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O escritório Estúdio 41 Arquitetura, de Curitiba, foi o vencedor do Concurso CCEE para a cidade de Cabo Frio, seguido por Eder Rodrigues de Alencar, do ARQBR Arquitetura e Urbanismo Eireli, e de Edvan Isac Santos Filho, do Maia Melo Engenharia.

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PORTAL VITRUVIUS. Centro Cultural de Eventos e Exposições - Cabo Frio. Estúdio 41, ARQBR Arquitetura e Urbanismo e Maia Melo Engenharia. Projetos, São Paulo, ano 14, n. 159.03, Vitruvius, mar. 2014 <https://www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/14.159/5101>.


O Centro Cultural, de Eventos e Exposições de Cabo Frio tomou formade uma paisagem modelada, que respeita a escala residencial do lugar e cria uma praça externa urbanizada essencialmente pública (que abrigará médios eventos, com possibilidade de uso de coberturas efêmeras) como continuação do espaço público urbano. A implantação do CCEEbuscou uma forma sutil de configurar um novo espaço público e coletivo sem, contudo, descaracterizá-lo como estrutura comercial privada.

O programa foi organizado, configurando a praça, em dois volumes perpendiculares entre si desenhados a partir do lançamento de eixos principais de circulação, destacados do desenho da praça como decks de madeira. O primeiro e mais importante desses decks, pautado por uma das ruas residenciais, conecta a Avenida à Lagoa de Araruama, atravessando o terreno e um vão livre de 35 metros abaixo de um edifício metálico suspenso, implantado na frente do terreno, paralelo à Avenida, que abriga o espaço de feiras para 1.500 pessoas. Perpendicularmente ao pavilhão, implantou-se outra edificação, para convenções, que temo auditório como principal elemento destacado na paisagem, sendo que seu palco se abre para o deck e para a praça, possibilitando seu uso para eventos externos e abertos.

O grande deck de circulação interliga os principais pontos de transporte público: a Avenida e a Lagoa, que futuramente proverá transporte aquaviário, denotando a intenção de se ter o CCEEaberto para a cidade. Os outros eixos, por sua vez, conectam-se ao grande deck de madeira perpendicularmente, possibilitando fluxos transversais. Um deck possibilita fluxos de circulação mais voltados ao funcionamento do CCEE e o outro propõe um percurso bucólico, na margem da Lagoa. A ideia deste deck, especificamente, a despeito de ter se atido ao limite do terreno, poderia estender-se indefinidamente, criando uma espécie de “projeto orla” que poderia, por exemplo, conduzir os usuários até o parque Dormitório das Garças.

ficha técnica

autores
Eder Alencar
André Velloso

colaboradores
Margarida Massimo
Paulo Victor Borges Ribeiro
Thaís Losi
Gabriela Bilá
Pedro Santos 

<www.arqbr.arq.br>

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159.03 concurso
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