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PORTAL VITRUVIUS. Concurso Parque das Aves. Projetos, São Paulo, ano 06, n. 063.01, Vitruvius, mar. 2006 <https://www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/06.063/2627>.


Conceito

A proposta paisagística e urbanística para o Parque das Aves de Brasília procura atender as diretrizes conceituais do termo de referência ressaltando as qualidades paisagísticas e explorando as potencialidades estratégicas do local. Entre as principais características encontradas estão os mirantes que descortinam vistas para todo o setor sul do Plano Piloto, Lago Sul, Aeroporto, Parkway e Guará. Outro ponto importante é a proximidade com o corredor ecológico que liga o Lago Paranoá ao Jardim Zoológico, que sugere a importância ecológica, pois sustenta a grande quantidade de avifauna e outros animais e plantas. Por estarmos conscientes da relação da área a ser trabalhada com a sensível ecologia do lugar, salientamos as diretrizes principais que nortearam o trabalho:

1- O conceito geral adotado busca refletir a paisagem local, mais precisamente os campos de cerrado em suas feições típicas. Tal escolha se refere principalmente por estas fitofisionomias serem as autóctones do local, se adaptando perfeitamente as condições de solo, relevo, clima e suporte ecológico para espécies de avifauna local e exóticas que habitam Brasília, ao mesmo tempo em que se procura uma manutenção mais econômica. Sem abrir mão do caráter paisagístico do parque, o seu desenho busca adaptar e harmonizar as configurações de campos com a apropriação humana adequada conforme prevê a definição Parque Distrital Recreativo (criado pelo SDUC), através de seus usos derivados da busca de lazer ativo e passivo, com a criação de ecossistemas clímax típicos de cerrado. Assim reconstituindo uma integração ecossistêmica da área com o bioma que o cerca.

2- A proposta do parque também é fruto de preocupações voltadas para a estruturação do espaço, ao mesmo tempo que busca uma linguagem formal que possa refletir a realidade da paisagem de Brasília. Entre elas o resgate da tradição da vanguarda tecnológica e a busca do essencial como expressão estética. Tal conceito requer sensibilidade de propor o novo ao mesmo tempo que respeita e não agride o padrão da imagem da paisagem estabelecida. O que se propõe é a revisão formal do que já existe como imagem, aliada à manutenção de aspectos relevantes e consolidados tais como: fluidez de circulação, horizonte descortinado, estrutura e forma casados na definição da arquitetura, além de ludicidade e surpresa nos espaços. Desta maneira, o cenário bucólico, mas também urbano se sobrepõe as definições arquitetônicas dos edifícios e equipamentos.

Programa e Proposta Urbanística

O programa elaborado para o Parque das Aves de Brasília é estruturado a partir das definições do Edital, adequando os equipamentos sugeridos ao seu potencial de inserção no contexto criado. Assim, buscamos explorar os equipamentos conforme uma lógica de uso que privilegia as situações de mirante e também estruturação ao longo de um caminho principal. Nesta hierarquia ressaltamos alguns espaços mais significativos:

1- Praça da estação zoológico: A praça criada busca receber o fluxo de quem chega ao Parque pela estação de metrô. Ela se abre como um grande promontório que descortina a visão do setor sul do Plano Piloto, Lago Sul, Aeroporto, Parkway e Guará. A intenção é criar uma sensação de amplidão típica de outros espaços públicos de Brasília, ao mesmo tempo que serve de recepção para a estação de metrô existente. A proteção à exposição às intempéries é feita com um emolduramento periférico de árvores, deixando no centro espaço para uma escultura monumental que serve como marco visual, além de ser uma obra de arte pública. Há também fontes luminosas e espelhos d'água com cascatas. Esta praça que busca criar um cenário de destaque no Parque, servirá como chamariz e referência para os transeuntes que circulam de automóvel pelas vias de entrada ao Plano Piloto, interpretada,assim, como um marco da paisagem que remete ao caráter público dos espaços livres desta cidade tão especial.

