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interview ISSN 2175-6708

abstracts

português
Fredy Massad e Alicia Guerrero Yeste entrevistam o arquiteto Richard Rogers, Prêmio Pritzker 2007, fala um pouco de sua trajetória, marcada por edifícios emblemáticos como o Centro Georges Pompidou, e do comprometimento ecológico de seus projetos

english
Fredy Massad and Alicia Guerrero Yeste interviewed the architect Richard Rogers, Pritzker Prize 2007, who talks a bit of his background, marked by landmark buildings such as the Center Georges Pompidou, and the commitment of its ecological projects

español
Fredy Massad y Alicia Guerrero Yeste entrevistan al arquitecto Richard Rogers, Premio Pritzker 2007, habla un poco de su trayectoria, marcada por edificios emblemáticos como el Centro Georges Pompidou, y del compromiso ecológico de sus proyectos

how to quote

MASSAD, Fredy; GUERRERO YESTE, Alicia. Richard Rogers. Entrevista, São Paulo, ano 08, n. 030.01, Vitruvius, abr. 2007 <https://www.vitruvius.com.br/revistas/read/entrevista/08.030/3296/pt_BR>.


Centro Georges Pompidou, 1971-1977
Foto: Katsuhisa Kida

Richard Rogers, o humanista tecnológico
Fredy Massad e Alicia Guerrero Yeste

Num palácio barroco situado no centro de Londres, Richard Rogers (Florença, 1933) receberá a medalha de bronze e a concessão econômica que lhe creditam como Laureado 2007 do Prêmio de Arquitetura Pritzker no próximo dia 4 de junho.

O reconhecimento lhe chega depois de mais de quatro décadas de atividade, constantemente vigente dentro do panorama arquitetônico internacional desde sua consagração com o projeto para a sede do Centro Georges Pompidou de Paris, realizado junto a Renzo Piano em 1971.

Formado entre a Architectural Association de Londres e a Universidade de Yale (Estados Unidos) – onde foi subjugado pela influência de seu ‘primeiro deus’, Frank Lloyd Wright e pela influência de alguns dos grandes mestres modernos –, Richard Rogers estabeleceu seu próprio escritório em 1978 depois de dissolver sua sociedade com Piano, posterior ao efêmero TEAM 4 que criou nos anos sessenta junto a Norman Foster, Su Brumwell e Wendy Cheeseman. Com o Edifício Lloyd’s na City de Londres, Rogers consolidou seu lugar como um dos protagonistas da arquitetura da segunda metade do século, sendo figura chave do movimento que se denominou high-tech. A reputação de sua obra fez deste arquiteto a figura visível de uma corporação que atualmente opera em escala global.

Alguns dos edifícios-chave de Richard Rogers constituem atualmente representações de momentos determinantes da história contemporânea. Através de três de seus edifícios, o Jurado do Prêmio Pritzker traça as razões pelas quais distinguiu a trajetória deste arquiteto que não deixou de afirmar o potencial da cidade para atuar como catalisador da mudança social:

“Com o Centro Georges Pompidou, que projetou junto a Piano, revolucionou o conceito de museu: transformou o que antes havia constituído um monumento elitista num lugar público de intercâmbio social e cultural.O Edifício Lloyd’s consolidou seu prestígio como criador de grandes infra-estruturas e definiu o caráter de sua própria expressão arquitetônica.O Terminal T4 encapsula sua interpretação da fascinação do Movimento Moderno com o edifício concebido como máquina e sintetiza aspectos determinantes de sua obra: o interesse na luminosidade arquitetônica e a transparência, a integração do espaço público e privado e a busca de uma flexibilidade que permita ao edifício adaptar-se às eventuais mudanças requeridos por seus usuários”.

Centro Georges Pompidou, desenho de corte feito para o concurso

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Marcelo Carvalho Ferraz

Raíssa Oliveira

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