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arquitextos ISSN 1809-6298

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O Movimento Moderno no Brasil buscou formas e espaços do território nacional que pudessem, simbolicamente, representar a identidade cultural brasileira. A literatura, como líder deste movimento do espírito, a instruir as demais linguagens.


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JORGE, Luís Antônio. Língua portuguesa, literatura brasileira e os lugares do modernismo no Brasil. Arquitextos, São Paulo, ano 13, n. 148.02, Vitruvius, set. 2012 <https://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/13.148/4503>.

Museu de Arte Moderna de São Paulo - Masp. Arquiteta Lina Bo Bardi
Foto Nelson Kon

“A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros
Vinha da boca do povo na língua errada do povo
Língua certa do povo
Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil”
Manuel Bandeira

A literatura no Brasil liderou, já na segunda década do século XX, a difusão e a formulação do Movimento Moderno: o mais notável esforço de constituição de uma linguagem identificada com a cultura brasileira. Curiosamente, este projeto afirmativo – ou dito de outra maneira, esta intenção de emancipação cultural de um país em busca da sua identidade – utilizou-se daquele meio que mais nos aproximava da cultura colonizadora: a língua portuguesa.

A língua define o nosso lugar no mapa-mundi das culturas, a nossa “cosmovisão” e nela residem os nossos limites de pensar e sentir o mundo, como bem observou Wittgenstein. Assim, parecia naturalmente lógica a necessidade de reinventar a língua, como um ato de libertação de uma superestrutura cultural para buscar outras formas de expressão e comunicação que nos permitisse enfrentar o desafio de revelar-nos a nós mesmos, ou ainda, de nos equiparmos para indagar o sentido profundo da identidade brasileira.

O escritor Mário de Andrade, um dos pioneiros do Movimento Moderno no Brasil, já proclamava em carta ao amigo e poeta Manuel Bandeira: “Pouco me incomoda agora que eu esteja escrevendo igualzinho ou não com Portugal: o que eu escrevo é língua brasileira pelo simples fato de ser língua minha, a língua de meu país, a língua que hoje representa no mundo muito mais o Brasil que Portugal; enfim: a língua do Brasil” (1). A trajetória de Mario de Andrade, da radicalidade panfletária e transgressora dos primeiros momentos que o levaram a proclamar a necessidade de uma Língua Brasileira – como forma de verificação do nosso instrumento de trabalho para que nos expressássemos com identidade própria (chegando mesmo a propor uma “Gramatiquinha Brasileira”) – contaminada pelo coloquialismo popular e pela oralidade, até as pesquisas empreendidas como “turista aprendiz” pelo território nacional, recolhendo expressões da nossa cultura material e imaterial, é paradigmática das personalidades de um amplo conjunto de autores comprometidos com a realidade brasileira e a sua cultura. Este exemplo repercutiu em outras linguagens de dicção moderna, como a própria arquitetura.

O encanto do gesto auto-afirmativo de Mário de Andrade reside, justamente, não na vontade de afastamento de Portugal, mas no aprofundamento da autodescoberta, na valorização das nossas próprias formas de ser e viver, na iluminação do oco escuro e desconhecido de nós mesmos. A literatura pode ser definida como um movimento que, partindo da língua, alcança-se a linguagem, isto é, a literatura entendida pelo seu potencial metalingüístico, revelado pela função poética da linguagem. Pelas ações e obras dos escritores modernistas brasileiros, esta transição entre língua e linguagem acabou por distinguir uma postura e um perfil do nosso melhor pensamento já apontado por Antonio Candido: o diálogo entre realidade e ficção como forma de abordagem da realidade social brasileira. Para este autor, o Modernismo teria sido a tendência mais autêntica de uma arte ou pensamento brasileiro e, “diferentemente do que sucede em outros países, a literatura tem sido, no Brasil, mais do que a filosofia e as ciências humanas, o fenômeno central da vida do espírito, dando origem àquele gênero misto de ensaio, construído na confluência da história com a economia, a filosofia ou a arte, que é uma forma bem brasileira de investigação e descoberta do Brasil” (2).