2- Avenida Ecológica/ passarela de observação: A ligação entre a estação de metrô e a passarela de ligação com o Jardim Zoológico consiste no trajeto prioritário para pedestres e ciclistas. É estabelecido um eixo principal, por onde as várias atividades e equipamentos públicos são acessados. A definição do trajeto foi pensada de maneira a permitir uma perfeita adequação da inclinação da rampa com as curvas de nível originais do terreno. Este trajeto também conhecido como Avenida Ecológica, consiste de uma passarela suspensa que permite uma visualização privilegiada em cota alta, promovendo permanente mirante e ponto de observação das copas das árvores e de pássaros transeuntes e residentes no parque. Abaixo da passarela o sombreamento criado é um abrigo às intempéries, como também trajeto mais ameno, principalmente por ser ladeado por uma linha d'água que se espraia suavemente ao trajeto, proporcionando interação e ludicidade ao utente. Desta maneira é possível chegar ás várias praças, quadras e equipamentos distribuídos ao longo do caminho, concentrando a possibilidade de encontro e troca e proporcionando diferentes perspectivas e cenários paisagísticos. A Avenida Ecológica se conecta à atual passarela de travessia zoológico-parque no seu nível mais alto de onde saem rampas que levam a uma pequena praça de entrada junto ao Portão 2.

3- Centro cultural/ museu / mini anfiteatro: Um dos principais equipamentos colocados no Parque é o pequeno Centro Cultural, que abriga um museu e locais para exposições e pequenos eventos. O prédio de concepção linear e limpa tenta resgatar a leveza da tradição moderna da arquitetura brasileira, tão expressiva em Brasília. Sua inserção cria espaços voltados ao encontro, como uma praça delimitada pelo próprio prédio, pela passarela e pelo relevo do local, que permite até a criação de pequenos anfiteatros voltados para a praça. Assim como as demais edificações, o padrão tecnológico adotado foi uma modulação de estrutura metálica, com vedações de alvenaria e vidro. A cobertura é impermeabilizada e revestida com grama, amenizando o clima interno do edifício, aproveitando o recurso das águas de chuva e possibilitando o acesso e uso como terraço integrado à praça da Estação Zoológico do metrô.

4- Zigurat de observação /restaurante: Um dos pontos mais inusitados no projeto é a criação de uma área elevada que servisse para a observação. Estabelecida como entrada de quem vem do zoológico, buscou-se criar um promontório que também servisse como local privilegiado para a construção de um bar/restaurante de uso diuturno. O local chamado de Zigurat serve de apoio funcional à administração do parque, além de remeter às stravaganzas típicas dos parques ingleses. Assim, busca resgatar a idéia de jardins suspensos, exóticos, românticos, atrativos, sendo que, aqui, serviria de ponto obrigatório para os transeuntes ao mesmo tempo que ofereceria local de descanso com visual aprazível.

5- Administração: O complexo administrativo também se localiza em local de fácil acessibilidade, junto á entrada rodoviária do Parque. O padrão tecnológico adotado também é uma modulação de estrutura metálica, com vedações de alvenaria e vidro cuja cobertura é impermeabilizada e revestida com grama.

6- Sistema de Playground: O Sistema é composto por espaços voltados para o lazer infantil e se encontram distribuídos ao longo de todo o parque, são acessados pelos caminhos de pedestres, ciclovias e trilhas. Foram pensados diferentes modalidades de brinquedos, inclusive um espaço lúdico com água, prevendo interação direta com este elemento paisagístico. No entanto, o ponto mais estratégico se localiza mais precisamente na faixa destinada ao lazer ativo que acompanha toda a zona lindeira das vias principais ao sul e leste do parque. Os playgrounds se encontram mesclados ás quadras e outros equipamentos de apoio ao lazer. O material utilizado é o aço com volumes em concreto, que constituem aramados geodésicos dentro dos quais os brinquedos são inseridos. Esta estrutura pode ser parcialmente recoberta com trepadeira, amenizando o clima interno.

7- Complexo Desportivo: O Complexo Desportivo se distribui em várias categorias de práticas desportivas. Indo desde a localização de pequenos grupos de equipamentos de ginástica e musculação, o chamado Kit-malhação (tão conhecido no DF pelas unidades já implantadas pelo GDF), como também pela oferta de espaços específicos, como gramados para “peladas”, trajetos de arvorismo e quadras poliesportivas agrupadas em uma área dotada de arquibancadas, vestiários, banheiros públicos, chuveiros e pequenos estabelecimentos de comércio, voltada ao atendimento das demandas dos praticantes de esportes de todas as idades e seus acompanhantes. Estas estruturas de apoio tem forma de cubos cuja estrutura é metálica com lajes impermeabilizadas de concreto.

