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arquitextos ISSN 1809-6298


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O Cento Cultural Jean-Marie Tjibaou, de Renzo Piano, vai além do entorno imediato, dialoga internacionalmente. O artigo discute a questão de inserção contextual levando em conta as tradições kanaks, mas também a evolução tecnológica e sua imponência


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SACCHETTO, Caroline. O papel da cultura local no projeto tecnológico. Centro Cultural Jean-Marie Tjibaou – Renzo Piano. Arquitextos, São Paulo, ano 11, n. 128.06, Vitruvius, jan. 2011 <https://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/11.128/3568>.

Os aspectos relacionados à produção de uma arquitetura que deseja ser comunicativa transcendem o grau de apenas favorecer a relação cultural com o entorno, com a cultura especifica, com o local de implantação. Dessa forma, a soma de fatores e sua interpretação enquanto essência irá contribuir para a configuração da obra que se volta para o mundo, para a globalização, para as idéias vigentes de poder. As questões relativas ao confronto de culturas também são levantadas e sua função analisada na obra como grande influenciador no processo de projeto.

Uma arquitetura para as condições como as de Nouméia no C.C.T. (Centro Cultural Tjibaou) onde os fatores locais denotam peso relevante no processo de projeto, essa comunicação entre a obra e o propósito dela enquanto criação de um símbolo da cultura kanak é estabelecida a partir de uma cultura superior e também questionada, a cultura européia. A influência de traços culturais advindos do autor do projeto, em toda sua formação teórica assim como experiência prática fez do C.C.T. uma obra soberana que não nega a essência cultural, mas a extrai de maneira a criar uma relação de hierarquias entre as culturas envolvidas.

A produção de uma arquitetura símbolo, de uma estreita relação de poder tem origens no high-tech: a condição de racionalidade na obra, otimização de materiais, mão de obra e, sobretudo tempo de produção passam a ter um peso único no processo de geração da arquitetura. O estilo high-tech, no início, desumanizava a arquitetura, aproximando-a das relações com a máquina, atualmente a questão ambiental começou a ser encarada como um retorno às ligações humanas: a obra agora deveria se relacionar com o contexto, com o entorno, com a cultura, tirando partido disso tudo de forma consciente. A busca pelo elo fundamental nessa evolução arquitetônica conduz a uma linguagem cada vez mais universal onde as obras se expõem no cenário internacional cada qual com sua identidade.

Isso se dá pela velocidade de transformação das coisas em geral, onde se ganha e se perde prestígio muito rápido. Para que isso não ocorra procura-se agregar fatores à obra que se perpetuem. Dessa forma o contexto, a história, a cultura, transmitem idéia de elementos mais concretos. A busca pelo novo é própria da época vigente, assim como os anseios pela comunicação numa linguagem globalizada das obras arquitetônicas. Esses elementos serão explorados a fim de certificar a interferência da cultura, sua extração enquanto essência, na produção de uma arquitetura tecnológica imponente, capaz de ecoar a superioridade de uma outra cultura através dos aspectos elementares de projeto, como por exemplo, a técnica aplicada ao uso dos materiais (pré-fabricação) e sua linguagem de expressão.

Uma série de acontecimentos aflorou a discussão a respeito da arquitetura produzida. Com a Revolução Industrial e a mudança no processo de produção, a arquitetura seguiu rumos não imaginados. É evidente que essa mesma arquitetura não fosse ficar indiferente a todo processo de evolução que estava ocorrendo. O estilo de vida assim como o processo de globalização e intercâmbio de todos os gêneros se tornaram cada vez mais freqüentes. A evolução desta arquitetura racionalista, agressiva e, até certo ponto “anti-humana” produzida irá resultar numa outra discussão visando princípios particulares e definidores do partido de projeto visto que a produção de um edifício extremamente high-tech não atendia mais aos anseios da época. A partir da década de noventa a questão ambiental e toda conseqüência abarcada a respeito será abordada de maneira tão séria a ponto de modificar o conceito de produção aplicado não só a construção civil, mas ao modo de vida de uma forma geral.

A racionalidade do material agora é entendida como fundamental se efetuada de forma consciente, e com materiais renováveis. O uso de energias também renováveis aliado aos novos materiais implica numa prática atual muito mais aliada a exploração de um discurso metódico e uma falsa impressão de coerência ecológica do que simplesmente da inserção de tecnologias a fim de corresponder ao apelo mundial pelo zelo a natureza. A aplicação dessas tecnologias, principalmente de cunho ecológico, não se dá inocentemente e visa remeter cada vez mais a uma linguagem mundial e a relação de imponência no contexto de inserção.