A literatura deste período revelou um Brasil relativamente desconhecido aos brasileiros letrados, ao mesmo tempo em que buscou promover uma reflexão sobre as suas próprias estruturas, a sua forma, a sua sintaxe, a sua etimologia, abrindo-se para a presença de outras línguas conviventes do território nacional. A literatura no Brasil, portanto, tratando de conteúdos com forte acento regional, procurou construir, mais do que refletir, uma identidade cultural. Para isso, ela se lançou no espaço, embebendo-se de tudo aquilo que pudesse adicionar a ela, uma marca singular deste imenso país. Daí o sentido da linguagem revisitar a língua – mas não a língua escrita e sim, a língua falada, mais permeável aos sinais dos lugares ou onde a presença da dimensão espacial é muito mais evidente na expressão dos vínculos com a realidade sócio-cultural brasileira. Portanto, não se tratou de um projeto de aproximação do popular, visando à popularidade, mas do reconhecimento da proximidade que as expressões populares mantêm com a cultura e a identidade nacionais, ou seja, da porosidade espontânea e natural que a língua falada oferece aos lugares e as suas típicas formas de vida.

Dois escritores do século XIX foram seminais para este projeto da nossa modernidade: Machado de Assis e Euclides da Cunha. O primeiro que afirmara que o escritor podia ser “homem do seu tempo e do seu país, ainda quando trate de assuntos remotos no tempo e no espaço”, buscando assegurar aos brasileiros o direito à universalidade das matérias, por oposição ao ponto de vista “que só reconhece espírito nacional nas obras que tratam de assunto local” (3), desvencilhou-se com ceticismo e fino humor, do provincianismo predominante na sua época, assim como, da oscilação entre desencanto e exaltação típicos do nosso romantismo, para ser, simultaneamente, cosmopolita na ação e regional no enfoque. Já, Euclides da Cunha, em Os sertões, promove um movimento em direção ao interior geográfico e psíquico do Brasil. Seu olhar de sobrevôo para este “privilegiado país, onde a natureza armou a sua mais portentosa oficina” (4), vai aos poucos se aproximando dos seus mais profundos grotões e, nesta cadência, sua linguagem vai ganhando espessura e densidade, entremeando informações científicas a uma virtuose narrativa. Euclides, numa reavaliação do passado colonial do Brasil, destacará o papel do esquecido vaqueiro na formação sócio-cultural da nossa gente: tinha do bandeirante, a bravura e o destemor, do jesuíta, a resignação e a tenacidade, com a “vantagem de um atributo supletivo que faltou a ambos – a fixação ao solo” (5). Eram homens que teimaram em viver em desacordo com o Brasil litorâneo e urbano que se anunciava. Homens que viviam à margem da sociedade letrada, nas profundezas do Brasil central:

“mais fundo o contraste entre o nosso modo de viver e o daqueles rudes patrícios, mais estrangeiros nesta terra do que os imigrantes da Europa. Porque não no-los separa um mar, separam-no-los três séculos” (6).

Temos, então, o despertar do sertão, a imagem do Brasil profundo, fonte de uma larga tradição da produção artística e cultural brasileira no século XX. Os sertões, tanto na forma e na estrutura narrativa de constituição épica (ou seja, a caracterização do lugar, dos personagens e do acontecimento: 1ª parte, A terra; 2ª parte, O homem; 3ª parte, A luta), quanto no conteúdo, irá alimentar um rico e vasto conjunto de imagens poéticas que pontificam no modernismo brasileiro, de Manuel Bandeira a João Cabral de Melo Neto, de Guimarães Rosa a Graciliano Ramos, de Tarsila do Amaral a Glauber Rocha. Todos motivados pela necessidade de fazer aflorar a realidade brasileira, de indagar as formas pelas quais ela era tradicionalmente representada, de percorrer o país, adentrando nas suas profundezas, visitando o passado, as tradições, as práticas sócio-espaciais, a história – enfim: tratava-se de redescobrir o Brasil para tomar posse de uma cultura ainda muito pouco compreendida. O fato distintivo para a cultura brasileira e para a arquitetura, em particular, é que nesta tomada de posse, optou-se por se deixar possuir: uma posse possuída (7).

