e entendimento coletivo nas perspectivas histórica e ontológica. Segundo a visão Kantiana o prazer estético extrapola aquele em que o sujeito experimenta na sua relação com o objeto. O prazer estaria na constatação pelo indivíduo de que ele pertence a uma coletividade. Sobre o projeto para o pano-piloto, Lúcio Costa assim comentou:

“a escala monumental em que o homem adquire dimensão coletiva” (13).

notas

1
SVENSSON, Frank. Arquitetura, criação e necessidade. 1ª ed. Brasília-Df: EDUNB, 1992, p. 83

2
JUNG, Carl Gustav. Memórias, .sonhos, reflexões. Tradução de: Dora Ferreira da Silva. São Paulo: Nova Fronteira, 1998. p. 78.

3
MERLAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da percepção. Tradução de: Carlos Alberto Ribeiro de Moura. São Paulo: Martins Fontes, 1999, p. 474.

4
Ibidem, p. 474.

5
MIGUEL, Jorge Marão Carnielo. “Casa e lar: a essência da arquitetura”. Arquitextos, nº 029, Texto Especial 156. São Paulo, Portal Vitruvius, out. 2002 <http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp156.asp> Acesso em 23 fev. 2006.

6
SVENSSON, Frank. Arquitetura, criação e necessidade. 1ª ed. Brasília, EDUNB, 1992, p. 131.

7
ibidem, p. 197.

8
CHAUÍ, Marilena. “Público, privado e despotismo”. In: NOVAES, Adauto (org). Ética. 1ª ed. São Paulo, Companhia das Letras, 1992, p. 346.

9
SANTOS, Milton. “Da cultura à indústria cultural”. In RIBEIRO, Wagner Costa (org). O país distorcido. 1ª ed. . São Paulo: Publifolha, 2002, p. 65.

10
SVENSSON, Frank. Arquitetura, criação e necessidade. 1ª ed. Brasília, EDUNB, 1992, p. 135.

11
COSTA, Lúcio. Arquitetura. Rio de Janeiro, MEC FENAME / BLOCH, 1980, p. 7.

12
WILDE, Oscar. A alma do homem sob o socialismo. Tradução de: Heitor Ferreira da Costa. 1ª ed. Porto Alegre, L&PM, 2003, p. 45.

13
COSTA, Lúcio. Sobre arquitetura. Porto Alegre, CEUA, 1962.

sobre o autor

Francisco Lauande é arquiteto. Formado pela Universidade de Brasília (1987). Tem curso de pós-graduação em Sistemas de Construção pela Universidade Metropolitana de Tóquio. Foi membro do Conselho Fiscal do IAB-DF (1996 a 1997) e Diretor Cultural do IAB-DF (2000 a 2001). Foi o responsável pela organização da III Bienal de Arquitetura de Brasília em 2001 (Espaços Públicos e qualidade de vida). Professor de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Paulista, campus de Brasília (2004 a 2005). Aluno do curso de Mestrado em Teoria e História da Faculdade de Arquitetura & Urbanismo da Universidade de Brasília. Orientado pelo professor Antônio Carlos Carpintero.

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