Nesse quadro geral, situa-se a obra de Renzo Piano em Nouméia e apesar de posicionamentos distintos a respeito, sua condição de inserção é conduzida de forma a produzir uma arquitetura comunicativa, indutora, influenciadora e imponente para com a cultura local. A relação de superioridade e o conflito de culturas são elementos sintetizados numa leitura ordenada à evocação de uma obra globalizada. A obra de Nova Caledônia remete a exploração de elementos básicos – a cultura e a tecnologia – que, quando cruzados conformam o Centro Cultural como uma obra internacional, implantada num contexto especifico e peculiar capaz de se impor a esse mesmo contexto, por conta de sua linguagem de expressão arquitetônica e seu enquadramento histórico-cultural.

A década de noventa, época de produção da obra em análise - processo, projeto e construção - é caracterizada pela tentativa de domesticação da arquitetura high-tech. A partir de compreensão do contexto local, novos instrumentos fomentadores de projeto se tornaram necessários na configuração do partido adotado. Segundo MONTANER, 2002, o grande desafio da arquitetura atual é: “saber progredir utilizando todas as disponibilidades da ciência e tecnologia sem esquecer a memória” (1). Dessa forma, fica evidente que a relação de interferência cultural advindo dos povos kanaks é extraída, interpretada e aplicada através de uma linguagem extremamente tecnológica. Se para o high-tech esses aspectos não eram importantes, a partir de então serão fundamentais, onde os mesmos arquitetos que produziam essa arquitetura defenderem o termo “arquitetura ecológica”.

A noção de imponência ligada à obra arquitetônica tecnológica tem início no high-tech style e se revela de forma muito clara nas obras internacionais. O apelo comunicativo e a repercussão absoluta de poder serão responsáveis, nos anos 80, pelo uso freqüente desse perfil de obras por empresas com grau financeiro considerável. A relação de poder aliado à dimensão econômica e política se evidencia a partir de então. Isso conduz a uma reflexão sobre a maneira como se desenvolveu o processo de projeto em Nouméia no C.C.T. assim como a produção da arquitetura resultado de uma leitura internacional sob influências igualmente políticas e econômicas.

Renzo Piano é encarado como um personagem “superior” no contexto local e, sendo de origem européia, sua postura enquanto integrante de uma cultura clássica, onde toda referência de evolução humana, artística, arquitetônica se desenvolveu, consiste em um cenário de detenção suprema de conhecimento assim como de aplicação do mesmo no projeto do Centro Cultural Tjibaou. Sua formação acadêmica no Instituto Politécnico de Milão e o desenvolvimento de projetos com caráter tecnológico justificam seu enquadramento entre os arquitetos que produzem a arquitetura tecnológica. Conceitos de racionalização, otimização e síntese, sejam da forma, do material ou da estrutura são conseqüências dessa formação profissional. A performance estrutural racionalizada assim como os níveis de detalhamento das articulações refletem a interferência da era industrial e é verificado na obra em Nouméia.

Além de todos os fatores apresentados, somam-se os particulares e relativos ao local de inserção da obra. Este foi palco de atividades culturais e festivas importantes para a cultura kanak – Melanésia 2000 – organizado pelo então líder Tjibaou, em 1975. Movimentos pela independência do país foram freqüentes depois que o governo francês intensificou a colonização, provocando várias mortes. A decisão da construção do C.C.T. surge, nesse contexto, após a morte do líder kanak como ato intitulado de “tentativa de reconciliação com os povos”. O discurso político abordando favoravelmente as questões culturais locais só evidencia o propósito de construção de um símbolo que, ao contrário desse mesmo propósito, se volta a esse contexto como símbolo de uma arquitetura internacional e não local.

A crítica lançada é, então, discutida a partir de dois princípios básicos: a relação cultural existente na obra e sua interpretação numa leitura arquitetônica, tecnológica, internacional e soberana. A compreensão de elementos culturais assim como sua assimilação se torna relevante ao passo que avança a discussão sobre a obra. Nesse sentido tem-se em vários momentos uma clara referência a esses traços históricos kanaks na obra de Renzo Piano, já em outros eles se revelam de forma muito sutil tendendo a uma sintetização dos elementos. O Centro Cultural Tjibaou é alvo de várias análises e grande parte ostenta a idéia de interferência direta e até exagerada do contexto e cultura locais. A diferença é que essas análises partem do princípio que as relações culturais são partido, processo e resultado formal e não sintetizados como essência de acordo com a crítica aqui instaurada.

As interferências diretas ficam por conta de elementos extraídos da organização de seus povoados; a estruturação do espaço físico de acordo com as noções próprias dos kanaks hierarquizava esse ambiente, sem esquecer ainda que “as construções kanaks nascem da estreita relação com a natureza e são efêmeras como alguns de seus materiais (...). Outra vertente da cultura local é a concepção da paisagem como elemento indissociável da arquitetura” (2).