8- Espaço Energia e Vida Sustentável: Agregado ao complexo desportivo, o Espaço Energia e Vida Sustentável é voltado para o conhecimento, difusão e vivências voltadas para uma vida mais saudável. O espaço conta com edificações e praças, pois também busca a conscientização ecológica através de atividades lúdicas de educação ambiental. Entendemos este espaço como sendo de múltiplo uso, capaz de absorver várias atividades, ao mesmo tempo que serve como módulo inicial para novas modalidades e conceitos que doravante apareçam. A estrutura quadrangular cria um pátio interno sombreado por uma pérgula que será parcialmente recoberta por trepadeiras floridas, para atrair pássaros e borboletas. A estrutura é metálica com cobertura com gramas seguindo a mesma linha das demais edificações do parque.

A iluminação geral do Parque é feita com posteamento de 5 m de altura, sendo o destaque a iluminação da passarela e das cascatas. Para a passarela busca-se salientar a horizontalidade da estrutura por meio de uma linha de iluminação de vapor de mercúrio colocada nas vigas de borda. As cascatas, as estruturas arquitetônicas e esculturas serão iluminadas com luzes de vapor de sódio buscando efeito cênico. O que se pretende é criar pontos de destaque na paisagem noturna que sirva para possibilitar o encaminhamento dos transeuntes ao mesmo tempo que serve como marco referencial da paisagem.

Trajetos e Fluxos

O sistema de circulação adotado nesta proposta também atende ao programa e definições do Edital. Buscamos viabilizar uma circulação fácil, que não segmentasse mais o parque (que é dividido em dois por uma via local) e que aproveitasse as vias já existentes. A estratégia é criar um sistema mais periférico de circulação veicular que alcança todos os equipamentos propostos. Busca-se possibilitar uma distribuição equilibrada dos veículos e dos utentes em todo o Parque, assim evitando a aglomeração em um ponto. Neste sentido, estabelecemos circuitos próprios para cada categoria de deslocamento, evitando conflitos, mas integrando os sistemas com fácil acessibilidade:

1- Sistema de Circulação Veicular: Foram colocados 3 acessos veiculares no Parque, sendo todos eles através da via local existente. O acesso para visitantes foi redesenhado com uma rótula viária que visa diminuir a velocidade da via local e disciplinar o fluxo para as duas entradas propostas para o parque. Esta rótula é marcada pela passagem aérea da Passarela e por uma passagem subterrânea que combinadas procuram reforçar o caráter de entrada do Parque. A terceira entrada é restrita à veículos de serviço e é também por onde se acessa a oficina e os depósitos de equipamentos para a manutenção do Parque. Os veículos circularão em vias de 7 metros de largura em blocos intertravados de concreto, tendo duas mãos, conforme o padrão NOVACAP para vias locais. Em alguns trechos haverá separação por canteiros. Os trajetos são periféricos e consistem em permitir a acessibilidade aos bolsões de estacionamentos colocados junto aos principais equipamentos do parque.

2- Os estacionamentos: Foram colocados 4 bolsões de estacionamentos, sendo um exclusivo da administração e situado junto ao prédio destinado a este fim (contendo 20 vagas). Os demais são voltados ao atendimento da demanda de usuários: o estacionamento 1 (contendo 166 vagas) colocado junto ao complexo desportivo e Espaço Energia e Vida Sustentável, o estacionamento 2 (contendo 331 vagas) colocado junto ao zigurat e restaurante, playground e acesso ás trilhas, e o estacionamento 3 (contendo 228 vagas) colocado junto ao complexo do Centro Cultural e da Praça da Estação Zoológico. O total das vagas oferecidas é de 745.

