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PORTAL VITRUVIUS. Concurso Parque das Aves. Projetos, São Paulo, ano 06, n. 063.01, Vitruvius, mar. 2006 <https://www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/06.063/2627>.


Aos vinte e quatro dias do mês de junho do ano de dois mil e cinco reuniu-se na sede do CREA, em Brasília-DF, a Comissão Julgadora do Concurso Público Nacional de Plano Urbanístico e Estudo Preliminar de Arquitetura e Paisagismo do Parque das Aves, em Brasília/DF, composta pelos membros abaixo assinados.

A sessão foi aberta, às oito horas e quinze minutos pelo arquiteto Luis Antônio Reis, vice-presidente do IAB/DF que deu boas-vindas à Comissão Julgadora e em seguida passou a palavra aos arquitetos coordenadores do Concurso, os quais informaram sobre os procedimentos preliminares e encaminharam à Comissão relatório sobre os trabalhos considerados não habilitados, bem como disponibilizaram os trabalhos habilitados para o julgamento.

Segundo os coordenadores do Concurso os trabalhos entregues ao IAB/DF, pessoalmente ou via correios, foram recebidos pelo secretário do Instituto e armazenados em local inviolável. A Coordenação do Concurso, ao tomar contato com os trabalhos, verificadas as datas de postagem, imediatamente retirou e destruiu suas embalagens externas, de modo a preservar o sigilo das propostas.

Em seguida, foram separados os trabalhos compreendendo os painéis, os respectivos envelopes lacrados, que contêm as fichas de identificação e o cd-rom, e também as respectivas pranchas em formato reduzido.

Antes de proceder à numeração dos trabalhos, a Coordenação verificou se esses estavam conforme as bases do Concurso. Foram impugnados 05 (cinco) trabalhos. Esses cinco trabalhos foram lacrados e colocados à disposição da Comissão Julgadora, caso julgasse conveniente referendar ou não sua impugnação.

Os demais 30 (trinta) trabalhos entregues, considerados de acordo com as bases do Concurso, receberam numeração de 01 a 30.

A Comissão Julgadora solicitou que os cinco trabalhos impugnados fossem numerados e abertos, para tornar possível sua identificação futura. Os cinco trabalhos foram então numerados de 31 a 35, da seguinte maneira:

– o trabalho que recebeu o número 31 foi impugnado por não reservar a faixa inferior de 5cm destinada ao selo do Concurso, não atendendo, assim, ao item 7.4 do Regulamento do Concurso;

– os trabalhos que receberam os números 32 e 34 foram impugnados por entregarem o envelope destinado à ficha de identificação e cd-rom sem estar devidamente lacrado, não atendendo ao item 8.4, alínea “b”, do Regulamento do Concurso e comprometendo o sigilo das propostas. Um deles, de número 34, sequer continha a ficha de identificação do concorrente;

– o trabalho numerado como 33 foi impugnado por conter os painéis e pranchas respectivas em formatos variados, não atendendo ao item 7.3.1 do Regulamento do Concurso, que determina o formato de 90x70cm para cada painel;

– e finalmente o trabalho de número 35 foi impugnado por conter apenas 04 (quatro) painéis e quatro pranchas reduzidas, não atendendo, portanto, ao item 7.3.1 do Regulamento, que determina a quantidade de 06 (seis) painéis e pranchas respectivas.

A Comissão Julgadora decidiu, por unanimidade, referendar a impugnação dos trabalhos 31 a 35.

Coordenação do Concurso informou que, devido a uma ambigüidade do Regulamento do Concurso, as pranchas reduzidas foram entregues ora em formato 45x35cm (50% do painel), ora em formato A3. Ambos os formatos foram aceitos pela Coordenação e acatados pela Comissão Julgadora.

Os trabalhos objeto de julgamento foram aqueles numerados de 01 a 30, usando-se a mesma numeração para os respectivos painéis, pranchas e envelopes lacrados, contendo as fichas de identificação e cd-rom.

A Comissão Julgadora iniciou os trabalhos com a escolha do Presidente da Comissão e do Secretário, respectivamente os arquitetos e urbanistas Sérgio Roberto Parada e Carla Andréa Mujica Conti Pedrosa. Após a escolha, foi discutida e estabelecida a metodologia para julgamento dos trabalhos.

Assim sendo, cada membro da Comissão Julgadora procedeu à análise individual de todos os trabalhos conferindo-lhes pontuação, visando a uma primeira seleção, com base nos critérios preconizados no Regulamento e no Termo de Referência do Concurso.

Foram então pré-selecionados 15 (quinze) trabalhos: os de número 01, 02, 04, 05, 07, 08, 19, 20, 21, 22, 23, 26, 28, 29 e 30.