As referências locais distribuem-se externa e internamente, sendo esta última apresentada na obra como uma espécie de ritual, passando pelos espaços de exposições naturais da arte, história e religião kanak. Assim o edifício pode ser organizado a partir de três vilas principais validando a correlação cultural.

Para as interferências indiretas ou aquelas extraídas de forma sutil, tem-se a reinterpretação das choças kanak onde o modelo produzido pouco remete a forma original dessas construções por se configurar no projeto de maneira mais alongada e menos curvada que o sistema primitivo. Na verdade, o aspecto mais relevante nesse quesito é representado pela interpretação da técnica aplicada a esse tipo de construção tradicional, onde a aplicação de fibras tramadas é sintetizada na obra do Centro Cultural Tjibaou e percebida através dos travamentos executados em estrutura de madeira.

Numa outra atmosfera de fundamentação, depara-se com as questões tecnológicas envolvidas e que buscam, através de uma breve assimilação contextual, produzir uma arquitetura internacional cada vez mais imponente. Diante dos paradigmas teóricos, a obra de Renzo Piano em especial a de Nouméia é caracterizada como de “alta tecnologia”. A arquitetura tecnológica segundo Montaner, “se suavizou, se domesticou respeitando muito mais as preexistências naturais” assim como ao local da implantação (3).

A extração essencial de traços advindos das relações culturais kanaks foi assimilada através dos elementos apresentados anteriormente e expressa de acordo com uma linguagem contemporânea onde o apelo pela imagem, pelo visual, por comunicar-se é inerente à obra. Isso se evidencia visto que “grande parte da arquitetura tecnológica tem o mesmo papel cenográfico e visual das arquiteturas denominadas pós-modernas” (4).

Nesse mesmo sentido a proposta dessa tipologia arquitetônica no cenário mundial contemporâneo é, ainda segundo Montaner, “ser símbolo e expressão do poder” (5). A partir de então se tem um cenário fundamentado tanto nas relações com o contexto local quanto ao objetivo da arquitetura tecnológica na criação de uma arquitetura ostensiva. É evidente que a própria corrente arquitetônica tecnológica sustenta esse caráter pelos investimentos existentes em conhecimento e tecnologias aplicadas principalmente ao material, e tem como conseqüência a elevação do ego dos envolvidos com a mesma arquitetura.

Na análise do Centro Cultural Jean-Marie Tjibaou os elementos levantados em seqüência originam, na discussão, uma leitura perspicaz da real interferência procedente do contexto local frente aos paradigmas arquitetônicos enquanto caracterização da arquitetura tecnológica. Com isso, a análise do projeto revela que o objetivo principal da obra foi à realização de um monumento com traços peculiares sintetizados sob uma ótica contemporânea.

A extração dos aspectos relativos a Nouméia principalmente no que diz respeito aos povos kanaks se dão de forma clara quando analisamos a implantação da obra e a comparamos com a configuração primitiva dos clãs onde esses se organizavam de acordo com uma hierarquia funcional. O desenvolvimento da implantação do projeto linearmente permitiu a organização das dez “casas” ao longo de uma alameda que conecta todo o complexo. Com o objetivo de proporcionar um caminho coerente com a tradição onde a atmosfera natural perfizesse uma réplica da original, foi estabelecida a essas casas uma hierarquia funcional que se soma ao percurso efetuado pelo visitante fora do edifício.

Uma trilha reconstrói a representação kanak da evolução humana e discorre sobre os momentos-chave dessa cultura: a criação, a agricultura, o habitat, a morte e o nascimento, partindo de suas metáforas extraídas de um mundo natural (6).

Essa estreita ligação com os momentos culturais evidencia um certo caráter contextualista da obra enquanto inserida em um conjunto de aspectos tão peculiares quanto os existentes nas Ilhas de Nova Caledônia. A aplicação desse aspecto no Centro Cultural Tjibaou foi fundamental para exprimir indícios culturais numa arquitetura com qualidades internacionais. Em destaque na cor amarela tem-se a disposição das “casas”, em alaranjado a alameda e em azul o caminho que se segue e procura expor os costumes desses povos.

Esquema de Implantação
Caroline Sacchetto

Para o formato das “casas” apesar do discurso utilizado pela equipe de Renzo referir-se a um estudo das choças tradicionais, pouco se percebe tal relação, além de tudo, o apelo nessa parcela da obra pelos elementos estruturais pretendendo explorar condições ambientais favoráveis no projeto, afasta ainda mais a idéia de correlação cultural, se revelando apenas enquanto essência no emprego reinterpretado da técnica de tramadas muito utilizada por essa cultura em suas construções e seu artesanato. O emprego dessa tipologia desenvolve de forma sutil por meio das estruturas das “casas”.