3- Trilhas Educativas do Cerrado: As trilhas do Cerrado são caminhos elevados por onde os transeuntes podem adentrar os bosques de reconstituição das fitofisionomias típicas de Campo Cerrado. O intuito é permitir um trajeto definido, confortável e seguro a exemplo do que acontece em unidades de conservação. Os trajetos são segmentados e múltiplos, no intuito de permitir várias combinações para alcançar espaços e perspectivas distintas. O material utilizado são placas pré-moldadas de concreto com pés altos que permitem a elevação do trajeto. Em alguns pontos há recantos voltados a contemplação de pássaros e da paisagem.

4- Sistema de Ciclovias integradas aos Trajetos de Pedestres: As ciclovias compreendem o terceiro sistema de circulação proposto para o Parque. Funcionando em grande parte integrado as vias pedestrializadas, as ciclovias permitem uma ampla acessibilidade aos mais remotos pontos do Parque, possibilita múltiplos trajetos ao mesmo tempo que dá suporte a uma prática mais desportiva. A pavimentação suave permite o fácil deslocamento. Estes trajetos são emoldurados em alguns pontos por barreiras gramadas que servem para o direcionamento, proteção e valorização do relevo lindeiro. Estes elementos tem como objetivos criarem aspectos dinâmicos na paisagem, como também servem como barreiras acústicas e visuais para as vias circundantes ao Parque.

Zoneamento Ambiental

O partido adotado segue uma definição de zoneamento conforme o SDUC (Sistema Distrital de Unidades de Conservação). Por se tratar de um Parque Distrital Recreativo, voltado para o lazer, a educação, a recreação, as atividades esportivas e aos eventos culturais, apenas duas categorias definidas são aplicáveis ao projeto:

Zona de Recuperação: O objetivo geral é deter a degradação ambiental em evolução e reconstituir as fitofisionomias naturais, permitindo a apreciação deste s extratos reconstituídos para o deleite visual e também a educação ambiental nas áreas definidas.

Zona de Uso Especial: As demais áreas do Parque são voltadas à administração, práticas desportivas etc... contendo um uso antrópico mais intenso. Esta zona embora voltada ao atendimento das demandas sociais, busca minimizar em sua concepção urbanística e paisagística os impactos das estruturas propostas e harmonizar a ocupação humana com a recriação de ecossistemas capazes de atrair pássaros, borboletas, abelhas etc... para a área do Parque.

Proposta Paisagística

A proposta paisagística segue as definições gerais do zoneamento ambiental e do projeto urbanístico. A vegetação utilizada segue as definições temáticas colocadas abaixo:

1- Bosques: Para a execução dos bosques planejados para o Parque das Aves serão utilizadas, principalmente, espécies nativas da fitofisionomia de Cerrado sentido restrito. Esta decisão foi tomada com base na consulta do Mapa da Vegetação de Distrito Federal de 1954 (UNESCO, 2002) e também pela observação, em campo, de indivíduos arbóreos remanescentes na área. A quantificação do número de árvores a ser plantado por hectare foi baseada em Nunes et al. (2002), que calcularam intervalos de classe para a densidade, área basal e freqüência de 90 espécies nativas do cerrado sentido restrito para o DF. Com base nestes trabalhos optou-se pela escolha de espécies nativas com: a) alto valor para a recomposição da flora original da área; b) alto valor ornamental; c) grande potencial para a atração de aves nativas e migratórias e outros animais nativos do cerrado; d) alto valor ornamental, quer seja pela sua arquitetura ou floração; e) frutíferas nativas.

As mudas destas espécies serão obtidas através da Rede de Sementes do Cerrado (sementesdocerrado.bio.br) que conta com mais de 60 viveiros associados. Desta forma expõe-se a seguir as composições florísticas e densidades das espécies escolhidas conforme a tabela abaixo:

Bosque de marcação da entrada (Zona de Uso Especial): Este bosque é marcado pela escolha de espécies arbóreas de médio porte, floríferas, com o intuito de criar um marco referencial de paisagem junto a entrada do parque.

Espécies: Cybistax antisyphilitica, Tabebuia aurea, Tabebuia serratifolia, Mimosa reginae, Dalbergia miscolobium, Pterodon pubescens, Chorysia speciosa, Eriotheca pubescens, Pseudobombax longiflorum, Pseudobombax tomentosum, Blepharocalyx salicifolius.