Com esse enfoque, poderemos compreender melhor a gestação de um projeto poético-cultural que passa a ser reconhecido como a maturidade da produção artística no Brasil, notadamente aquela produzida a partir da década de 1950. E novamente, dois grandes escritores despontam com obras de impactos decisivos para a cultura brasileira: João Guimarães Rosa e João Cabral de Melo Neto, aqui lembrados para instruir uma pauta de leitura comparada com dois arquitetos que, analogamente, produziram, com abordagens e poéticas distintas, a arquitetura moderna brasileira: Lina Bo Bardi e João Batista Vilanova Artigas.

Rosa e Lina

Guimarães Rosa realizou uma das mais profundas leituras do Brasil. Na sua dupla dimensão de artista e pensador, pertence àquela tradição dos grandes intérpretes do país mencionada por Antonio Candido. Para isso, também executou o movimento da língua para a linguagem que, antes de comunicar, é ela mesma, palavra-pensante, na feliz expressão do filósofo Bento Prado Júnior. Para explicitar o sentido da obra e dos personagens de João Guimarães Rosa, Bento Prado mostra a grande diferença entre eles e o famoso personagem de Cervantes, D. Quixote – o cavaleiro da triste figura – “herói letrado que depois de ler toda a literatura cavalheiresca, sai pelo território em busca dos signos codificados nesse universo. Mas percorre, em suas andanças, um mundo doravante mudo. Seu itinerário nada mais faz do que demonstrar que o velho parentesco entre a linguagem e o mundo foi rompido e o que era saber transformou-se em loucura e delírio” (8). Os personagens de Rosa percorrem um caminho inverso ao de D. Quixote: eles encontram a salvação na decifração de um texto gravado na própria natureza (physis) que tem voz. A novela O recado do morro (publicada pela primeira vez no livro Corpo de baile, em 1956) ilustra essa idéia que permeia toda a obra de João Guimarães Rosa: “enquanto os letrados permanecem cegos e surdos à Escritura do mundo, as crianças, os 'loucos', os iletrados e os artistas, decifram o recado de vida e morte transmitido pela própria Natureza. Na situação irônica que contrapõe o letrado ao iletrado, o Saber se encontra do lado mais inesperado: não dominar a linguagem, não saber utilizá-la, é devolvê-la à sua verdade e à sua vocação mais primitiva. Numa fórmula breve: ler em profundidade só é possível para quem não sabe ler a superfície da letra” (9).

A forma pela qual se dava a aproximação da arquiteta Lina Bo Bardi ao saber popular era muito similar à abordagem criativa de Rosa: um vínculo interno, um diálogo travado no nível da invenção da linguagem e não, da sua idealização, típica de quem detém a autoridade de um saber refratário à experiência alheia. Como Rosa, Lina percebeu, no contato com a riqueza da cultura popular, um convite para uma outra arquitetura (não a do tipo corrente) onde a inventividade estivesse amplamente contemplada de modo a nutrir a cultura moderna com os saberes populares. Uma arquitetura francamente afetiva, radicalmente simples e humildemente comprometida com as nossas verdadeiras necessidades.

João Cabral e Artigas

Uma faca só lâmina, título de um poema publicado em 1955, de João Cabral de Melo Neto, mais que uma frase, foi um testamento poético, uma meta que Artigas buscou realizar com a sua arquitetura: uma linguagem seca, despida, bruta, escassa, minguada – como um Cão sem plumas – para apreender o que há de essencial (de “lâmina”) na formulação de um projeto identificado com o Brasil que ele sonhava. Por isso realizou uma arquitetura de síntese, orientada para uma ênfase nos espaços públicos e para a expressão artística da “parte mais digna” (10) do edifício: a sua estrutura, normalmente em concreto armado.