O Centro Cultural Tjibaou agrega, então, reinterpretações extraídas ora de uma relação direta como a configuração de sua implantação, ora indireta, quando se tem aplicação sintética de tramadas ao sistema de travamento estrutural, contudo, todos os elementos advindos do âmbito cultural, principalmente no que diz respeito à tentativa de contextualização, consistem em indícios freqüentes desse tipo de arquitetura, onde a evolução da experiência high-tech passa a exigir elementos concretos, próximos ao contexto assim como “humanizadores” quanto à aplicação da alta tecnologia.

Nesse sentido, as relações culturais aqui expressas não anulam nem amortecem os efeitos de soberania da arquitetura tecnológica de Renzo Piano, ao contrário, são responsáveis justamente por um feedback negativo: a forma como se deu o concurso, processo e construção do Centro Cultural, exprime a soberania não apenas da cultura européia como berço da equipe técnica, mas particularmente do governo francês, onde a construção do C.C.T. é vista como “uma obra de boas intenções do Estado francês” (7). A obra, que faz alusão à cultura kanak, sob uma óptica ainda mais rígida da arquitetura de alta tecnologia, quer instruí-la como formas de procedimentos através da técnica, dos materiais, da pré-fabricação e do arrojo estrutural empregado pela equipe de Renzo em Nouméia. A sensação de poder é transmitida ao observador através da escala da obra, assim como pela forma resultante da aplicação de uma tecnologia fruto do acúmulo de conhecimento.

O Centro Cultural projeta-se para o contexto mundial através de uma linguagem internacional com fatores evidentes muito mais relacionados a uma arquitetura ecológica e contemporânea do que contextualista. A aplicação da alta tecnologia na arquitetura em Nouméia revela que a utilização dessa tipologia arquitetônica continua sendo explorada por detentores econômicos. A relação de poder também se evidencia pelo financiamento da obra por parte do governo francês, com discurso irrisório na promoção da paz entre as nações envolvidas em conflitos passados.

Por fim, é importante ressaltar que as relações culturais existentes enquanto essência e comprovadas através da análise da obra não resultaram numa produção arquitetônica com fortes referências locais nem tampouco numa arquitetura regional ou extremamente contextual. Ao contrário, para o Centro Cultural Jean-Marie Tjibaou a formatação suprema da cultura européia envolvida no projeto por meio da equipe de Renzo Piano, apenas comprovou que, para a execução da obra o conhecimento a respeito da tecnologia empregada era fundamental, surtindo, dessa forma, como uma lição indireta aos povos tradicionais. Além disso, a sensação de imponência nessa obra de alta tecnologia é percebida realçada pela escala de inserção no entorno. Assim, a análise do Centro Cultural Tjibaou permite inferir que a produção sua concepção utilizou-se de uma leitura sintética do lugar e da cultura visando enaltecer a relação de poder própria da arquitetura de alta tecnologia.

notas

1
MONTANER, Josep Maria. As formas do século XX. Barcelona, Gustavo Gili, 2002.

2
OLIVEIRA, Ana Rosa de. “Centro Cultural Jean Marie Tjibaou em Nouméa. Renzo Piano e a construção de um símbolo da civilização kanak”. Arquitextos, São Paulo, 06.063, Vitruvius, set 2005 <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/06.063/431>.

3
MONTANER Josep Maria. Op. cit.

4
Idem.

5
Idem.

6
OLIVEIRA, Ana Rosa, op. cit.

7
MORTAIGNE, Véronique. “O Centro Tjibaou e a Complexidade Caledoniana”. <http://www.vivercidades.org.br/publique222/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?from_info_index=25&infoid=920&sid=5>

bibliografia complementar

BENSA, Alban. Chroniques kanak, L’ethnologie, en Marche. Ethnien, 1995.

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ISELE, Maria Rita. Conhecimento da cultura kanak. <www.portaldoarquiteto.com/destaques-na-arquitetura/destaques-na-arquitetura/centro-cultural-jean-marie-tjibaou.html>

KASARHÉROU, Emmanuel; et al. Guide to the Plants of the Kanak Path. Noumea, Centre Culturel Tjibaou/ Ngan Jila. Agence de Développement de la Culture Kanak, 1998.

LAMPUGNANI, Vittorio M. Renzo Piano 1987-1994. Birkhäuser Basel, 1995.

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sobre a autora

Caroline Sacchetto é estudante de graduação do curso de Arquitetura e Urbanismo pela UEL Universidade Estadual de Londrina.

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