Bosques para trilhas (zona de recuperação): Os bosques para trilhas são compostos de forrações herbáceas nativas de campo Cerrado e Sujo, e espécies arbóreas de médio porte frutíferas, com o intuito de criar uma sustentação ecológica para espécies de avifauna.

Espécies: Anacardium occidentale, Hancornia speciosa, Caryocar brasileinse, Salacia crassifolia, Diospyrus burchelli, Copaifera langsdorffii, Mimosa regina, Bowdichia virgiloides, Dipteryx alata, Dalbergia miscolobium, Hymenaea stigonocarpa, Pterodon pubescens, Pterodon emarginatus, Lafoensia pacari, Chorysia speciosa, Eriotheca pubescens, Pseudobombax longiflorum, Pseudobombax tomentosum, Blepharocalyx salicifolius, Eugenia dysenterica, Magonia pubescens, Pouteria ramiflora, Pouteria torta, Solanum lycocarpum.

2- Demais propostas temáticas para o paisagismo: A proposta paisagística é complementada por maciços de outros tipos vegetais que ajudam a marcar os eixos definidos pelos trajetos. Ao mesmo tempo optou-se pela escolha de espécies nativas e exóticas que: a) têm alto valor para a recomposição da flora original da área ou que são compatíveis com a biodiversidade local, já com larga utilização em Brasília; b) grande potencial para a atração de polenizadores e dispersores de sementes, tais como aves nativas e migratórias e outros animais nativos do cerrado, ou insetos, como abelhas; c) alto valor ornamental, quer seja pela sua arquitetura ou floração; d) frutíferas nativas.

As espécies indicadas fazem parte de uma sugestão inicial, cuja localização no parque depende de sua função estética, ecológica e configurativa conforme as definições abaixo:

2.1- marcação de trajetos: inserção de maciços de palmeiras: Acrocomia aculeata, Syagrus romanzoffiana, Syagrus oleracea.

2.2- maciços de vegetação nos lagos: Mauritia flexuosa, Tibouchina granulosa, Cyperus papirus, Canna indica, Bulbostylis paradoxa, Typha sp., Nimphea sp.

2.3- Arbustos para emolduramento e marcação dos trajetos para pedestres e ciclistas: Anacardium humile, Anemopaegma arvense, Arrabidea bracphoda, Chamaecrista orbiculata, Jacaranda ulei, Tecoma stans, Grevillia banskii, Protium ovatum, Vellozia squamata, Eritrina speciosa, Callistemo sp, Calliandra dysantha, Trembleya parviflora, Microliscia sp.

2.4- Arbustos trepadeiras para as estruturas metálicas e cercas de fechamento do parque: Ditassa tomentosa, Mandevillea antennacea, Mandevilla hirsuta, Matelea denticulata, Arrabidea chica, Arrabidea florida, Arrabidea pulchra, Paragonia pyramidata, Pyrostegia venusta, Ipomea hederifolia, Banisteriopsis anisandra, Pétrea volubilis, Cissus erosa.

2.5- Jardins rupestres na Praça da Estação Zoológico e no Zigurat: Vellozia squamata, Vellozia variabilis, Loudetiopsis crhysothrix, Barbacenia sp, Cyrtopodium sp., Paepalanthus elongatus, Paepalanthus acantophyllus, Barbacenia flavida, Syngonanthus nitens, Lantana câmara, Senna rugosa, Achyrocline alata, Achyrocline satureoides.

2.6- Arborização geral do parque: A arborização geral do parque segue princípios de composição que leva em consideração a fenologia. Sendo assim, a escolha das espécies arbóreas considera a floração, sua cor predominante, época de floração e compatibilidade ecossistêmica com o Cerrado original da área. A tabela abaixo descreve as informações das espécies que deveram servir de base para a locação de cada indivíduo, bem como a configuração de bosques que terão uma coloração específica durante todo o ano.

ficha técnica

Paula Farage – Arquiteta e Urbanista (Aira Arquitetas)Eliel Américo – Arquiteto e UrbanistaManoel Cláudio da Silva Junior – Engenheiro FlorestalVanessa Matos – Arquiteta e Urbanista (Aira Arquitetas)Luiz Pedro Melo César – Arquiteto e Urbanista

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Brasília DF Brasil

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