Como em João Cabral, podemos reconhecer na obra de Artigas, uma radicalidade da poética moderna em curso no Brasil, representada pelo domínio consciente do processo criativo que põe em suspeição a arquitetura moderna já assimilada e identificada por seus cacoetes formais. Como quem conhece a lição do toureiro Manolete, que preserva escondida sua flor, sem perfumá-la, “sem poetizar seu poema” (11), preserva seus momentos de surpresa sob uma única e massuda volumetria, como no edifício da Faculdade de Arquitetura da Universidade de São Paulo (que se revela aberto em luz, franqueando o domínio visual do conjunto e a continuidade dos espaços). O máximo de contenção para se conquistar, por contraposição, o feito espetacular que realmente interessa. E depois, como num discurso metalingüístico, a demonstração de como tudo foi pensado, realizado, construído. Recorrendo às palavras de João Cabral, a obra de Artigas possui todos aqueles ingredientes de ser “a palo seco” (12): aceitando o seco, não por resignação, mas empregando-o “porque é mais contundente”. Uma arquitetura do detalhe (na conhecida frase de Artigas: “é preciso fazer cantar o ponto de apoio”), em busca da concentração informacional que pudesse instruir a idéia de uma linguagem, lição de quem absorveu a Educação pela pedra:

“Uma educação pela pedra: por lições;
para aprender da pedra, freqüentá-la;
captar sua voz inenfática, impessoal
(pela de dicção ela começa as aulas).
A lição de moral, sua resistência fria
ao que flui e a fluir, a ser maleada;
a de poética, sua carnadura concreta;
a de economia, seu adensar-se compacta:
lições da pedra (de fora para dentro,
cartilha muda), para quem soletrá-la.
* * *
Outra educação pela pedra: no Sertão
(de dentro para fora, e pré-didática).
No Sertão a pedra não sabe lecionar,
e se lecionasse não ensinaria nada;
lá não se aprende a pedra: lá a pedra,
um pedra de nascença, entranha a alma” (13).

A obra de Artigas é uma manifestação eloqüente da poética seca que nos habita, do Brasil que não quer calar: “do sofrimento do nosso povo, posso dizer que participei profundamente. Alguém terá olhos para, um dia, ler nas formas que projetei, todo esse sofrimento. Se verá uma poética traduzida” (14).

Ponto final

A língua portuguesa é um patrimônio cultural que os autores aqui destacados, souberam valorizar como instrumento de conhecimento dos lugares e de construção da nossa identidade. A literatura, pelo seu protagonismo no século XX e pela ousadia de pensar o Brasil, de se fazer palavra-pensante, oferece, fartamente, substância poética para as mais diversas linguagens.

Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - FAU USP. Arquitetos Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi
Foto Nelson Kon

notas

NE – Sob coordenação editorial de Paula André (Instituto Universitário de Lisboa IUL) e Abilio Guerra (editor Arquitextos), número traz sete artigos em comemoração do “Ano de Portugal no Brasil e do Ano do Brasil em Portugal”, conforme Resolução do Conselho de Ministros n.º 7/2012, que menciona que “Portugal e o Brasil acordaram, por ocasião da X Cimeira, na realização, em 2012, em conjunto e simultâneo, do Ano de Portugal no Brasil e do Ano do Brasil em Portugal, iniciativas concebidas como oportunidades para actualizar as imagens recíprocas, promover as culturas e as economias de ambos os países e estreitar os vínculos entre as sociedades civis” [Diário da República, 1ª série, nº 10, 13 jan. 2012, p. 133 <http://dre.pt/pdf1sdip/2012/01/01000/0013300135.pdf>]. Os artigos do número especial Brasil/Portugal são os seguintes:

ANDRÉ, Paula. Arquitecturas e cidades devoradas entre Portugal e o Brasil. Arquitextos, São Paulo, ano 13, n. 148.00, Vitruvius, set. 2012 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/13.148/4501>.

ALMEIDA, Ana. O azulejo em Portugal nas décadas de 1950 e 1960. Influência brasileira e especificidades locais. Arquitextos, São Paulo, ano 13, n. 148.01, Vitruvius, set. 2012 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/13.148/4490>.