Com esse resultado foram encerradas, às dezoito horas e quinze minutos, as atividades do primeiro dia de julgamento.

No segundo dia, os trabalhos iniciaram-se às nove horas e dez minutos. Procedeu-se, primeiramente, a uma análise conjunta dos 15 trabalhos, aplicando-se aqui também os critérios já mencionados, com a finalidade de chegar-se a uma segunda seleção, resultando na escolha de 07 (sete) trabalhos, quais sejam: os de número 02, 07, 08, 19, 20, 22 e 26.

Para a classificação final foi feita uma análise comparativa minuciosa, que considerou, em especial, os aspectos de plasticidade, de funcionalidade, aspectos técnicos, de exeqüibilidade e de sustentabilidade ambiental das propostas, quando se chegou, finalmente, à seguinte classificação:

Menção Honrosa para o Trabalho n° 07;3º lugar para o Trabalho n° 02;2º lugar para o Trabalho n° 26;1º lugar para o Trabalho n° 08.

O Trabalho n° 08 foi escolhido unanimemente como vencedor por apresentar as melhores soluções de projeto, destacando-se os seguintes aspectos:

1) Apropriação adequada do espaço por meio de uma distribuição equilibrada dos equipamentos, circulações, áreas de estar e da infra-estrutura viária;2) Excelente integração entre arquitetura e paisagismo;3) Franca acessibilidade e circulação dos usuários, estimulando a utilização do Metrô como principal meio de acesso ao Parque e ao Jardim Zoológico;4) Adequada apropriação e conservação dos recursos naturais existentes;5) Potencialização da atratividade do Parque mediante o enriquecimento do conteúdo programático pré-definido.

A Comissão Julgadora recomenda que, durante o desenvolvimento do projeto executivo, seja aprofundado o tema “atração de aves”, utilizando elementos de projeto pertinentes.

A Comissão Julgadora considera de primordial importância que no desenvolvimento do projeto seja revista a ligação entre o Jardim Zoológico e o Parque das Aves, efetuada atualmente através de passarela aérea, no intuito de se buscar a melhor integração entre essas áreas.

O Trabalho n° 26, escolhido em 2° lugar, apresenta uma distribuição equilibrada e harmônica dos equipamentos ao longo do Parque. O projeto qualifica com muita propriedade os espaços de uso mais intenso do Parque. A proposta valoriza ainda a atratividade dos caminhos dos pedestres, por meio da distribuição de espaços de interesse, interagindo com esses caminhos. O projeto, no entanto, concentra os estacionamentos de veículos num único setor, prejudicando a acessibilidade de crianças, idosos e pessoas com restrição de mobilidade a diversos equipamentos propostos.

O Trabalho n° 02, escolhido em 3° lugar, apresenta uma proposta naturalística com ênfase para reconstituição plena da área do cerrado, e partido focado na atração das aves. No entanto, a proposta não valoriza a contento os aspectos de recreação e circulação. O estacionamento de veículos isolado, e a inexistência de sistema viário junto ao principal equipamento do Parque, restringem a acessibilidade, apesar do veículo de transporte interno proposto.

O Trabalho n° 07 foi escolhido pela Comissão Julgadora para Menção Honrosa pela qualidade arquitetônica e paisagística na área sudoeste do Parque, que congrega os principais equipamentos propostos.

A Comissão Julgadora agradece as entidades promotora e organizadora – METRÔ/DF e IAB/DF – respectivamente, pela realização desse Concurso.

A Comissão Julgadora felicita a Coordenação do Concurso pela clareza e diligência na condução dos trabalhos.

A Comissão Julgadora parabeniza a todos os participantes pelo esforço na elaboração de suas propostas, conferindo alto nível técnico e artístico ao Concurso Público Nacional de Plano Urbanístico e Estudo Preliminar de Arquitetura e Paisagismo do Parque das Aves – Brasília/DF, contribuindo para o enriquecimento da cultura arquitetônica brasileira.

Nada mais havendo a tratar, o Presidente da Comissão Julgadora encerrou os trabalhos às dezenove horas e vinte minutos, e eu Carla Andréa Mujica Conti Pedrosa, lavrei a presente ata, que vai assinada por mim e pelos demais membros desta Comissão Julgadora.

Brasília, 25 de junho de 2005.

Arq. Carla Andréa Mujica Conti Pedrosa / Secretária da ComissãoArq. Sérgio Roberto Parada / Presidente da ComissãoArq. Alfredo Gastal Arq. Ana Lúcia Augusto de OliveiraArq. Aurora Gomes Ferreira Aragão Santos Arq. Eurico João SalviatiArq. Luciano Fiaschi

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IAB-DF
Brasília DF Brasil

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