JORGE, Luís Antônio. Língua portuguesa, literatura brasileira e os lugares do modernismo no Brasil. Arquitextos, São Paulo, ano 13, n. 148.02, Vitruvius, set. 2012 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/13.148/4503>.

MACEDO, Helder. As rédeas do Reino e os muros de Marrocos. Arquitextos, São Paulo, ano 13, n. 148.03, Vitruvius, set. 2012 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/13.148/4494>.

PAIS, Alexandre Nobre. Um tema de fachada. A escultura cerâmica portuguesa no exterior de arquitecturas luso-brasileiras. Arquitextos, São Paulo, ano 13, n. 148.04, Vitruvius, set. 2012 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/13.148/4484>.

BUENO, Beatriz Piccolotto Siqueira. A arquitetura das fronteiras do Brasil. Duas faces de um mesmo problema. Arquitextos, São Paulo, ano 13, n. 148.05, Vitruvius, set. 2012 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/13.148/4506>.

SIMÕES JUNIOR, José Geraldo. Paradigmas da urbanística ibérica adotados na colonização do continente americano. Sua aplicação no Brasil ao longo do século XVI. Arquitextos, São Paulo, ano 13, n. 148.06, Vitruvius, set. 2012 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/13.148/4505>.

NA - Publicação original do artigo: JORGE, Luís Antônio. Língua portuguesa, literatura brasileira e poéticas da arquitetura moderna no Brasil. AR – Cadernos da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, n. 7, "Arquitectura e Cosmologia", Lisboa, jul. 2010.

1
Mário de ANDRADE, Cartas a Manuel Bandeira. Rio de Janeiro: Ediouro, s/d – p. 157-158.

2
Antonio CANDIDO, Literatura e Sociedade, 8a. Ed. São Paulo: Publifolha, 2000 – p.119. Além dos romances de José de Alencar, Machado de Assis, Graciliano Ramos, Candido refere-se, sobretudo, aos “livros de intenção histórica e sociológica”, como Um estadista do Império, de Joaquim Nabuco, Os Sertões, de Euclides da Cunha, e Casa-grande e senzala, de Gilberto Freyre.

3
ASSIS, Machado. Apud SCHWARZ, Roberto. Um mestre na periferia do capitalismo – Machado de Assis. 4ª edição. São Paulo, Duas Cidades/Editora 34, 2000, p. 9.

4
CUNHA, Euclides da. Os sertões. Edição Crítica por Walnice Nogueira Galvão. São Paulo, Brasiliense, 1985, p. 92.

5
CUNHA, Euclides da. Op. cit., p. 164.

6
CUNHA, Euclides da. Op. cit., p. 249.

7
JORGE, Luís Antônio. O espaço seco – imaginário e poéticas da arquitetura moderna na América. Tese de doutorado. São Paulo, Faculdade Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, 1999.

8
PRADO Jr, Bento. Alguns ensaios – filosofia, literatura e psicanálise. São Paulo, Max Limonad, 1985, p. 225.

9
PRADO Jr, Bento. Op. cit., p. 199.

10
ARTIGAS, João Batista Vilanova. In ARTIGAS, Rosa (org). Vilanova Artigas. Série Arquitetos Brasileiros. Instituto Lina Bo e P. M. Bardi/Fundação Vilanova Artigas, São Paulo, 1997, p. 101.

11
MELO NETO, João Cabral de. Alguns Toureiros. In Paisagens com figuras. Obra completa. Volume único. Rio de Janeiro, Nova Aguilar, 1994, p. 57.

12
MELO NETO, João Cabral de. A palo seco. In Quaderna. Obra completa (op. cit.), p. 247.

13
MELO NETO, Cabral de. A educação pela pedra. In A educação pela pedra. Obra completa (op. cit.), p. 338.

14
ARTIGAS, João Batista Vilanova. In ARTIGAS, Rosa (org). Op. cit., p. 101.

sobre o autor

Luís Antônio Jorge é arquiteto e urbanista, professor doutor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU USP.

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